quarta-feira, 4 de junho de 2014

O ACESSO MILIONÉSIMO ESTÁ CHEGANDO

ESTÁ CHEGANDO A HORA DO MILIONÉSIMO ACESSO - GANHE UM LIVRO

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ACESSO MILIONÉSIMO CHEGANDO, VEJAM OS BRINDES.

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Vídeo mostra discussão na Alerj após briga entre Cidinha e Brazão Parlamentar disse que Domingos Brazão 'merecia um soco na cara'. G1


G1 teve acesso a imagens da TV Alerj que mostram os discursos dos deputados estaduais Domingos Brazão (PMDB) e Cidinha Campos (PDT) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (3), logo após uma discussão exaltada em uma outra sala momentos antes. No vídeo (veja acima), a parlamentar chega a dizer que Brazão merece um “soco na cara”. A declaração foi feita após um primeiro bate-boca entre os dois deputados em uma reunião interna para discutir o Código de Ética da Alerj. Brazão teria chamado Cidinha de “p***, vagabunda e ordinária”. O caso foi parar na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), onde foi registrado como ameaça e injúria. Ambos os deputados entraram com representação – um contra o outro – por quebra de decoro parlamentar. A corregedoria da Alerj vai julgar o episódio

.

UM TEXTO DO GENERAL MARCO ANTÔNIO FELÍCIO

“QUE ELITES SÃO ESSAS ?”


A mesma revolta que assalta grande parcela de inúmeros cidadãos brasileiros e que é extravasada na Internet por meio de artigos variados, em razão dos descalabros moral, político e econômico que perpassam a vida diária da Nação, é a 
mesma que, também, assalta, diariamente, a minha mente. Entretanto, tenho dúvidas que tais descalabros tenham como origem a genética dos brasileiros, dando margem à repetida pergunta “Que povo é esse?”. 
Em princípio, a corrupção moral, em suas diversas formas, existe em todo o mundo desde que o mundo é mundo. Não é apanágio do povo brasileiro e de sua genética, embora distúrbios comportamentais e mentais, também, possam incidir 
sobre qualquer ser humano. O que difere, de país para país, é a maneira como tal corrupção é aceita e tratada, isto é, como é devidamente punida e com que intensidade, rejeitando-se qualquer forma de impunidade. E isso é resultante das 
ações de suas elites respectivas. 
Sabemos que, em qualquer regime político e forma de governo, democrático ou não, o povo, a grande massa, é representado, influenciado e manipulado por suas elites que ocupam, nos diversos campos do poder, os mais altos níveis de direção da 
Nação, principalmente os de natureza governamental. 
Assim, creio que, no caso brasileiro, ao invés de “Que povo é esse?”, perguntaria “Que elites são essas?” compostas por governantes, senadores, deputados, líderes políticos, grandes empresários, donos de empresas de comunicação, banqueiros, professores universitários, intelectuais, artistas, profissionais liberais, militares, juízes e procuradores, entre outros, que permitiram a ascensão e sustentam o atual estado de coisas, com ação ou omissão, visando interesses próprios ou de grupos, uma democracia sumamente aleijada, em que se confunde liberdade com libertinagem, em que se arrotam direitos e se maquiam 
deveres, em que se privilegiam direitos humanos para criminosos e se esquecem que tais direitos deveriam ser, especialmente, dos humanos direitos, um Estado que se 
diz Democrático de Direito quando o primeiro a não cumprir a lei, impunemente, é o próprio governo. Responderia, ainda, que são estas as elites que conduzem o País, vertiginosamente, ladeira abaixo. 
Como culpar o povo, a maior vítima de tais descalabros, por tal situação, se é ele, em grande parte, ignorante, sem discernimento, pobre e miserável, manipulado e influenciado por tais elites? 
E nós, somos povo ou elite? Qual a nossa parcela de culpa? Que ações de oposição a tudo isso realizamos? 
Jamais, em tempo algum, como no atual e passados governos do PT, vimos nível de corrupção, como o que grassa, desgraçadamente, na “máquina pública”, espraiando-se e imiscuindo-se no campo privado, atingindo empresas como 
a Petrobrás, fundo de pensões e instituições financeiras, loteados e aparelhados por tal partido, usando o público com se privado fosse, buscando o poder e pelo poder. 
Aliás, comprovadamente, a política de loteamentos de cargos em empresas públicas, cooptando o apoio de líderes políticos, sempre foi e sempre será uma das maiores causas da corrupção endêmica que assola o País. 
O que nos falta são elites, até mesmo por obrigação constitucional, com vontade e decisão políticas de dizer um basta e de transformar o País, propiciando ao nosso povo o que ele necessita em matéria de necessidades básicas, principalmente, em educação, instrução e saúde e oportunidades de trabalhar e viver com dignidade. 
Precisamos de elites que exijam e façam a Justiça presente, rápida e atuante. Elites  que não permitam a impunidade qualquer que seja o crime e seu autor. Elites que 
exijam e instaurem uma Democracia diferenciada (Singapura, como exemplo), marcada por direitos e deveres e condizente com as características e necessidades da Nação. 




