quinta-feira, 22 de maio de 2014

Documentário relembra ator que saiu de Alagoas para se tornar um dos maiores do país - AGENDA A - TNH1


Carioca criado em Alagoas (como veio ainda bebê para Maceió, ele se considerava alagoano), Paulo Gracindo foi, sem dúvida, o ator egresso do Estado mais famoso e reconhecido no Brasil no século XX. Imortalizado em personagens como Odorico Paraguaçu, na novela e série O Bem Amado, de Dias Gomes, o ator que morreu em 1995 é o tema do documentário “Paulo Gracindo – O Bem Amado” que será transmitido às 22h30 desta terça (20) no Canal Curta, para assinantes da Net (canal 56), GVT (canal 83), Claro TV (canal 83), Oi TV (canal 76) e Vivo TV (canal 654). O ator, batizado como Pelópidas Guimarães Gracindo (ele dizia que adotou o nome Paulo após uma empregada chamá-lo de ‘Envelope’), começou sua carreira de sucesso na Rádio Nacional em papéis como o de Alberto Limonta, na radionovela O Direito de Nascer, e em programas de comédia como Balança Mas Não Cai, em que interpretava ao lado de Brandão Filho o quadro Primo Pobre e Primo Rico. Na televisão, além do prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado, fez personagens inesquecíveis como o padre Hipólito da novela Roque Santeiro, João Maciel, em O Casarão, Coronel Ramiro Bastos, em Gabriela e Betinho, cinco anos antes de morrer, em A Rainha da Sucata.  

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