— Com 5 anos de idade conversei com São Jorge, um soldado lindo. Ao lado dele tinha outro soldado maravilhoso, era Oxóssi — diz a cantora o filme “Elza”, de Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldan. Com estreia prevista para sexta-feira, o longa traz a cantora ora angelical, ora endiabrada, embalada por canções e depoimentos de ícones da MPB, como Maria Bethânia, Paulinho da Viola e Caetano Veloso.
A noite em que viu discos voadores também é narrada: — Em 1978, num show em Cabo Frio, eles pararam sobre minha cabeça. Todo mundo correu. Fiquei sozinha no palco, apavorada, com o microfone na mão — conta ela, que faz show hoje na Nuth Barra. A estreita relação com o mundo do sexo é abordada numa fixação de menina: — Quando meu pai me perguntou o que eu queria ser, respondi: “prostituta”. Ganhei uma bofetada. Achava que era uma das coisas mais lindas — diz ela, que ainda aparece cantando “Cavucar”, em um baile funk, ao lado do Bonde dos Saradinhos, do jeito que o diabo gosta.
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