quinta-feira, 30 de maio de 2013

Fred teria dito a zagueiro do Olimpia: 'É fácil jogar futebol, ganho 1 milhão' - G1


O Olimpia venceu o Fluminense, por 2 a 1, na última quarta-feira, e conseguiu avançar às semifinais da Taça Libertadores da América. Mas não sem colecionar algumas polêmicas, especialmente entre os seus defensores e o atacante Fred antes de faltas para a área e escanteios. Em entrevista à "Rádio Cardinal 730 AM", do Paraguai, o zagueiro Salustiano Candia afirmou que o camisa 9 tricolor e da seleção brasileira mostrou soberba no gramado e tornou-se vítima de uma manobra que definiu como legal por parte dos paraguaios.
- Fred queria se agigantar sobre nós e falava de dinheiro. Ele disse a Hernán Pérez (volante do time) que era fácil jogar futebol, pois ganhava um milhão.
Miranda, Candia e Manzur esta semana não foram à manicure. Deixaram as unhas bem grandes para esperar por Fred"
Iván Almeida, auxiliar-técnico do Olimpia
Candia contou, então, como o Olimpia tratou de anular a principal arma ofensiva do Tricolor, que passou em branco nos dois jogos - na ida das quartas de final, os dois times empataram por 0 a 0 em São Januário.
- Fred ficou com a pior parte, nos revezamos para bater nele. O Manzur deu uma forte, menos mal que o árbitro não viu. Não precisa ser sujo nem mal intencionado, mas as manhas valem muito - definiu o camisa 19 do time paraguaio.
O auxiliar-técnico do clube, Iván Almeida, também deixou claro qual foi a postura de seus zagueiro contra o centroavante.
- Miranda, Candia e Manzur esta semana não foram à manicure. Deixaram as unhas bem grandes para esperar por Fred.
Classificado à semifinal, o Olimpia aguarda o fim da Copa das Confederações para iniciar os confrontos contra o Independiente Santa Fé, da Colômbia. No outro lado da chave, o Atlético-MG e Tijuana decidem nesta quinta-feira quem será o adversário do Newell's Old Boys, da Argentina.
Fred jogo Olimpia e Fluminense (Foto: Ricardo Ayres / Photocamera)Fred em um de seus entreveros com a defesa do Olimpia (Foto: Ricardo Ayres / Photocamera)

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UM TEXTO DE ROLDÃO ARRUDA


"A Comissão da Verdade e as viúvas da ditadura"

 Por Roldão Arruda




Em grupos que defendem a falecida ditadura militar é visível uma certa comoção a cada denúncia que aparece sobre as violências cometidas naquele período. Quando se fala em estupro, sequestro, ocultação de cadáver e outros crimes cometidos por agentes que atuavam acobertados pelo aparato do Estado, esses grupos torpedeiam portais de noticias, blogs e fóruns de leitores com mensagens destinadas a desvalorizar os relatos e a Comissão Nacional da Verdade.

Dizem que deveria se chamar comissão da meia verdade e que foi criada pelo PT para investigar só os crimes cometidos por policiais e militares. Perguntam: e os crimes cometidos pelos militantes de esquerda que pegaram em armas, assaltaram bancos e cometeram outras violências?

Também investem contra meios de comunicação e jornalistas: por que não mostram os dois lados? Por que desenterram o passado em vez de se preocupar com coisas mais importantes, como o mensalão e outras denúncias contra o PT? Por que o jornalista não diz que em 1964 o Brasil estava à beira de um abismo? Se não houvesse o golpe militar e a violência que trouxe em seu bojo, argumentam, teríamos virado uma Cuba.

No fundo, continuam os mesmos. Não gostam da liberdade de imprensa.

A ditadura controlava o que os jornais diziam. Notícias desabonadoras para o regime eram vetadas. A lista de assuntos interditos variava de denúncias de tortura a reportagens sobre casos de corrupção que grassavam no governo. Em 1974 chegaram a proibir notícias sobre a epidemia de meningite que apavorou São Paulo e causou centenas de mortes.

