sexta-feira, 20 de setembro de 2019

LUSCAR


SPONHOLZ


16º PRÊMIO NOTÁVEIS DA CULTURA - "ORGULHO ALAGOANO" - 2019 - INÍCIO DA VOTAÇÃO: 1º DE OUTUBRO - VIA EMAIL.

16º PRÊMIO NOTÁVEIS DA CULTURA ALAGOANA ( ano 2019)


(VOTAÇÃO VIA INTERNET – Início da votação: 1º outubro 2019 – término da votação: 31 dezembro 2019.
Entrega durante a Festa do Pôr do Sol à partir das 17 horas do dia 24 de janeiro (sexta-feira) na Barraca Pedra Virada (Orla da Ponta Verde)
Votação pelo EMAIL: carlitoplima@gmail.com
VC pode votar em todas as categorias ou algumas ou mesmo apenas uma só categoria
ABAIXO AS CATEGORIAS À SUA ESCOLHA – SÓ PODE VOTAR UMA VEZ.
GASTRONOMIA
.
Doce-
Café da manhã -
Restaurante -
Bar -
Barraca de Praia -
MÚSICA
Cantor -
Cantora -
Cantor Lírico –
Cantora Lírica-
Cantor Revelação-
Músico -
Espetáculo Musical -
Coral -
Grupo Musical -
Espetáculo aberto à comunidade
LITERATURA
Livro -
Livro poesia -
Livro romance-Literatura Humor -
Livro histórico -
Literatura Infantil -
Crônicas -
Coluna de jornal -
Chargista -
Evento Literário -
Livraria-
Banca de Revista -
ARTES
Dança:
Teatro:
Ator:
Atriz:
Cinema:
Escultura:
Grupo Folclórico:
Bloco Carnavalesco:
Espaço
Evento Cultural: .
Produtor Cultural:
IMPRENSA
Programa de TV -
Programa de Rádio-
Edição de Cultura (Jornal)
Jornal Eletrônico -
BLOG -
Fotógrafo Jornalismo -
Fotógrafo Profissional -
Fotógrafo Amador -
Revista:
Site:

