Procurador-geral de Justiça promete representar autores da campanha difamatória contra a promotora Amélia Campelo
A Associação do Ministério Público de Alagoas (AMPAL) realizou nesta segunda-feira pela manhã, na Escola Judith Paiva, em Rio Largo, um ato de apoio à promotora de Justiça Amélia Adriana de Carvalho Campelo, que vem sofrendo frequentes agressões morais por conta do seu trabalho contra a corrupção e a improbidade administrativa naquele município.
De acordo com a presidente da Ampal, Adilza Inácio de Freitas, fatos desta natureza estão ocorrendo sistematicamente com outros membros do Ministério Público, que igualmente vem combatendo a improbidade administrativa, denotando assim o claro objetivo de tentar inibir e enfraquecer a Instituição Ministerial.
“No entanto, deixamos claro com esse ato e com o apoio que recebemos da sociedade civil que não vamos nos intimidar. Muito pelo contrário, vamos continuar denunciando as mazelas nos municípios do nosso Estado, porque esse é o nosso papel, essa é a nossa missão e é o que a sociedade espera de nós, promotores e procuradores de Justiça”, afirmou Adilza.
Durante o ato de desagravo, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares, disse que o Ministério Público Estadual vai procurar os meios necessários para representar criminalmente aqueles que estejam tentando denegrir a imagem da promotora, com a publicação de denúncias inverídicas e matérias tendenciosas na imprensa local.
“Não adianta querer nos intimidar, querer deputar os fatos, utilizando-se de determinados veículos da imprensa para plantar matérias inverídicas e denúncias sem comprovação. Nós estamos unidos e mais do que nunca temos o apoio da sociedade para seguirmos em frente no combate à corrupção e à improbidade administrativa”, enfatizou o procurador-geral.
Eduardo Tavares destacou o trabalho exemplar da promotora Amélia Campelo, em Rio Largo. Além disso, o procurador-geral fez questão de repudiar todas as mentiras assacadas contra promotora, que estaria sofrendo uma campanha difamatória promovida por pessoas incomodadas com sua atuação no município.
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