Vigiavam as redações com a suspeita de que não passavam de valhacoutos de comunistas. Afinal, a quem interessava, senão aos comunistas, denunciar que o governo falhara na prevenção da epidemia de meningite?

Para que dizer que opositores do regime eram arrancados de suas casas à noite, diante de mulheres e filhos, e levados para locais ignorados, sem direito a defesa, sem qualquer informação para a família, para os advogados e os juízes e sem qualquer possibilidade de habeas corpus?

A retórica desses grupos precisa ser atualizada. Alguém acredita, sinceramente, que a imprensa não dá atenção ao mensalão? Que as lambanças do PT não são denunciadas?

O mesmo se pode dizer em relação ao terrorismo de esquerda, lembrado pelo coronel da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra em seu depoimento à Comissão da Verdade, após solicitar um habeas corpus na Justiça Federal. O insulto dele à presidente Dilma, chamando-a de terrorista, está velho e empoeirado. Já foi explorado de todas as maneiras desde o momento em que o nome dela começou a ser cogitado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo.

Quantos aos militantes de esquerda que pegaram em armas, é mais que sabido que pagaram pelos seus atos. Uma parte deles foi caçada, localizada e executada barbaramente pelos agentes de Estado. A outra parte, a que sobreviveu, foi julgada e condenada à prisão por auditorias militares. A presidente Dilma teve a sorte de fazer parte do segundo grupo.

Há milhares e milhares de páginas nos arquivos militares sobre cada um desses militantes. Ao contrários dos arquivos com informações sobre mortos e desaparecidos, elas são públicas.

A questão central é que desde o fim da ditadura, em 1985, o Brasil tenta em vão descobrir a verdade sobre o que não foi dito, os fatos ocorridos nos porões do Estado autoritário. Foi para isso que a Comissão Nacional da Verdade surgiu.

Ela nasceu de uma lei aprovada democraticamente no Congresso, com a tarefa de investigar e esclarecer as violações de direitos humanos cometidas pelo Estado contra cidadãos que deveria proteger. Não é uma exclusividade brasileira: todas as comissões da verdade criadas no mundo agiram da mesma direção.

Seria mais interessante, a essa altura dos debates, que as viúvas da ditadura ajudassem a esclarecer os fatos investigados e prestassem atenção ao debate em torno da Lei da Anistia. Atacar a imprensa, o passado já demonstrou, não é o melhor caminho.

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Ter mais gays em produtos culturais não reflete diversidade da sociedade, diz especialista - UOL

Não é de hoje que gays e relacionamentos homossexuais são representados em filmes, novelas, clipes de música e até histórias em quadrinhos. Mas os personagens e enredos dos produtos culturais conseguem, de modo satisfatório, sensibilizar a população na luta contra o preconceito? Em entrevista ao UOL, Leandro Colling, doutor pela Universidade Federal da Bahia, coordenador do grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade (CUS), ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura, e ex-integrante do Conselho Nacional LGBT, diz que houve um aumento de personagens LGBTs nos produtos culturais, "mas não basta a quantidade, é preciso que essa quantidade também reflita minimamente a diversidade sexual e de gênero que existe em nossa sociedade".

HOJE PELA MANHÃ NA PRAIA DA JATIÚCA


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Casais gays das novelas - YAHOO

Toda novela é cheia de encontros e desencontros amorosos e dentre eles já formaram-se casais gays. Alguns são tão bem recebidos pelos telespectadores que a torcida para que tudo dê certo e para que eles terminem a história vivendo juntos para sempre é bem grande.
Relembre alguns desses casais e como foi a sua história.
Sandrinho e Jefferson, em "A Próxima Vítima" (1995)
Sandrinho e Jefferson/ Divulgação
Os atores André Gonçalves e Lui Mendes interpretavam o casal Sandrinho e Jefferson. Eles escondiam o romance, por medo da família não aceitar, mas no final da novela acabaram juntos e com a aprovação dos parentes. O ator André Gonçalves revelou que na época chegou a ser agredido por algumas pessoas na vida real, devido ao preconceito.

