sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

DEU NO BLOG DA BLEINE OLIVEIRA


As tetas do governo. Imagem: google
As tetas do governo. Imagem: google
É óbvio que ninguém se elege presidente da República ou governador de estado sem alianças políticas.
É preciso uma conjugação de forças para conquistar o poder de administrar o País, o estado, o município.
Os partidos políticos estão aí justamente pra isso, ou seja, unir pessoas com ideais e projetos semelhantes e que têm à disposição de governar.
Mas o que ocorre no Brasil após cada eleição é abuso. Mais ainda, é desrespeito com a sociedade!
Reeleita, a presidente Dilma Roussef negocia intensamente com os partidos da tal base aliada.
Estes, por sua vez, se engalfinham para garantir espaço no primeiro escalão do governo federal.
Um mercado sustentado em negociações de natureza, certamente, duvidosa.
De pouca base técnica!
Por aqui, os aliados reclamam da indiferença do governador eleito, Renan Filho, com o quinhão que esperam receber por atuarem na campanha eleitoral.
Depois da vitória, Renanzinho agudizou o estilo tounemaí para escolher quem quer no secretariado.
Entre os escolhidos, alguns cujo critério de indicação não foi puramente técnico.
O jovem governador eleito faz discurso de tecnocrata, mas escolheu a comadre do vice-governador Luciano Barbosa, a médica Rozângela Wyszomirska, para secretária de Saúde.
Luta de classe
Será que foi também por critério técnico que escolheu Rafael Brito para a pasta de Trabalho, Emprego e Renda?
Ou será que pesou na escolha o novo secretário ser genro de Otávio Lessa, recém eleito presidente do Tribunal de Contas do Estado?
Talvez tenha influenciado ser Rafael Brito um nome da cota do PDT do deputado federal eleito Ronaldo Lessa, irmão do conselheiro Otávio.
Assim é que, com Dilma ou Renan Filho, a administração pública é descaradamente loteada.
Se ao menos escolhessem os melhores…

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