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PIADINHA DA LOIRA LISBOETA


Manuel entrou num bar em Lisboa por volta das 20 horas e
escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.
Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento
em que começavam as notícias do dia.
A reportagem cobria a notícia de um homem que estava
prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.
A loira voltou-se para o Manuel e disse:
- Você acha que ele vai saltar???
Manuel respondeu:
- Eu aposto que vai saltar.
A loira respondeu:
- Bem, eu aposto que não vai.
Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:
- Vamos apostar???
- Sim!!!
Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem
atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.
A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:
- Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.
Manuel respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o
incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.
A loira respondeu:
- Também vi, mas nunca pensei que ele saltaria de novo!

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terça-feira, 3 de junho de 2014

MARCOUR


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IMPERDÍVEL -ENTREVISTA DE VINICIUS PALMEIRA - SECRETÁRIO DE CULTURA DE MACEIÓ. GAZETA DE ALAGOAS

POLÍTICA CULTURAL. Presidente da FMAC, Vinicius Palmeira fala sobre a polêmica envolvedo o edital de contratação de grupos para a produção do São João na capital
‘Não estou aqui para apadrinhar ninguém’
Foto: JOSÉ FEITOSA
VINICIUS PALMEIRA PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE AÇÃO CULTURAL
Foto: JOSÉ FEITOSA
Por: THIAGO GOMES - REPÓRTER
Depois do protesto de quem não foi contemplado, outra polêmica envolvendo os editais para o São João da Prefeitura de Maceió pode se instalar a partir da semana que vem. É que 15 instituições que venceram a concorrência pública e, portanto, ficam aptas a desenvolver as festas juninas na capital estão em débito com a União. Por causa disso, ficam impedidas de receber o dinheiro proveniente da emenda parlamentar do deputado Paulão (PT) e, teoricamente, estão fora do evento. O presidente da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), Vinicius Palmeira, está com a mão na cabeça. Em entrevista à Gazeta, ele revelou a preocupação na possibilidade iminente de ter que modificar o resultado do edital caso essas comunidades não resolvam a pendência. O prazo é até a próxima segunda-feira. Depois disso, outras instituições serão chamadas para preencher as vagas. Na conversa, Palmeira admitiu que a comissão julgadora falhou e duas comunidades conquistaram

o direito de receber o apoio para o São João. Ele falou da

polêmica envolvendo os que ficaram de fora do edital, defendeu ferrenhamente esse modelo competitivo e revelou que a prefeitura não vai ter um arraial que transmitirá os jogos da

Copa do Mundo.



Gazeta. Está tudo pronto para o São João de Maceió?

Vinicius Palmeira. Está tudo devidamente planejado, programado e já em execução. Em março, iniciamos o planejamento; em abril, soltamos os editais; em maio, apuramos. O cronograma está seguindo como foi imaginado.

Com relação às bandas que foram contempladas, alguma alteração?

Pode haver alteração na hora do pagamento da programação local. O edital deste ano foi bancado por uma emenda parlamentar do deputado Paulão, algo inédito por ter partido de um parlamentar do bloco opositor à gestão. Como é um dinheiro da União, não tem caráter de prêmio, mas contratual e, na hora de se fechar o contrato, se a pessoa, física ou jurídica, tiver em débito não solucionável com a União, não poderá receber.

E vocês detectaram que há contemplados no edital com essas pendências com a União?