J.R.GUZZO



SALVEM A CIÊNCIA

Manifestantes fazem “marcha pela ciência” nos Estados Unidos – 13/Dez/2017
Há diversas guerras sendo travadas ao mesmo tempo no Brasil de hoje – tantas, na verdade, que o indivíduo precisa prestar um bocado de atenção para não confundir uma com outra e acabar tomando partido a favor de algo que é contra, ou ficando contra algo de que é a favor. Temos neste momento guerras contra e a favor do governo, contra e a favor da Operação Lava Jato, contra e a favor da comida orgânica e por aí afora, numa irada paleta de conflitos que vão do zero ao infinito, e dali seguem em frente. Uma das mais perversas que se pode encontrar hoje é a guerra contra a ciência. Não é coisa só brasileira, infelizmente – o que aumenta em 50 tons, ou sabe Deus quantos, o tamanho da complicação. É certo, em todo caso, que qualquer cidadão consciente deveria estar na linha de frente neste combate – pois o ataque à ciência, sejam quais forem as suas formas, é um dos mais conhecidos atalhos para o ataque às liberdades individuais. Ir contra os preceitos científicos, e em consequência contra o conhecimento obtido pelo homem com base na observação dos fatos, é ir contra um dos direitos humanos mais básicos e evidentes por si mesmos: o direito que as pessoas têm de pensar livremente, e chegar às conclusões que a sua razão recomenda. O contrário disso é obedecer a aquilo em que os mais fortes, ou a maioria, querem que você acredite. Em suma: sem o respeito à ciência não pode haver democracia.
Parece bem simples, e realmente é simples – mas está dado um trabalho danado, nos dias em que vivemos, explicar a coisa às organizações e pessoas que têm opiniões diferentes das suas. Cada vez mais, a regra vigente parece ser: ou você concorda, ou você está errado. Quando o Estado age com base em tal princípio, e impõe seu ponto de vista porque tem a força, chamamos a isso de despotismo. Quando são às pessoas à sua volta que agem assim, a proibição ao ato de pensar se transforma em “causa”. É o que estamos vendo hoje em dia. E se a lógica, ou os fatos, estiverem do seu lado? Danem-se a lógica e os fatos. Nas regiões escuras da mente de onde sai essa visão do mundo, o que importa não é a busca da verdade, e nem a liberdade que só ela pode dar ao homem – o que interessa é a “virtude”, e virtude é tudo aquilo que os defensores das “causas” dizem hoje que é virtude. A observação da realidade, nesse universo, importa cada vez menos. Vivemos um momento riquíssimo em opiniões automáticas e desinformadas. É o que há, em matéria de escuridão.
Por conta disso, o Brasil e o mundo assistem no momento ao rápido crescimento de uma Disneylândia mental onde é proibida a entrada de fatos. Voltou-se a sustentar que a Terra é plana, e há cada vez mais gente exigindo novas provas de que a Terra gira em volta do sol. As ideias “criacionistas” alegam, com apoio crescente, que o homem, o mundo e o universo são o resultado da ação de algum agente sobrenatural – e não da transformação da matéria e da evolução das espécies. O presidente francês Emmanuel Macron insiste que a Amazônia “está em chamas” e diz que tem no bolso, inclusive, um plano para resolver o problema. A biologia não existe mais como fator relevante na determinação do sexo, ou “do gênero”, dos seres humanos. Hospitais exigem que os seus pacientes assinem declarações atestando qual a religião que seguem, para se livrarem de possíveis processos na justiça pela aplicação de transfusões de sangue e outros procedimentos da medicina. Aumenta, a partir dos Estados Unidos, o número de gente que se opõe à vacinação. É cada vez mais espalhada a crença de que os animais têm “alma”, ou que os vegetais, e até as pedras, são capazes de sentimentos. Autoridades tentam impor censura à manifestação de pontos de vista que porventura se choquem com suas convicções.
A verdade é que o mundo de hoje tem cada vez mais gente acostumada a anunciar a verdade do que a verificar se essas suas verdades são realmente verdadeiras – ou seja, se têm apoio real na ciência, na lógica, no conhecimento acumulado nos últimos 10.000 anos pela humanidade ou no simples bom senso. Há, cada vez mais, uma notável impaciência, irritação ou puro e simples ódio diante dos fatos, quando eles não combinam com a opinião ou os desejos que lhe querem impor. A guerra contra a ciência, historicamente, sempre foi coisa da Igreja Católica, que considerava qualquer avanço no conhecimento humano uma ameaça direta ao seu controle sobre “a verdade” – e até a pouco mais de 300 anos atrás mandava para a fogueira quem dissesse que a Terra se movia sobre si mesma e em torno do Sol. O grande fundamento para essa tirania sobre as ideias era a ignorância em massa do povo, suas superstições milenares e a proibição de publicar a Bíblia em outra língua que não fosse o latim – para que ninguém entendesse nada do que estava escrito ali e não começasse a fazer perguntas incômodas. Hoje a coisa mudou de patamar.
Combatem a ciência, em nossa era, os espécimes mais diversos: magnata com jatinho, doutor em ciência social ou executivo liberal, moderno e descolado, que se imagina mais inteligente por ter deixado de usar gravata e aprendido a dizer palavras como “sustentabilidade”, etc. Políticos de todos os naipes estão entre os grandes generais desse exército das trevas – à esquerda e à direita, no centro, no centrão e no centrinho. Mais que tudo, a atual resistência ao conhecimento científico parece ter suas principais bases de operação dentro das universidades, onde é proibido estudar, pesquisar ou sequer indagar qualquer coisa que incomode a fé política dos professores, diretores, reitores. Todos eles trabalham com crenças, e não com realidades.
“Salvem as baleias”, dizem a você quase todo dia. Muito justo. Mas bem que alguém poderia começar a dizer: “Salvem a ciência”.

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EM 2020 NÃO ESQUEÇAM: NÃO PRECISAM SAIR DE MACEIÓ PARA ENTRAR NA FOLIA


Guzzo implacável: “Maia comandou um assalto”

20/09/2019 às 05:43

O presidente da Câmara dos Deputados é efetivamente uma figura extremamente nociva ao país.
Essa é a constatação do inigualável jornalista José Roberto Guzzo.
Objetivo e direto ao ponto, Guzzo detectou:
“Rodrigo Maia faz cara de ofendido quando é chamado de ladrão, mas acaba de comandar um assalto direto ao erário chamado ‘reforma eleitoral’. Roubar o dinheiro do imposto que você pagou aprovando leis é o mesmo que roubar apontando um revólver para a sua cabeça. Roubo é roubo.”
Perfeito!
O “Botafogo” é capaz, de fato, de qualquer atrocidade, basta que tenha oportunidade e necessidade, para colocar em prática.
Acuado, chora.
São autênticas lágrimas de crocodilo.

AUGUSTO NUNES - JBF



SUPREMO VIGARISTA

Gilmar conta mentiras com o mesmo desembaraço exibido ao tratar a socos e pancadas o Estado Democrático de Direito
“Aprendemos, vendo esse submundo, o que eles faziam: delações submetidas a contingência, ironizavam as pessoas, perseguiram os familiares para obter o resultado em relação ao investigado. Tudo isso que nada tem a ver com o Estado de Direito”.
Gilmar Mendes, ministro do STF, na entrevista à Folha, sobre as mensagens roubadas divulgadas pelo protegido Glenn Greenwald, reafirmando que mente com o mesmo desembaraço exibido ao tratar a socos e pancadas o Estado Democrático de Direito.

Sargento e soldada da PM são presos ao serem flagrados em motel durante horário de serviço em Belém. G1

Por G1 PA — Belém
 

Pms são flagrados dormindo em motel no horário de serviço em Belém. — Foto: Reprodução / Google MapsPms são flagrados dormindo em motel no horário de serviço em Belém. — Foto: Reprodução / Google Maps
Pms são flagrados dormindo em motel no horário de serviço em Belém. — Foto: Reprodução / Google Maps
Dois policiais militares foram detidos na madrugada desta quinta-feira (19), suspeitos de terem abandonado o serviço. Eles foram encontrados em um motel no bairro do Parque Verde, em Belém, no horário em que deveriam estar em plantão nas ruas.
De acordo com a Corregedoria a Polícia Militar, o flagrante ocorreu após denúncia. O sargento e a soldada, do 24º Batalhão, foram encontrados dormindo no motel. O casal foi autuado por dormir em serviço, abandono de posto e prevaricação, que é o crime cometido por funcionário público quando, indevidamente, deixa de praticar ato de ofício visando satisfazer interesse pessoal.
De acordo com a Corregedoria, os militares serão encaminhados para o Centro de Reclusão Coronel Anastácio das Neves, no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, no Distrito de Americano, e serão submetidos à Audiência de Custódia nas próximas 24 horas.
Os policiais foram conduzidos até a Corregedoria para início dos procedimentos legais. Um outro membro da guarnição teria sido levado para servir de testemunha.

SPONHOLZ


DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA.

AUMENTA O CANCELAMENTO DE CPF DE BANDIDOS

Dados do Instituto de Segurança Pública mostraram queda de 21,5% no número de homicídios no Rio de Janeiro entre janeiro e agosto.
Mas nas manchetes só se vê aumento no número de mortes dos bandidos.
* * *
As manchetes estão assim porque as redações da nossa imprensa continuam lotadas de zisquerdóides frustrados.
E a tabacuda Maria do Rosário é a ídola de todos estes “jornalistas” militantes dos direitos dos manos.
“Coitadinhos… a polícia fascista está exterminando nossos cumpanheros”

IMPERDÍVEL PARA GESTORES PÚBLICOS, FUNCIONÁRIOS, EMPRESÁRIOS, EMPREGADOS E O POVO EM GERAL.


AUGUSTO NUNES



SUPREMO PATIFE

Gilmar esqueceu que mandou soltar dezenas de quadrilheiros que o STF tentou engaiolar
“Foi o Supremo Tribunal Federal que condenou os mensaleiros, foi o tribunal que levou a cabo sem produzir diatribes processuais, sem produzir violações. Só mandou prender depois do trânsito em julgado”.
Gilmar Mendes, na entrevista à Folha, fingindo ter esquecido que mandou soltar meio mundo que o Supremo tentou prender.

NANI - CHARGE ONLINE


HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA


O SÍTIO DA BICA DA PEDRA



Era uma vez, em Maceió, uma jovem, bela, recatada e do lar, filha de um comerciante de sapatos na Rua do Comércio. Fernanda, aluna do Colégio São José, aprendeu com a mãe a costurar, cozinhar, tocar piano e ser rainha de casa. O pai, extremamente religioso, só deixava a filha sair à rua ou às festas, se acompanhada dos irmãos. Claro que sua virgindade permaneceu invicta até o casamento. A beleza e sensualidade exuberante de Fernanda chamavam a atenção. Numa festa de 15 anos, conheceu Albérico Albuquerque, mancebo de família rica, estudante de Direito no Recife, bonito, másculo, xodó das mulheres, passava férias de final de ano na cidade.

Albérico encantou-se por Fernanda, a bela. Iniciaram um namoro de portão de casa, horário e vigilância rígidos. Dentro de dois anos, casaram-se, apesar da resistência dos pais do noivo, queriam um casamento para o filho dentro do circuito açucareiro. Albérico, já exercia a função de advogado das empresas familiares; impôs-se e casou-se, com direito a lua de mel na Europa.

Três anos se passaram, o casal bonito chamava a atenção. Albérico não quis filho no início do casamento; Fernanda se frustrava. O ritmo de amor na cama diminuiu, às vezes mais de um mês sem um carinho. Em conversa com a prima e confidente, Claudinha, Fernanda ouviu com atenção o relato das peripécias sexuais da prima na cama com o marido. Claudinha não podia viver sem aqueles carinhos especiais. Fernanda encantou-se e excitou-se com os detalhes contados pela prima, ascendeu-lhe uma fogueira em suas entranhas, quase adormecidas.

À noite, depois do banho, Fernanda vestiu minúsculo lingerie preto, estava divina e escandalosamente sensual. Albérico sequer olhou para esposa, disse apenas estar cansado, deitou-se. Ela não entendeu, nem admitiu aquela apatia. Abraçou o marido, atacou com volúpia, mãos e boca entornaram o corpo másculo. Para sua surpresa, Albérico levantou-se, olhou para esposa e a repreendeu: - “Quem faz isso é prostituta. Quem lhe ensinou? Você quer ser quenga?”. Dizendo-se muito cansado foi dormir em outro quarto.

Fernanda, entristeceu e chorou. Seus instintos desejavam aqueles carinhos ensinados pela prima. Ficou a perguntar-se se era uma tarada, uma quenga. Custou a dormir. No dia seguinte nem Albérico, nem Fernanda, conversaram sobre o acontecimento da noite anterior.

O casal gostava de passar fim de semana no bucólico sítio na Bica da Pedra, beirando a lagoa Manguaba. Certo domingo, Fernanda teve que retornar a Maceió mais cedo, o motorista viria buscar Albérico perto da noite; deixou o marido cheio de uísque deitado na rede. Com quinze minutos dirigindo, ela sentiu falta da bolsa, naquela época não havia celular, Fernanda resolveu retornar ao sítio. Ao entrar na casa, notou alguma coisa fora do normal, não havia vestígio do marido. Ao segurar a bolsa em cima da mesa, ouviu um barulho em seu quarto. Abriu a porta e tomou um choque; essa cena permaneceu na memória para o resto da vida. O belo Albérico, nu, por cima da filha do morador, uma garota de 16 anos. Fernanda soltou um grito, “Filho de uma puta”, correu, entrou no carro. Chorou até chegar em casa.

Era noite quando  Fernanda parou de chorar. Tomou um banho, nua, olhou-se no espelho, achou-se bonita. Colocou um belo vestido, perfumou-se, pegou um táxi em direção ao Zinga Bar na praia de Riacho Doce. Avistou alguns conhecidos, sentou-se à mesa com amigas e amigos. A partir dessa noite, escandalizou a província saindo com homens solteiros e casados. A história de Fernanda e Albérico tornou-se o fato mais comentado pelos fuxiqueiros em todas as esquinas, bares e lares da cidade.

Fernanda foi morar ao Rio de Janeiro. Amou a balada carioca dos anos 60/70. Bonita e gostosa frequentou os bares e boates de Ipanema e Copacabana. Caiu na noitada carioca. Fez sucesso entre artistas, políticos, desocupados. Arranjou um emprego, depois do meio dia. A nova vida terminou arrastando-a aos braços de muitos homens, famosos ou não. Fez sucesso, mestra em todas as posições do Kama Sutra. Até que um dia um senador do Paraná apaixonou-se, deu-lhe apartamento, joias e um emprego no Senado. Os anos passaram-se, teve dois filhos com o Senador, foi-lhe fiel até a morte. Hoje, em seu apartamento em Copacabana, Fernanda olha pela janela o mar azul, relembra da juventude presa, recatada e do lar. Tem planos de morar, passar o resto da vida, no sítio da Bica da Pedra.