15 de julho de 1975 - EUA e URSS juntos no Espaço
"As tripulações da Soyuz e da Apolo: Em poucas horas vocês estarão abrindo uma nova era na exploração do espaço. Embora outros tenham partido antes, vocês estarão marcando um novo rumo na cooperação internacional espacial. Nunca antes representantes de dois países viveram e trabalharam no espaço. Este é um momento histórico... Os povos de todo o mundo estarão seguindo seu vôo e a épica missão conjunta com interesse e entusiasmo. Em nome do povo norte-americano, eu os cumprimento por seu valor e visão, desejando-lhes boa viagem e boa sorte". Gerald Ford
Numa tentativa política de conter a Guerra Fria, dos Estados Unidos e da União Soviética, permitiram a primeira missão conjunta: a Apolo XIII (de Cabo Canaveral) e a Soyuz XIX (de Baikonur) subiram ao espaço levando a bordo, respectivamente, três cosmonautas norte-americanos, e dois soviéticos.
No dia seguinte as duas naves foram acopladas e foi realizado o intercambio das duas tripulações e o aperto de mão entre as duas equipes em pleno cosmo.
Era uma tentativa de apaziguamento internacional e minimização de divergências entre as duas superpotências. Nas palavras do secretario-geral do Partido Comunista soviético, Leonid Brejnev: "Vista do espaço a Terra é linda, mas pequena. E, no entanto, é suficientemente grande para que possamo viver em paz e muito pequena para submetê-la à ameaça da guerra nuclear".
O acordo espacial dessa missão foi firmado em maio de 1972, dias antes do arrombamento da sede do Partido Democrata no edifício Watergate, que viria se transformar no escândalo que provocou a demissão de Nixon. Assim, o nome do ex-presidente americano não foi incluído na lista dos convidados no evento de lançamento, e sequer mencionado pelo então presidente, Gerald Ford, que absorveu os méritos desse acontecimento histórico.
14 de julho de 1961 - Papa João XXIII publica Mater et Magistra
"A experiência, efetivamente, atesta que, onde falta a iniciativa pessoal dos particulares, existe a tirania política, e que existe, além disso, estancamento dos setores econômicos destinados a produzir sobretudo a gama infinita de bens de consumo e de serviços, relacionados não só às necessidades materiais, mas também às exigências do espírito. São bens e serviços que ocupam, de um modo especial, a genialidade criadora dos indivíduos. Por outro lado, onde falta ou é defeituosa a devida atuação do Estado, reina uma deosrdem irremediável e abuso dos fracos por parte dos fortes menos escrupulosos, que arraigam em todas a terrras, em todo os tempos, como o joio entre o trigo..." Jornal do Brasil
No início dos agitados anos 60, quando o mundo reconstruía-se do primeiro meio século de guerras, num ambiente contextualizado pela Guerra Fria, a Igreja Católica não teve outra opção. Viu-se obrigada a atualizar e a reafirmar o seu Magistério sobre as questões novas e antigas.
O Papa João XXIII publicou a Enciclíca Mater et Magistra, com com 25 mil palavras, a mais extensa da Igreja até então. O Papa recomendou a indústria a limitar seus lucros e assegurar ao trabalhador um salário que lhe permita uma vida digna. Reconheceu a situação difícil das nações do Terceiro Mundo, pedindo ajuda dos países desenvolvidos.
Leia aqui a versão condensada da Encíclica Mater et Magistra publicada pelo Jornal do Brasil.
Outras efemérides de 14 de julho:
1909: Abre-se o Theatro Municipal
1965: Junta impõe Lei Marcial no Equador
1989: Bicentenário da Revolução Francesa
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