terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Júri de Ceci Cunha, assassinada há 13 anos, será no dia 16 de janeiro



O julgamento dos acusados do assassinato da deputada federal Ceci Cunha e três de seus familiares, em Alagoas, há 13 anos, foi confirmado para o próximo dia 16 de janeiro. A demora na solução do crime fez com que o emblemático caso fosse logo incluído no Programa Justiça Plena, da Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), lançado em janeiro de 2010.
Horas depois de ser diplomada deputada federal, em 16 de dezembro de 1998, a médica Ceci Cunha, seu cunhado, Iran Carlos Maranhão, o marido Juvenal Cunha, e a mãe de Iran, Ítala Maranhão, foram executados por pistoleiros na casa de Iran, em Maceió, onde comemorariam a eleição.
O Ministério Público Federal (MPF) acusa o então deputado Pedro Talvane Luís Gama de Albuquerque Neto, suplente de Ceci Cunha na Câmara, de ser o mandante do crime. Os assessores e seguranças de Albuquerque, Jadielson Barbosa da Silva, Alécio César Alves Vasco, José Alexandre dos Santos e Mendonça Medeiros da Silva, foram apontados pelo MPF como executores. A intenção de Talvane, segundo o MPF, era assumir a vaga da deputada na Câmara Federal. A defesa dos acusados nega a autoria do crime.

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