Família de Ronaldinho é condenada a pagar R$ 500 mil a vizinhos no RS -G1

A família do jogador Ronaldinho Gaúcho foi condenada a pagar em torno de R$ 500 mil a vizinhos na Zona Sul de Porto Alegre, conforme o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Segundo a sentença do juiz Alex Gonzalez Custódio, o irmão do jogador, Roberto de Assis Moreira, construiu um muro nos fundos de sua propriedade que desabou, provocando a queda também de um aterro em direção ao terreno e à casa dos autores da ação. O advogado Sérgio Queiroz, que representa a família Moreira, disse que vai recorrer da decisão.
A queda do muro destruiu as paredes da residência dos vizinhos, além de esquadrias, vidros, telhado, calçada e outros danos ocasionados. Segundo a sentença, a obra realizada pela família Moreira apresentava-se irregular por estar sem licença e não ter Anotação de Responsabilidade Técnica de engenheiro responsáve

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UM EX-CARCEREIRO, CAPITÃO DO EXÉRCITO, INTEGRANDO A COMISSÃO DA VERDADE.




Carlito Lima, capitão reformado do Exército, ex-carcereiro de Arraes, Julião, Gregório Bezerra, Paulo Freire, Pelópidas Silveira, entre outros,  na Segunda Companhia de Guardas tropa de elite do IV Exército no Recife, quando rebentou o golpe em 1964. Foi convidado pelo Coordenador de Direitos Humanos, Geraldo Majella Marques, para integrar a Comissão da Verdade a ser instalada em Alagoas.
Carlito Lima ( 73 anos) em 2001 escreveu um livro de memória CONFISSÕES DE UM CAPITÃO, com prefácio de Vladimir Palmeira de repercussão nacional, ficando conhecido em todo o país depois de uma bem humorada entrevista no programa do Jô Soares.
Descoberto escritor aos 61 anos, não parou de escrever, há 12 anos tem uma coluna semanal, HISTÓRIA DO VELHO CAPITA, publicada na Gazeta de Alagoas e diversos jornais e blogs do Brasil e Portugal. Nesse período escreveu 14 livros de crônicas e um romance.
Atualmente é Secretário de Cultura da cidade histórica de Marechal Deodoro ( 417 anos) em Alagoas. Além de escrever sua crônica semanal, trabalha em um romance passado na época da ditadura.  Vai lançar seu novo livro,  “ Almoçando com Nery na casa do Moreira e mais 41 historinhas” na FLIP, Paraty em julho. Trabalhando também na versão em espanhol do CONFISSÕES DE UM CAPITÃO, que será lançado na Festa Literária de Frankfurt em outubro deste ano.
Além de tudo, é organizador, curador da IV FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO – 4ª FLIMAR -  a ser realizada entre 25 e 28 de setembro de 2013.

Diariamente mantém o divertido e informativo BLOG DO CARLITO LIMA.

HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

       AMOR NOS TEMPOS MODERNOS
                                    


Por volta de duas da manhã Marlene acordou-se, o marido estava deitado olhando para o teto, ela virou-se, enrolou-se, ajeitou o travesseiro, resmungou.
 - Eduardo, vá dormir. Apague a luz.
Ele foi ao banheiro, tomou uma pílula, deitou-se novamente, só assim conseguiu dormir.  Desde essa noite Marlene percebeu mudança em seu comportamento, mulher tem sexto sentido apurado. Passou-se uma semana, Eduardo parecia em outro mundo, quase não falava sobre o trabalho, seu bom humor acabou-se de repente. A desconfiança chegou à cabeça da esposa. É outra mulher, pensava. Dudu bom de cama há duas semanas sem sexo, muito estranho. Marlene sempre destemida quis esclarecer aquela situação, discretamente fez uma pesquisa no celular do marido, as mulheres da agenda eram conhecidas, restante nome de homens, andou telefonando sutilmente para amigos e amigas tentando sentir alguma pista do que havia acontecido ao marido. De concreto nada a concluir, Marlene continuou desconfiada.
Na época viajaram com amigos para Montevidéu e Buenos Aires, ele falou em desistir da viagem, entretanto, Marlene teve pulso forte, tomaram o avião, se divertiram durante a semana santa ao sul da América do Sul. Em certo momento, durante um show de tango, Eduardo voltou a ficar distante.
Ao retornar do passeio, Marlene conversou com franqueza.
- Dudu, eu não sou menina boba, está acontecendo alguma coisa séria em sua vida, eu mereço no mínimo consideração, seja o que for, sou mulher forte, tenho certeza que aguentarei, só não suporto a mentira, a traição. Diga, existe outra mulher? Você está apaixonado por alguém? Tenho o direito de saber, cedo ou tarde eu descubro, sua cara triste e distante não deixa mentir.
- Marlene eu lhe garanto não é mulher, tenha certeza, estou passando por uma fase de depressão, talvez seja a idade, me esforço para viver normalmente, entretanto, parece existir uma força estranha me dominando.
- Você precisa de ajuda médica, a depressão tem tratamento.
- Eu tenho me consultado com o doutor Omar toda semana. Quero enfrentar a depressão sem tomar medicamento.
Marlene se satisfez com a história contada, contudo, o marido parecia ter nojo em tocá-la. Os dois muito ativos sexualmente, estavam três meses sem um carinho, ela não se conformava. Certa tarde Marlene recebeu um telefonema do Dr. Omar, o médico pedia seu comparecimento na próxima consulta do marido.
No dia marcado Marlene se aprontou. Eduardo, nervoso, mal humorado, transparecia medo, terror desse encontro, notava-se fragilidade no olhar, nos gestos.
Ao chegar no consultório Eduardo entrou sozinho, após cinco minutos a atendente pediu para Marlene entrar. Encontrou os dois juntos sentados no sofá, ela acomodou-se numa poltrona em frente. O médico foi contundente ao falar.
- Marlene, o que vou revelar vai abalar muito sua estrutura psíquica, você está preparada para ouvir?
- Quero saber tudo sou uma mulher forte, quero saber o que está se passando.
- A grande verdade é que Eduardo só descobriu na maturidade o outro lado do ser, quase idoso desflorou sua homossexualidade incubada. Com o passar do tempo durante as consultas, Eduardo pode abrir seu coração. Eu me envolvi muito com seu drama. Descobrimos enfim, estamos apaixonados um pelo outro, queremos sua compreensão e o divórcio.
Omar segurou a mão de Eduardo, abraçou-o de lado, enquanto Marlene perplexa ficou sem ação no momento. De repente levantou-se, chorando, urrou de raiva, bateu a porta.
Hoje os dois estão vivendo juntos. Marlene, para amenizar o impacto do término de 32 anos de casamento de maneira inusitada e inesperada, está conseguindo aceitar a situação graças à terapia constante de uma psiquiatra famosa e competente.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

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Cultura do estupro, medidas paliativas do governo e as redes sociais como espelho da sociedade. PRELIMINARES - CAROL PATROCÍNIO

