terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

VIÇOSA PRESERVA O PATRIMÔNIO CULTURAL

Divulgação

A cidade de Viçosa realizou evento festivo com o intuito de preservar a memória, arquitetura e seu vivo acervo artístico e intelectual
Distante 86 km de Maceió, zona da mata nordestina, situada entre as cidades alagoanas de Cajueiro, Capela, Chã Preta, Paulo Jacinto, Pindoba e Quebrangulo, próxima à divisa de Pernambuco, Viçosa foi cenário de belo evento voltado à valorização do patrimônio e história, que coincidiu com a festa do padroeiro da cidade, Senhor Bom Jesus do Bonfim. Foram 13 dias de atividades.
Também conhecida como Princesa das Matas, Viçosa abriga patrimônios vivos da história, como o popular tocador de pífano Mestre Bia, o grupo folclórico Renascer, que faz o Guerreiro Riacho do Meio e o já falecido, mas vivo na memória do Brasil e do mundo, José Rodrigues de Moura, o Zé do Cavaquinho.
O musicista, também homenageado por sua forte marca deixada junto à geração do Chorinho Brasileiro, foi sempre elogiado por Waldir Azevedo, musicista carioca, criador do chorinho Brasileiro.
Teotônio Brandão Vilela, o “Menestrel das Alagoas”, também natural de Viçosa, dizia que o instrumentista, que hoje empresta seu nome ao tradicional bar da cidade, era um ser ecológico. “Dependia do ambiente para viver, e seu ambiente era Viçosa”.
Às 21 horas, na Praça Apolinário Rebelo, região central da cidade, um casarão, antiga Cooperativa Banco de Viçosa que hoje abriga a Secretaria de Assistência Social, foi uma das atrações da noite, o prédio foi iluminado por atrativos feixes de luzes multicores.
Outra construção histórica, o tradicional “Bar do Zé do Cavaquinho”, antes chamado de “Trovador Berrante” tradicional por seus ilustres frequentadores, ressaltou a importância da singular arquitetura para a memória do lugar.

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