Motivo são dúvidas sobre a credibilidade da suposta vítima de abuso.
Strauss-Kahn foi libertado da prisão domiciliar na semana passada.
Os procuradores vão retirar as acusações de crime sexual que pesam sobre o ex-chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn, por conta de dúvidas sobre a credibilidade da suposta vítima, informou nesta terça-feira (5) o jornal "New York Post".
Isso deve ocorrer na próxima aparição de Strauss-Kahn no tribunal, daqui duas semanas, ou mesmo antes. O jornal cita uma fonte qualificada das investigações.
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Strauss-Kahn, de 62 anos, foi preso em 14 de maio, acusado de ter tentado abusar sexualmente de uma camareira de hotel. Ele negou as acusações, mas acabou renunciando ao cargo.
O francês, que estava em prisão domiciliar, foi libertado na semana passada por decisão de um juiz.
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