Muito tem se falado de cultura do estupro. E muito tem se negado sua existência. É comum ver o discurso de que mulheres precisam “se dar o respeito”, “vestir-se decentemente” ou “não se portar como uma vagabunda” para evitar o crime. Essa é a famosa culpabilização da vítima, um dos recursos mais usados e bem aceitos na cultura do estupro.
A questão é que estupros acontecem em países em que mulheres vestem burcas. Estupros acontecem no exército e na marinha, com mulheres uniformizadas respeitando normas rigidas. Com mulheres que acabaram de sair da igreja. E pesquisadores dizem que o estuprador tem desejo por poder, não só pelo corpo feminino. O sexo é um detalhe, a subjugação é o clímax.
A cultura do estupro se dá quando a mídia, por exemplo, exibe anúncios em que mulheres são violentadas como se isso fosse algo normal. O site Business Insider lista, regularmente, anúncios que estimulam ou desqualificam a violência contra a mulher. Em um deles, do governo do Egito, representa a mulher por meio de um pirulito com plástico e outro sem, sendo atacado por moscas (representando o homem), com a seguinte frase: "Você não pode parar (as moscas), mas pode proteger-se".
Ao mesmo tempo que grupos lutam para discutir o exemplo social dado a meninos e a cultura que desqualifica a liberdade feminina e dá liberdade para que o homem acredite que nunca poderá receber um não como resposta, o número de casos de estupro, em São Paulo, por exemplo, bateu recordes com uma média de 37 casos por dia. TRINTA E SETE mulheres sofrem abuso sexual POR DIA. Assustador, não?
Resolver o problema não é simples. É necessário mudar uma cultura ligada a interesses financeiros e de controle de massa. Uma cultura que prefere deixar as pessoas ignorantes, odiando umas as outras, para que não se importem com problemas grandes de interesse comum. Mas enxergar o problema e começar trabalhos para transformar a realidade é a saída.
No entanto, ao invés de mostrar que o estupro é errado e que estupradores serão punidos severamente, o governo de São Paulo resolveu criar uma cartilha para que a mulher se proteja. É claro, a vítima deve ser responsável para evitar seu abuso – que em grande parte dos casos é feito por pessoas conhecidas e do seu convívio. Quão maluco é tudo isso?
Imagine que você está atravessando a rua, na faixa e com o farol de pedestres verde, é atropelado. Jogado a uma distância assustadora, tem diversos ossos quebrados e sequelas para o resto da vida. As autoridades dizem, diretamente a você, enquanto você ainda sente as dores, ali, no chão, que o motorista que fez isso está errado, mas que você deveria ter prestado mais atenção antes de passar por ali. É assim que é tratada uma mulher vítima de estupro.

Pai de aluno ameaça professores e depreda sete carros em escola infantil Alterado, ele queria levar filho; suspeito foi detido pela PM, em São Carlos. Professoras relatam situação de pânico no local na tarde desta quarta-feira. G1


Carros tiveram para-brisas e retrovisores danificados por homem em escola de São Carlos (Foto: Wilson Aiello/EPTV)Carros tiveram para-brisas e retrovisores danificados por homem em escola (Foto: Wilson Aiello/EPTV)
Um homem foi detido pela Polícia Militar de São Carlos (SP) após fazer ameaças e danificar pelo menos sete carros de professores da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Maria Consuelo, no bairro Antenor Garcia, na tarde desta quarta-feira (29). Segundo a Polícia Militar, o homem, que já chegou ao local alterado, ficou descontrolado após a escola se recusar a entregar seu filho, que é aluno no local.
Segundo a professora Cátia Rubira Fernandes, o homem procurava por uma criança que não estudava no local. “Ele estava procurando o filho mais velho, mas quem estuda na escola é o mais novo. Mesmo assim ele estava alterado e não podíamos entregar uma criança”, disse.
Após a recusa, o homem começou a ameaçar os professores com um pedaço de pau. “Ele disse que ia voltar e invadir com um carro, nós entramos e colocamos todas as crianças dentro de uma sala de aula e ficamos todos lá, ligando para os pais e chamando a polícia, a situação foi de pânico, parecia filme”, afirmou Cátia.

Depois das ameaças, o homem passou a depredar os carros que estavam estacionados do lado de fora, em um terreno, já que a escola não tem estacionamento. O para-brisa do carro da professora Ana Paula Almeida ficou destruído. “Não consigo enxergar de dentro do carro. O que aconteceu hoje foi só um exemplo de todo o risco que corremos diariamente na escola”, comentou.

