Um tablet encontrado com um dos reeducandos do presídio Cirydião Durval, provocou um grande problema para a psicóloga Maria Dilma da Silva Souza, que trabalha há cerca de nove anos no estabelecimento prisional. Acusada por fiscais do presídio de ter entregue o aparelho ao jovem Jackson Wilams Felix, a psicóloga vai responder na Justiça por crime previsto no artigo 349-A do Código Penal Brasileiro.
O artigo prevê punição para quem “ingressar, promover, intermediar, auxiliar ou facilitar a entrada de aparelho telefônico de comunicação móvel, de rádio ou similar, sem autorização legal, em estabelecimento prisional”. De acordo com representantes do Cirydião Durval, o tablet foi encontrado com Jackson na noite de segunda-feira (2), e o jovem teria confessado aos fiscais que recebeu o aparelho das mãos de Maria Dilma.
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