27 de dezembro de 1978: Espanha aprova constituição democrática após quatro décadas de supremacia franquista
Com grande solenidade, o rei Juan Carlos I sancionou formalmente a Constituição democrática da Espanha, símbolo da transição entre o quarentenário regime franquista e a monarquia constitucional. Aprovada pelo monarca, a Carta reduzia grande parte de suas funções como soberano da nação e abria as portas para eleições livres, democráticas e diretas.
Outras efemérides de 27 de dezembro
1939: A criação do Departamento de Imprensa e Propaganda
1994: Naji Nahas é condenado pela quebra da Bolsa do Rio
Em breve discurso, Juan Carlos I declarou que a Constituição refletia “as aspirações da Coroa, da vontade de nosso povo firmemente expressa – e assim, como uma Constituição de todos os espanhóis, ela é também a Constituição do Rei de todos os espanhóis”.
A sanção da Constituição, após sua aprovação num referendo popular em 6 de dezembro daquele ano, ocorreu no momento em que o primeiro-ministro Adolfo Suárez pensava em convocar eleições parlamentares para o ano seguinte.
Sob a nova Carta, o governo tentou legitimar sua investidura na democracia, estabelecendo, por exemplo, a organização territorial baseada na autonomia de municípios, províncias e Comunidades Autônomas; a separação dos poderes; e o pluralismo político.
Outras efemérides de 27 de dezembro
1939: A criação do Departamento de Imprensa e Propaganda
1994: Naji Nahas é condenado pela quebra da Bolsa do Rio
Em breve discurso, Juan Carlos I declarou que a Constituição refletia “as aspirações da Coroa, da vontade de nosso povo firmemente expressa – e assim, como uma Constituição de todos os espanhóis, ela é também a Constituição do Rei de todos os espanhóis”.
A sanção da Constituição, após sua aprovação num referendo popular em 6 de dezembro daquele ano, ocorreu no momento em que o primeiro-ministro Adolfo Suárez pensava em convocar eleições parlamentares para o ano seguinte.
Sob a nova Carta, o governo tentou legitimar sua investidura na democracia, estabelecendo, por exemplo, a organização territorial baseada na autonomia de municípios, províncias e Comunidades Autônomas; a separação dos poderes; e o pluralismo político.

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