NUNCA ESQUECENDO: A IV FLIMAR VEM AÍ


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TABELA DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES - FOLHA DA BARRA


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PASTOR DIZIA QUE TINHA PÊNIS ABENÇOADO


Marquezine é tratada como a ‘sensual namorada de Neymar‘ pela imprensa espanhola - TRIBUNA HOJE

http://www.tribunahoje.com/noticia/65230/entretenimento/2013/05/29/marquezine-e-tratada-como-a-sensual-namoradMarquezine é tratada como a ‘sensual namorada de Neymar‘ pela imprensa espanhola
a-de-neymar-pela-imprensa-espanhola.html

Após Neymar assinar contrato com o Barcelona, a vida pessoal do craque virou alvo da imprensa internacional. Veja a repercusão da imprensa no link.
Marquezine é tratada como a ‘sensual namorada de Neymar‘ pela imprensa espanhola

http://www.tribunahoje.com/noticia/65230/entretenimento/2013/05/29/marquezine-e-tratada-como-a-sensual-namorada-de-neymar-pela-imprensa-espanhola.html

Após Neymar assinar contrato com o Barcelona, a vida pessoal do craque virou alvo da imprensa internacional. Veja a repercusão da imprensa no link.

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O TRISTE FIM DA CAXIROLA PROIBIDA DURANTE A COPA E EM TODOS OS CAMPEONATOS




UM TEXTO DE AUGUSTO NUNES - BLOG DO NOBLAT

"A desmoralização da caxirola". 

Por Augusto Nunes, VEJA Online

Nos palavrórios que festejam a inauguração de estádios que não ficaram prontos, Dilma Rousseff espanca a verdade com a mesma lenga-lenga: o Brasil Maravilha está mostrando aos eternos pessimistas, todos loiros de olhos azuis, que cumpre o que promete, faz o impossível, acelera na hora certa e por tudo isso, como avisou o padrinho Lula, vai matar a Argentina de inveja com a Copa de 2014.

Em 5 de abril, como atesta o vídeo na seção História em Imagens, a discurseira ufanista se repetiu na Arena Fonte Nova, em Salvador, reconstruída com milhões de reais tungados dos brasileiros que pagam impostos.

Nesta segunda-feira, o desabamento da parte da cobertura do estádio na Bahia ─ um dos tantos monumentos à gastança concebido pelos arquitetos da Copa da Roubalheira ─ desmontou a farsa.

Quem acreditou em Dilma dormiu sonhando com a oitava maravilha do mundo. Acordou com o barulho do teto que não resistiu ao primeiro temporal.

Melhor que a presidente se recolha ao silêncio por alguns dias. Enquanto faz de conta que só conhece as velhas fontes de Roma que viu na visita ao Papa, Dilma talvez aprenda onde fica o gol. A diferença entre o pau de escanteio e o bandeirinha pode ficar para depois.

É um perigo debochar dos orixás da Bahia, confirma a maldição da Fonte Nova. Dilma Rousseff desafiou os deuses do candomblé durante a cerimônia no Palácio do Planalto que, em 23 de abril, promoveu a caxirola a símbolo da Copa do Mundo e Carlinhos Brown a gênio da raça.

“O Carlinhos não disse, mas ele me falou que a caxirola também tem um sentido transcendental de cura, de enfim, de paz com o mundo, de estar, de fato em sintonia com a natureza e com todos os orixás”, desandou a presidente.

Decidida a enxergar a pátria em forma de chocalho no que nunca passou de um caxixi pintado de verde e amarelo, Dilma envolveu as poderosas entidades numa tapeação de quinta categoria. Está pagando caro pela heresia.

Em 28 de abril, uma chuva de caxirolas no gramado da Fonte Nova demonstrou que Carlinhos Brown inventara uma arma. Nesta segunda-feira, as retaliações se intensificaram: num mesmo dia, a caxirola foi expulsa da Copa das Confederações e a cobertura do estádio desabou.

A presidente que mantenha distância da Fonte Nova: pelo jeito, orixás não perdoam insultos em dilmês de boleiro.


