Nunes Lima será sepultado no cemitério de São José, no Trapiche
O jornalista, chargista e cronista está sendo velado no Plan Vida, na Praça da Faculdade, em Maceió
Maria Salésia
O jornalista, chargista e cronista, Manuel Nunes Lima será sepultado nesta terça-feira (5) no Cemitério São José, no bairro do Trapiche da Barra, em Maceió, às 16h. Nunes morreu, no início da noite da segunda-feira (04), vítima de pneumonia. Deixou esposa e dois filhos.
Nunes, como era conhecido, foi um dos pioneiros no campo da charge no Brasil. Ele colaborou por muito tempo no jornal Extra de Alagoas.
O PESSOA- Em novembro de 2009, a cidade de Paulo Jacinto se vestiu com seu traje de festa, a Chita, para receber e homenagear o filho ilustre, Manoel Nunes Lima, o "Pessoa". Jornalista, chargista, escritor e cronista, Nunes ou simplesmente, o “Pessoa”, foi recebido ao som da música símbolo do município, Rosinha de Propriá, de Luiz Gonzaga. Várias autoridades, jornalistas, familiares e amigos do criador de Vidas sem Retoque estiveram presentes ao evento.
Nunes nasceu em Maceió, mas foi em Paulo Jacinto que fincou raízes e adotou e foi adotado pela Terra do Baile da Chita. Após algumas décadas retornou a terra que "não o viu nascer, mas a fez nascer", como bem retratou o jornalista Ênio Lins referindo-se ao fato dele ter participado da campanha pela emancipação da então vila.
Ele lançou "Livro de Graça" e do "Histórias de toda Gente" e "Vidas sem Retoques", uma compilação de 34 crônicas, a maior parte retirada de sua coluna homônima na Gazeta de Alagoas.
Nunes, como era conhecido, foi um dos pioneiros no campo da charge no Brasil. Ele colaborou por muito tempo no jornal Extra de Alagoas.
O PESSOA- Em novembro de 2009, a cidade de Paulo Jacinto se vestiu com seu traje de festa, a Chita, para receber e homenagear o filho ilustre, Manoel Nunes Lima, o "Pessoa". Jornalista, chargista, escritor e cronista, Nunes ou simplesmente, o “Pessoa”, foi recebido ao som da música símbolo do município, Rosinha de Propriá, de Luiz Gonzaga. Várias autoridades, jornalistas, familiares e amigos do criador de Vidas sem Retoque estiveram presentes ao evento.
Nunes nasceu em Maceió, mas foi em Paulo Jacinto que fincou raízes e adotou e foi adotado pela Terra do Baile da Chita. Após algumas décadas retornou a terra que "não o viu nascer, mas a fez nascer", como bem retratou o jornalista Ênio Lins referindo-se ao fato dele ter participado da campanha pela emancipação da então vila.
Ele lançou "Livro de Graça" e do "Histórias de toda Gente" e "Vidas sem Retoques", uma compilação de 34 crônicas, a maior parte retirada de sua coluna homônima na Gazeta de Alagoas.

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