No ano passado, o Globo Repórter acompanhou a luta de várias pessoas para emagrecer. O zelador Luis Dias Ribeiro deixou para trás velhos hábitos e perdeu no total 20 quilos.
A obesidade não escolhe suas vítimas. Enfrentar uma balança para muita gente é um terror. O ponteiro parece sempre teimar em subir, nunca em descer. Se há um consolo, é saber que emagrecer é difícil para todo mundo. O jovem tem que deixar de se entupir de calorias nas lanchonetes, e os mais velhos têm, às vezes, que abandonar antigos hábitos de alimentação.
“A gente era acostumado a uma feijoada, a gente era acostumado a um feijão branco com costelinha. Então, tirar isso de uma vez é muito difícil”, diz a empregada doméstica Meiriane Aparecida da Silva.
Meiriane sofre com a restrição alimentar e sempre foi assim. No ano passado, o Globo Repórter acompanhou a luta dela e de várias outras pessoas para emagrecer. Foi um sacrifício, mas a força de vontade deu resultados. Orientada pelos profissionais do ambulatório da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, ela chegou a perder 1,6 kg e cinco centímetros de cintura em apenas três semanas. O melhor foi o ganho na saúde. A glicose baixou de 141 para 91, abaixo do limite máximo.
O zelador Luis Dias Ribeiro também participou do programa junto com Meiriane. E, no Globo Repórter de março de 2010, ele fez uma promessa: “até o final do ano, não vou beber bebida alcoólica e não vou comer feijoada”.
Homem de palavra, ele cumpriu. Deixou para trás velhos hábitos e perdeu no total 20 quilos. Orgulhoso, ele exibe o certificado do programa nutricional e a nova silhueta.
Mas será que ele segue a risca até hoje o que aprendeu? Levamos Luis em um restaurante, cheio de tentações pelo caminho. Ele dá uma aula de alimentação saudável. “A salada tem que ser bem colorida. Aprendi isso com a doutora do centro”, diz o zelador.
O prato quente também é bem equilibrado. “Antigamente, se tivesse uma feijoada, eu comia. Comia também uma costela bem cozida”, revela Luis.
O prato quente também é bem equilibrado. “Antigamente, se tivesse uma feijoada, eu comia. Comia também uma costela bem cozida”, revela Luis.
No final, o teste mais difícil para a maioria das pessoas é a sobremesa. Todas as opções são deliciosas. Luis olha tudo com calma, mas não sai da linha. Ele escolhe frutas sem sofrimento. “Eu quero isso que eu estou hoje: comendo sim, mas com a comida bem saudável, que não tenha muita gordura, e eu acho que estou me saindo bem”, comenta
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