Foto: Evandro Veiga
"A desmoralização da caxirola". Por Augusto Nunes, VEJA Online
 
Nos palavrórios que festejam a inauguração de estádios que não ficaram prontos, Dilma Rousseff espanca a verdade com a mesma lenga-lenga: o Brasil Maravilha está mostrando aos eternos pessimistas, todos loiros de olhos azuis, que cumpre o que promete, faz o impossível, acelera na hora certa e por tudo isso, como avisou o padrinho Lula, vai matar a Argentina de inveja com a Copa de 2014.

Em 5 de abril, como atesta o vídeo na seção História em Imagens,  a discurseira ufanista se repetiu na Arena Fonte Nova, em Salvador, reconstruída com milhões de reais tungados dos brasileiros que pagam impostos.

Nesta segunda-feira, o desabamento da parte da cobertura do estádio na Bahia ─ um dos tantos monumentos à gastança concebido pelos arquitetos da Copa da Roubalheira ─ desmontou a farsa.

Quem acreditou em Dilma dormiu sonhando com a oitava maravilha do mundo. Acordou com o barulho do teto que não resistiu ao primeiro temporal.

Melhor que a presidente se recolha ao silêncio por alguns dias. Enquanto faz de conta que só conhece as velhas fontes de Roma que viu na visita ao Papa, Dilma talvez aprenda onde fica o gol. A diferença entre o pau de escanteio e o bandeirinha pode ficar para depois.

É um perigo debochar dos orixás da Bahia, confirma a maldição da Fonte Nova. Dilma Rousseff desafiou os deuses do candomblé durante a cerimônia no Palácio do Planalto que, em 23 de abril, promoveu a caxirola a símbolo da Copa do Mundo e Carlinhos Brown a gênio da raça.

“O Carlinhos não disse, mas ele me falou que a caxirola também tem um sentido transcendental de cura, de enfim, de paz com o mundo, de estar, de fato em sintonia com a natureza e com todos os orixás”, desandou a presidente.

Decidida a enxergar a pátria em forma de chocalho no que nunca passou de um caxixi pintado de verde e amarelo, Dilma envolveu as poderosas entidades numa tapeação de quinta categoria. Está pagando caro pela heresia.

Em 28 de abril, uma chuva de caxirolas no gramado da Fonte Nova demonstrou que Carlinhos Brown inventara uma arma. Nesta segunda-feira, as retaliações se intensificaram: num mesmo dia, a caxirola foi expulsa da Copa das Confederações e a cobertura do estádio desabou.

A presidente que mantenha distância da Fonte Nova: pelo jeito, orixás não perdoam insultos em dilmês de boleiro.


Foto: Evandro Veiga

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LOJAS ABRIRÃO NO FERIADO EM MACEIÓ - GAZETAWEB




A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio/AL) informou, por meio de nota encaminhada à imprensa na tarde desta terça-feira (28), que as lojas do centro de Maceió funcionarão em horário especial, das 9h às 13h, na próxima quinta-feira (dia 30), feriado de Corpus Christi. 

Já os shoppings da capital funcionarão em horário habitual: o Maceió Shopping e o Pátio Maceió, das 10h às 22h, enquanto o Shopping Farol, das 9h às 21h. 

Bancos e repartições públicos não funcionarão nesta quinta-feira. Governo do Estado e Prefeitura de Maceió decretaram ponto facultativo na sexta (31)
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Musa do Fluminense, campeã do Casa Bonita arrisca palpite para o jogo de hoje pela Libertadores Bianca Leão está confiante na vitória do tricolor carioca


 
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Campeã do Casa Bonita, Bianca Leão é musa do Fluminense
(Crédito: Reprodução)


Hoje é um dia tenso para qualquer torcedor do Fluminense. No Paraguai, o time encara o Olimpia nesta quarta, às 22h, em busca de uma vaga na semifinal da Libertadores. Esse seria um título inédito na história do clube das Laranjeiras, que tem uma torcedora pé quente em matéria de campeonatos: a jovem Bianca Leão venceu os concursos de Musa do Fluminense e Musa do Brasileirão em 2011 e, na semana passada, foi eleita pelo público a grande campeã do "Casa Bonita 5". Ela já está preparando o coração para quando a bola rolar no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção.