domingo, 8 de setembro de 2019

'Grito dos Excluídos' desfila em protesto contra mazelas do governo Renan Filho - GAZETAWEB


Falta de diálogo e desprezo com trabalhadores foram as principais críticas neste 7 de Setembro  COMENTE
 Por Jobison Barros e Greyce Bernardino    07/09/2019 10h47 - Atualizada às 07/09/2019 11h35
Grito dos Excluídos concentrados na Praça Sinimbu, no Centro
FOTO: GREYCE BERNARDINOEm pleno 7 de Setembro, não faltam problemas para o país e, em Alagoas, a situação permanece a mesma: escândalos na Saúde, Educação, Segurança, Assistência Social e demais áreas que atingem diretamente a população que aqui reside. Apesar de desfilar com toda a pompa, acompanhado de diversas autoridades, na manhã deste sábado (7), Renan Filho (MDB) foi amplamente criticado por dezenas de trabalhadores integrantes do chamado "Grito dos Excluídos", que também promoveu seu desfile para protestar contra as mazelas do governo do Estado. 

sábado, 7 de setembro de 2019

CHARGE - SINOVALDO


CHARGE -


3ª FESTA LITERÁRIA DO PONTAL DA BARRA - 3ª FLIPONTAL - A PREFEITURA DE MACEIÓ CONTINUARÁ COM O PROJETO DE FESTAS LITERÁRIAS NOS BAIRROS DA PERIFERIA DE MACEIÓ - NOS DIAS 17, 18 E 19 DE OUTUBRO SERÁ A VEZ DA 3ª FLIPONTAL - OS HOMENGEADOS: O ROMANCISTA BAIANO JORGE AMADO E O CORDELISTA ALAGOANO JORGE CALHEIROS. IMPERDÍVEL A FESTA DOS JORGES. LEVEM SEUS FILHOS, PROFESSORAS LEVEM SEUS ALUNOS.




CHARGE -


DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA

DEU NO JORNAL


BANDIDOS TERRORISTAS ATUANDO NO PARÁ

A Polícia Civil do Pará fez o flagrante de “nefasto cenário de queimadas e crimes ambientais” no município de Redenção (PA), “provocados pelos integrantes do acampamento sem-terra”.
Os invasores de duas fazendas chamaram a polícia para “denunciar” supostos crimes ambientais dos proprietários. Chegando ao local, a polícia viu que era tudo mentira, e identificou “prática de crimes bárbaros” dos sem-terra.
A Polícia Civil concluiu que as queimadas foram provocadas pelos sem-terra para impedir reintegração de posse ordenada pela Justiça.
Em vídeo um sem-terra admite à polícia que a queimada era para tentar impedir a reintegração. E que pagou pixuleco de R$ 20 a cada invasor.
Um líder sem-terra, Divino Souza foi preso pela tentativa de homicídio qualificado de policiais militares que atuaram no caso.
Relatório Circunstanciado da Delegacia de Conflitos Agrários atribui a sem-terras diversos crimes: de cárcere privado a porte ilegal de armas.
Os sem-terra contaram à polícia que tocaram fogo na floresta para dificultar a ação policial de apoio à reintegração de posse – (Foto: Polícia Civil do Pará.)
* * *
Uma milícia terrorista, comandada nacionalmente por um vagabundo lulo-pretralha do porte do Stédile, é capaz de qualquer insanidade.
Cacete no lombo desses bandidos!!!
Arroche, Ministro Sérgio Moro!!!
Parabéns pra Polícia Civil do Pará que desmascarou estes criminosos.

CHARGE - CAZO


Bolsonaro abre desfile de 7 setembro acompanhado do filho Carlos -UOL

Presidente coloca uma criança no carro vestida com uma camisa da seleção brasileira

O presidente Jair Bolsonaro acena ao público no desfile de 7 de setembro Foto: Daniel Marrenco/O Globo
O presidente Jair Bolsonaro acena ao público no desfile de 7 de setembro Foto: Daniel Marrenco/O Globo

BRASÍLIA - Com o filho Carlos Bolsonaro sentado na parte de trás do Rolls Royce, repetindo a cena da posse, o presidente Jair Bolsonaro desfilou em carro aberto na Esplanada dos Ministérios na comemoração do 7 de Setembro. A primeira-dama Michelle Bolsonaro, de vestido amarelo, o esperou no palanque junto com a filha Laura, de 8 anos.

CHARGE -


CHARGE RIBS


PERCIVAL PUGGINA - JORNAL DA BESTA FUBANA



A PÁTRIA EM TEMPOS DECISIVOS

Vai passando batida mais uma Semana da Pátria. São poucas, fora dos círculos militares, as manifestações de celebração a esse marco temporal de nossa nacionalidade. Mas não escrevo para pedir que as pessoas, que os lares e que as vitrinas se enfeitem de verde e amarelo. O objetivo deste texto é bem diferente. É um apelo aos brasileiros, de modo especial aos que amam a pátria e se sentem responsáveis por ela.
Escrevo para muitos, portanto. Aproveitemos esta semana para refletir sobre o que tantos conterrâneos continuam a fazer. Por vocação e gosto desejam prosseguir na faina que acabou por transformar o Brasil numa casa de tolerância, desavergonhada como raras vezes se viu igual. Uma casa de tolerância tão avessa à ordem que não se perturba com vê-la entregue aos criminosos. Que conta bandidos mortos e não conta policiais perdidos em combate. Que fala mal do Brasil para o mundo e faz palco a todo estrangeiro que venha fazer o mesmo aqui dentro. Casa de tolerância que aplaudia e hoje reverencia o gangsterismo político e o crime que por tanto tempo operou nos altos andares da República. Casa de tolerância de um banditismo deslavado e sorridente, de uma elite rastaquera e debochada, que conta dinheiro e votos como se fossem a mesma coisa. E festeja toda impunidade.
Já não lhes basta a própria corrupção. Dedicam-se, há bom tempo, à tarefa de corromper, aos milhões, o próprio povo, desde as mentes infantis. São milhões e milhões que já não se repugnam, que desconhecem constrangimento, que não reclamam e, pior, se proclamam devotos. Aplaudem.
Não é apenas no plano da política que a nação foi sendo abusada e corrompida. Também nos costumes, no desprezo à ética, à verdade e aos valores perenes. No pior dos sentidos, foi arrastada nesse rumo uma nação debilitada pela pobreza. Incitaram o conflito racial em um povo mestiço desde os primórdios. À medida que Deus foi sendo expulso, à base de interditos judiciais e galhofas sociais, instalou-se, no Brasil, a soberania do outro.
Recebemos de Deus e da História um país esplêndido. No lugar onde hoje emergimos de qualquer mergulho nos acontecimentos das últimas décadas é impossível não perceber que às ações de agora correspondem reações contrárias, empurrando-nos precisamente para os embaraços dos quais quisemos sair e saímos.
Nosso dever cívico não tem data nem prazo de validade. São tempos para não esmorecer, tempos para que não tombem nossos braços nem nos falte o indispensável alento para o convívio livre e democrático com a divergência, conhecendo os valores que abraçamos e confirmando, sempre, nossa confiança nos frutos da verdade, da dignidade e da liberdade.
Feliz Semana da Pátria, de uma pátria mais feliz consigo mesma!

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

ALBERTO ROSTAND SERÁ O ORIENTADOR DO DEBATE SOBRE LIVROS INFANTO-JUVENIS NA 2ª FESTA LITERÁRIA DE BARRA DE SÃO MIGUEL ( 10 A 12 DE OUTUBRO)


HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA



A MANICURE
- Depois de velho você ficou relaxado, coisa feia!  Não corta o cabelo, unhas grandes, vou contratar manicure. Se eu morrer você vai virar lobisomem. - Vivia reclamando Dona Sílvia aos ouvidos de Fonseca.
Certo sábado, pela manhã, apresentou-se no apartamento uma morena sorridente, Aparecida, manicure. Dona Sílvia tirou o marido da leitura dos jornais na varanda, hora de fazer as unhas, ele levantou-se, mais para livrar-se da insistente mulher. Sentou-se na poltrona, cumprimentou a manicure, acionou o controle remoto da televisão.  Colocou os pés numa bacia de água quente para amolecer as unhas. Dona Sílvia deixou o marido entregue à manicure, foi às compras, sábado é dia de Shopping, encontro de amigas, só retornaria na hora do almoço.
    Durante o cortar das unhas, Aparecida alisou a mão de Fonseca de uma forma suave, ele sentiu uma sensação gostosa, carícia no toque de mãos. Olhou para manicure e ficou inquieto ao perceber o generoso decote, seios duros, empinados. Há tempos não se excitava só em olhar uma mulher. Puxou conversa.
- Você é a boa manicure, sabe cortar com suavidade, onde aprendeu essa delicadeza?
- Eu precisava de uma profissão, ganhar dinheiro para me sustentar, tenho uma filha. Uma amiga me ensinou e fiz um curso no SENAC, hoje tenho bons fregueses, não paro de cortar unhas, os clientes gostam. Ser manicure foi muito bom para mim. O que ganho está dando para sobreviver.
- E seu marido, pai de sua filha, não lhe ajuda?
- Tenho marido não. Namorei um vizinho, ele me engravidou, eu era ainda menina, tinha 15 anos. O desgraçado danou-se para o Rio de Janeiro, sonhava ser cantor de rádio e televisão. Há mais de cinco anos não tenho notícias do vagabundo, me disseram que é traficante no morro. Eu moro com minha mãe.
Conversaram bastante. Aparecida contou sua vida, semelhante às jovens da periferia do Nordeste. Ao terminar, ele olhou os pés, as mãos, admirou as unhas simetricamente cortadas, perfeitas. Perguntou o preço do serviço, pagou R$ 35,00, cinco a mais do valor pedido. Aparecida agradeceu, guardou o material. Fonseca ficou encantado com o rebolar do corpo moreno dentro do vestido branco, quase transparente. Ela despediu-se perguntando quando retornava.
- Venha no próximo sábado. – Fonseca disse com entusiasmo.
Na hora do almoço Dona Sílvia inspecionou as mãos, os pés, do marido, aprovou, perguntou se havia gostado da manicure, Fonseca fez-se indiferente, entretanto, a jovem não saía da cabeça.
Fonseca alimentou-se de fantasia, sonhava com a morena acariciando seus pés. Ficava feliz desde sexta-feira. Em conversas enquanto cortava unhas, tornaram-se amigos, íntimos, certa vez ela confessou ter sido garota de programa, não gostou. Numa manhã de sábado, ao pagar a manicure, Fonseca encorajou-se, alisou o pescoço da jovem e deu-lhe um beijo na testa. Ela reclamou baixinho, com ar de cumplicidade: “Não Seu Fonseca, não...” Ele a trouxe num abraço apertado, beijou-lhe a boca. Deitaram-se no tapete comprado na Capadócia, fizeram amor pela primeira vez.
Dona Sílvia ao chegar notou a cara de felicidade do marido tomando uma cervejinha, cantando na varanda, achando o mar e a vida bonita. Convidou a esposa para almoçar fora, variar de comida, de tempero, foram à Barraca Pedra Virada na orla da Ponta Verde, encontraram amigos, passaram uma tarde maravilhosa conversando, uísque de combustível. Ao chegar em casa amaram-se como nunca mais tinham amado. Dona Sílvia, antes de adormecer, conseguiu perguntar: - O que houve com você, hoje?
No sábado seguinte Fonseca conversou sério com a manicure, não ficava bem fazer amor dentro de sua casa, era falta de respeito. Marcou, estabeleceu com Aparecida. Uma vez por semana, eles se encontram para uma deliciosa tarde de amor num motel. Dentro do apartamento nunca mais aconteceu. Afinal Fonseca é um cidadão de respeito.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

CHARGE DE BETO


AMAZÔNIA CRISE, OPORTUNIDADE E AÇÃO Gen Marco Antonio Felicio da Silva

Esse é meu terceiro artigo sobre a atual crise amazônica. Serei repetitivo em certos aspectos para permitir, aos que não leram os textos anteriores, melhor compreensão do que agora apresento e sugiro.
No decorrer de cursos sobre "Gerenciamento da Excelência”, aprendi que a melhor visão de crise é a que identifica erros e acertos, fatores favoráveis e desfavoráveis, bem como tendências que levem à construção de cenários futuros, mais ou menos prováveis de ocorrer ao longo do tempo.
Assim, transformamos a crise em oportunidade de desenvolvimento e de crescimento, escolhendo o cenário mais provável, minimizando erros e maximizando acertos para atingir as metas estratégicas
preestabelecidas.
Qual o motivo de não fazê-lo na atual crise
amazônica, buscando-se metas e ações estratégicas para sua total integração ao País, pois, ainda com vazios demográficos e dificuldades de mobilidade? Ou quanto a sua defesa, diante de incertezas e de ameaças estrangeiras, apesar da descrença de muitos que as julgam fantasia?
Por que não fazê-lo, reconhecendo a cobiça, estrangeira, de suas riquezas e as intenções de invadi-la e ocupá-la, desde 1850, apresentando-se como razão, para tal, a incapacidade dos brasileiros de preservá-la como um patrimônio, não do Brasil, mas da humanidade?
Invasões militares de outros países, com a aprovação da ONU, já foram realizadas, fundamentadas no “direito de ingerência” ou de “proteção”. Tal “direito”, por exemplo, foi respaldo ético e jurídico para as intervenções no Iraque e na antiga Iugoslávia em 1099.
Estamos tratando da maior e mais rica província mineral do mundo com incomparáveis diversidades animal e vegetal. É, também, a maior reserva hídrica em água potável do planeta. Para a respectiva zona de transição cerrado/floresta, ainda poderemos estender as fronteiras agrícola e pecuária, com grandes vantagens comerciais no comércio internacional.
Apesar do atual sistema de proteção ao meio ambiente, temos população que, pobre e sem assistência, usa os recursos da floresta para sobreviver. Nenhuma culpa lhe pode ser imputada. Nao é em verdade ameaca de monta. Segundo dito antigo, mais vale a vida de um brasileiro do que a de uma árvore. Ameaça, ao Brasil,, que está sendo combatida, decorre da omissão e da irresponsabilidade de governos anteriores, da corrupção em órgãos federais, que atuam na área, e do alheamento da Sociedade quanto aos interesses nacionais.
É essa omissão que permitia às centenas de ONGs estrangeiras – algumas assentadas em reservas de minerais estratégicos – controlar indígenas e territorios respectivos, como se fossem nações independentes, encostadas em fronteiras com outros países. Como a "Reserva Raposa Serra do Sol", uma demarcação, irresponsável e ameacadora à soberania nacional.
A ressaltar, na Região, a única presença marcante é a das Forças Armadas, embora diminuta, em pessoal e material, para a extensão territorial existente. Isso constatei, pessoalmente, em missões na Região.
Como exemplo, na área do Bico do Papagaio, na Vila dos Mulatos, a maior autoridade federal presente e conhecida, era um funcionário, da então SUCAM, distribuindo, em meio a miséria generalizada, comprimidos para os doentes de febre amarela.
Sem dúvida, as Forças Armadas(FFAA) são a única Instituição conhecida, presente e atuante em toda a Região.
São Elas, por tal razão, caracteristicas, estrutura em pessoal e material, a Instituição capaz de cumprir, efetivamente, as missões de administrar o respectivo desenvolvimento sustentável e o enfrentamento de ameaças internas e externas.
A atual crise comprova o acima dito, ainda mais que se trata de fenômeno repetitivo, a cada ano, necessitando, para evitá-lo ou aplacá-lo, de uma imensidade de recursos materiais de toda ordem, grande efetivo em pessoal e volumosos recursos financeiros.
Sugiro, em momento de ampla conscientização da populacao brasileira, SMJ, a criação, na Amazônia Legal, de áreas de pacificação – ou coisa que o valha –, tendo cada uma delas, de acordo com as necessidades e as características respectivas, a presença de Força-Tarefa adequada ao cumprimento das missões estabelecidas, entre elas a proteção ao desenvolvimento sustentável e a Defesa Externa.
Esta solução, ao longo do tempo, seria de menor custo e mais efetiva e eficaz.
Lógico que comando, controle e inteligência, meios eletrônicos, aéreos e navais diversos, bem como logística, equipamentos e armamentos próprios para emprego na Região devem ser considerados, como também, outras medidas: integracao às Forças Tarefas de elementos do INPE, IBAMA E DA FUNAI e, sob comando operacional, batalhões de Policia Florestal e efetivos da Policia Federal.
O combate ao descaminho, contrabando, ao trafigo de drogas e de armas estaria, também, entre as missões a cumprir.
A seleção e recrutamento de indios para as FFAA , fortaleceria as unidades das FT e a integração dos mesmos à Sociedade brasileira.
Uma última consideração: quando se fala em Defesa da Amazônia, estamos falando em Soberania Nacional. E não haverá a primeira se não tivermos os meios adequados para a manutenção e o incremento da última.
A enfatizar, os impedimentos existentes, derivados de acordos e tratados, assinados pelos ineptos Collor e FHC, os quais já deveriam estar rompidos, pois, contrários ao interesse nacional, restringindo a capacidade de Defesa Externa do Pais.
A motivar os atuais militares e governo, não esqueçamos que “árdua é a missão, de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistar e mantê-la. General Rodrigo Otávio Jordão".
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DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA - LUIZ BERTO EDITOR CHEFE.


