O presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, Wagner Simas, saiu em defesa, na manhã desta quarta-feira (5), dos quatro PMs que acusados de torturar um adolescente de 13 anos durante uma ocorrência no conjunto Osman Loureiro. Simas ressaltou que a forma como vem sendo tratado o assunto, os "direitos humanos" estão tirando a força de ação dos policiais no combate à criminalidade.
"Durante uma ocorrência, um policial militar hoje sequer pode pegar com força no braço de um acusado porque se deixar uma marca já vai abrir espaço para uma denúncia de tortura. Sou a favor dos direitos humanos, mas da forma como vem sendo tratado em Alagoas está tirando o potencial ofensivo da polícia", ressaltou Wagner Simas.
Segundo ele, em conversa com os quatro policiais, um sargento e dois cabos lotados no 4º Batalhão da PM, os militares agiram dentro dos padrões de abordagem da corporação e sem o uso de violência. "Há testemunhas que acompanharam a ação e dizem que não houve abusos, a arma de choque não foi acionada e o responsável pelo adolescente assinou sua liberação na base comunitária do Osman Loureiro sem qualquer alteração", conta Simas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário