
Sara Winter em protesto do Femen Brazil: ex-líder da filial do grupo no Brasil já havia dito que não cessaria suas atividades feministas no país
São Paulo – Mais um capítulo na polêmica do grupo Femen no Brasil: desta vez, com ações definitivas. Depois de desentendimentos entre a filial brasileira, aberta e liderada por aqui por Sara Winter, e a sede na Ucrânia, o Femen, por meio de nota oficial em seu site, confirma o fim do grupo no Brasil.
Sara é acusada de problemas de organização e abusos financeiros pelo grupo ucraniano, que revogou os direitos da brasileira de usar o nome e os logos do Femen, além de palavras “sextremismo”, criadas pelas feministas da Ucrânia. Sara negou as acusações de mau uso de dinheiro.
Segundo o comunicado, a sede pretende abrir oficialmente uma filial no Brasil nos próximos meses e promete “explodir o Brasil e a região da América Latina com um furacão de sextremismo”.
A agora ex-representante do Femen no Brasil já teve seu nome relacionado a diversas polêmicas. Sara Winter admitiu ligação com o neonazismo, o que classificou como “erro da juventude”, e foi acusada por ex-membros do grupos de ser centralizadora e pouco transparente nas decisões. A brasileira já havia dado declarações de que, independente da ligação oficial com o grupo da Ucrânia, não cessaria as atividades feministas e de protesto no país.
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