O DATA-BOSTA NÃO SE LIMPA

Olhando a pesquisa que o Data-Bosta cagou hoje no Twitter, e que está publicada logo aí embaixo, dizendo que Haddad, o poste de Lula, derrotaria Jair Bolsonaro se a eleição para presidente fosse hoje, eu se alembrei-me das eleições do ano passado em Minas Gerais.
No último mês de outubro, o Instituto Lulo-Petista Data-Bosta previu a vitória de Dilma nas eleições para o Senado.
No final, a Vaca Peidona ficou num humilhante quarto lugar.
Recordar é se rir-se.
Vejam:
Essa grande mídia banânica, que passou a ser oposicionista desde que foi derrotada nas últimas eleições, não cria mesmo vergonha na cada.
As redações se transformaram num verdadeiro esgoto despejando merda o dia todo e pra todos os lados.

domingo, 1 de setembro de 2019

INTIMIDADE EXPLÍCITA: O KAMA SUTRA DO SÉCULO 19 - uol

Obras de Mihály Zichy mostram a relação de casais heterossexuais e gays, além de registros de masturbação. Confira as imagens

FABIO PREVIDELLI PUBLICADO EM 01/09/2019, ÀS 01H00
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Crédito: Reprodução
Apesar de ser um tema que cada vez mais recorrente do cotidiano, o sexo permanece sendo considerado tabu, principalmente para as alas mais conservadoras. Se o assunto já gera controvérsias hoje,a polêmica que pinturas de sexo explícito faziam no século 19 era enorme.
A temática foi abordada pelo húngaro Mihály Zichy. A série de desenhos é extensa e formam um manual de posições sexuais. Os traços do artista mostram a relação de casais heterossexuais e homossexuais.
Há também registros de masturbação e outras maneiras de excitação pessoal. Pode ser intitulado como Kama Sutra do século 19.

PERCIVAL PUGGINA - JBF


PERCIVAL PUGGINA


QUANDO POLÍTICA E DIREITO TRANÇAM PERNAS

Esse tango em que Política e Direito trançam pernas pode acabar em tombo e fratura de quadril. Infelizmente, La Cumparsita (a palavra é um diminutivo de “cumparsa”) é a mais demandada no bailão onde se apequenam as cúpulas dos Poderes Legislativo e Judiciário brasileiro. As palavras de Romero Jucá ecoam, ainda hoje, nos corredores e gabinetes pelos quais poderosos e influentes transitam com desenvoltura. “É preciso acabar com essa sangria” disse Jucá, no famoso diálogo gravado que manteve com Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, a respeito da Lava Jato.
A operação caíra em mãos de uma força tarefa dedicada, operosa e destemida. Tiraram o Código Penal da gaveta e trouxeram para cima da mesa. Imperdoável audácia aplicar o que ali está escrito a quem dança La Cumparsita ante os olhos da convalescente nação. O sempre indignado Gilmar Mendes lançou contra a força tarefa todos os adjetivos que a nação disparava contra ele mesmo. Espelhos falam.
Mais uma vez, a lâmina deixa a bainha. É a sangueira para acabar com a sangria. É preciso matar a Lava Jato. Quem vai se prestar para isso? Como a lâmina de Adélio, previsíveis dedos se erguem em prontidão. O caminho encontrado corresponde àquilo que lá em Santana do Livramento se chama “ninho de égua”, ou seja, algo que não existe, mas pode ser encontrado e usado, contanto que apareça alguém suficientemente crédulo para comprar. Durante o julgamento de um processo de habeas corpus, decidiram, ouvida a parte, criar mais um torvelinho na maçaroca processual penal brasileira. Nova ponte levadiça entre o crime e a pena. E mais uma larga margem de tempo para o ansiado tique taque da prescrição geral e irrestrita. Carnaval de inverno para a corrupção. Festa no mundo do crime! Congrats! Tim-tim!
Impossível não lembrar as palavras de despedida de Joaquim Barbosa no dia em que oito réus do mensalão foram absolvidos do crime de formação de quadrilha. Embora o próprio STF, durante o julgamento, tenha dividido o mecanismo em três núcleos – o político-partidário, o operacional-financeiro e o empresarial – a Corte, na undécima hora, decidiu que aquela roubalheira toda viveu de impulsos endógenos, perdições individuais, não tendo havido ali quadrilha alguma. Disse então o ministro, exagerando nos pronomes: “Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo. Esta maioria de circunstância tem todo tempo a seu favor para continuar nessa sua sanha reformadora. (…) Essa maioria de circunstância foi formada sob medida para lançar por terra todo um trabalho primoroso, levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012”.
Há quase cinco anos, pondo em risco a própria segurança, no turbilhão da maior investigação criminal da história do país, a força-tarefa da Lava Jato combate os poderes das trevas que atuam no topo da nossa ordem política, econômica e judiciária. Contrariam interesses hegemônicos. Seus investigados têm, ao estalo dos dedos, todo o dinheiro de que possam necessitar para quanto lhes convenha e todas as facilidades para agir fora e acima da lei.
A força-tarefa ouviu centenas de testemunhas. Corruptos e corruptores faziam fila para confessar crimes e informar o que sabiam. Empilhou dezenas de milhares de provas, relatórios e documentos. A repetição das fórmulas evidenciou rotinas consolidadas ao longo dos anos. Os crimes eram admitidos pelos beneficiários, pelos autores e por seus operadores. Bilhões de reais foram devolvidos e reavidos.
Agora, tocam La Cumparsita… Como é patético perceber aqueles cavalheiros e damas do direito pelo avesso, costas voltadas à nação, indignarem-se ante a ojeriza social, cercearem as liberdades de opinião, enquanto abrem alas para o festivo baile da corrupção e da impunidade. E pretendem nos ensinar que são a Justiça, a Lei e o Direito, em seu esplendor. Me poupem.

DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA.

A HORA DA POESIA


AMOR É UM ARDER, QUE SE NÃO SENTE – Abade de Jazente

Amor é um arder, que se não sente;
É ferida, que dói, e não tem cura;
É febre, que no peito faz secura;
É mal, que as forças tira de repente.
É fogo, que consome ocultamente;
É dor, que mortifica a Criatura;
É ânsia a mais cruel, e a mais impura;
É frágoa, que devora o fogo ardente.
É um triste penar entre lamentos,
É um não acabar sempre penando;
É um andar metido em mil tormentos.
É suspiros lançar de quando, em quando;
É quem me causa eternos sentimentos:
É quem me mata, e vida me está dando.
Colobaração de Pedro Malta