Fizemos um levantamento e notamos que, nas comunidades, há muitos com débitos com a União. Se fosse com a Prefeitura de Maceió, já há uma disposição de anistia, de cinco anos para trás e dois para frente, que ainda poderá ser implantada. Mas conseguimos enxergar que uma série de arraiais tem dívidas com o governo federal e não sabemos se podem resolver a curto prazo. O problema maior é com as instituições, que são pessoas jurídicas. A maioria das pessoas físicas, os forrozeiros, por exemplo, está com as contas em ordem.

São quantos nesta situação?

Estamos avisando a todos. Devem ser uns quinze dos cinquenta e dois. É um número expressivo e a gente se preocupa bastante. Queremos que aconteça, pois não lançamos um edital de brincadeira para contemplar cinquenta. Dois apelaram na Justiça e encaixamos. Porém, temos amarras na lei que obedecemos para não sermos questionados, mais à frente, pela Controladoria-Geral da União, porque concedi o benefício a uma instituição que estava em débito. Demos um prazo até a próxima segunda-feira na esperança de estes que estejam pendentes possam ajustar a situação. Notamos que uma parte está impedida por, simplesmente, deixar de repassar as informações da instituição ao órgão federal, e, por isso, ficam impedidas. Infelizmente, temos que seguir o rigor da lei.

Se essas pessoas não conseguirem regularizar o crédito com a União, o que a prefeitura pensa em fazer?

Ficaremos com vagas abertas e poderemos recorrer aos que ficaram na linha de classificação, mas não foram contemplados pelo edital. Há uma pontuação que foi estabelecida pela comissão julgadora e ela será levada em conta, caso seja necessária. Da nossa parte, faremos o possível, mas não tenho domínio sobre uma situação tributária da União, a qual somos obrigados a seguir. Não podemos transferir dinheiro a um ente descoberto. O remédio amargo de ficar de fora talvez sirva de sinalizador para que anos seguintes as pessoas tenham mais atenção.

Artistas locais e organizadores de palhoções ficaram chateados por não terem sido contemplados no edital para o São João. Eles se sentiramdesvalorizados. Que critérios vocês adotaram para a seleção?

Principalmente, o que cada um estava apresentando como projeto para o São João. É o critério da tradição e que sejam o mais próximo possível dela. Que façam o forró dentro do que considera como razoável. Temos o critério de exclusão dos conteúdos que detratem o ser humano, a mulher, que traga homofobia, a pobreza, de baixo calão, que são bem visíveis. Uma parte se prejudica pela forma de apresentar. Recebemos crítica, este ano, que alguns personagens escolhidos não eram tocadores de forró. Só que essas pessoas apresentaram projetos de forró, dentro da tradição. No edital, não se classifica pelo gênero. Prioriza-se a música junina associada à tradição. E há, ainda, a triagem, de que se um é bom, o outro é melhor ainda.

Vocês abriram espaço para os
Leia mais na versão impressa

AROEIRA - CHARGE ONLINE


AMARILDO - CHARGE ONLINE


CLÁUDIO HUMBERTO


  • O governo Dilma ultrapassou a marca dos R$ 15,2 milhões em gastos com os cartões corporativos nos primeiros quatro meses ano, segundo o Portal Transparência. O gabinete da presidenta torrou sozinho R$ 2,5 milhões, gastos sempre protegidos por sigilo. Somando-se a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e outras secretarias do Planalto, a conta sobe para R$ 5,1 milhões. Tudo sob “segredo de Estado”.
  • Em razão da Polícia Federal, o Ministério da Justiça é o segundo maior gastador do Brasil com cartões corporativos: R$ 3,2 milhões até abril.
  • O gabinete de Segurança Institucional da Presidência torrou R$ 229 mil até abril deste ano. Nenhuma de suas despesas é contabilizada.

Patricia Poeta é destaque em 1º JN de Copa com rótulo de musa e gafe - uol

PATRICIA_POETA
O Jornal Nacional, da Globo, deu início à cobertura de Copa do Mundo nesta segunda-feira, e Patrícia Poeta, fora do estúdio, foi o grande destaque. Primeiro, a jornalista foi elogiada por sua beleza e até ganhou o rótulo de “musa” da seleção, tomando o título que nos últimos três Mundiais foi de Fátima Bernardes. Depois, uma gafe estourou nas redes sociais.
Na volta do segundo para o terceiro bloco do jornal, Patrícia Poeta apareceu “bufando” no microfone da Globo ao lado de Galvão Bueno antes de iniciar sua fala diretamente de Goiânia, onde a dupla acompanha os comandados do técnico Luiz Felipe Scolari.
O ruído da apresentadora aparentou ser um exercício para a fala e para os músculos do rosto e aconteceu pouco antes dela chamar uma matéria especial sobre Neymar, que encerrou os especiais com todos jogadores da seleção brasileira.
Antes de chamar a matéria, Galvão Bueno ainda destacou o trabalho feito por Tino Marcos. O repórter e o locutor completaram 25 anos de carreira juntos neste ano.
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Que apresentador você gostaria de ver na final da Copa?33 fotos

9 / 33
Fátima Bernardes (Globo) Divulgação/TV Globo

segunda-feira, 2 de junho de 2014

FRANK - CHARGE ONLINE


UM TEXTO DE ALBERTO ROSTAND

AS ROTINAS DA VIDA

Alberto Rostand lanverly
Membro das Academias Maceioense e Alagoana de Letras e do IHGAL

        Encontrava-me em uma fila de banco quando notei, um pouco atrás de mim, uma senhora falando muito. Em pouco menos de vinte minutos, já sabia mais de seu cotidiano que de muitas pessoas com quem convivo. De inicio, o som de sua voz pareceu-me desagradável. Contudo, mais atento a seus dizeres, admirei-a quando afirmou que “estava cansada de trabalhar, cruzando todos os dias com as mesmas pessoas e, ao chegar em casa, encontrando tudo do mesmo jeito, inclusive a mesma comida para o jantar”. Olhei para trás como se estivesse vendo o infinito formado pelo encontro das paredes, lá no final da sala e vislumbrei o rosto da queixosa que me pareceu uma figura pálida, pele de tom bege, um pântano em cada olho e uma boca que mais parecia o Vesúvio, a expelir larvas incandescentes.
            Logo depois, cumprida minha tarefa bancária deixei o local, mas não esqueci a tagarela e imaginei como a rotina podia ser tão desagradável para algumas pessoas, chegando a crucificá-la por, teoricamente, ser a motivadora do desânimo diário de determinados seres viventes. Imediatamente coloquei-me no epicentro de uma situação idêntica e compreendi a importância e felicidade de repetir sempre as coisas boas da vida com criaturas com as quais compartilhamos o cotidiano que Deus nos deu.
            Cinco horas da manhã, caminhada na praia ao lado de andarilhos com o mesmo objetivo, sempre acelerando o passo e deixando claro que o hábito nos faz acostumar, uns com a presença dos outros, gerando uma dependência natural por vivermos, constantemente, rodeados por elas. Nesta hora não somente esgotamos nossos risos e mentiras mas também recarregamos as baterias para uma nova jornada que se inicia.
            Dentro deste imenso baú, onde as emoções se misturam, poderíamos resgatar até uma nova definição para o termo saudade, que, em linguagem poética é o alimento da alma nos impedindo de esquecer, mas que poderia também ser interpretada como sinônimo de repetição. Só sentimos falta daquilo a que nos acostumarmos. Que o digam, a ausência do sorriso de Ardel Jucá; das passadas cadenciadas, características de Anthony Leahy- um verdadeiro lorde; a corrida miúda de Carlos Gama; as gargalhadas amigas de Max Malta e Leonardo Leite. Eles são exemplos de andarilhos madrugadores cujos comportamentos repetitivos nunca serão esquecidos, porque, mesmo sem mais existirem materialmente, não tiram nem um pouco da beleza do céu ainda enfumaçado logo cedo, onde algumas estrelas teimam em permanecer acordadas, parecendo queimar, com a força dos raios provenientes do sol que chega, também, para cumprir seu ciclo sempre repetido.
            Se rotina é ter medo do incerto, também pode ser interpretada como a repetitividade que magoa. Pensei, novamente, em minha companheira da fila do banco, que, alias, tinha outra característica inesquecível: possuía seios colossais, como os de um animal de estimação super alimentado, fazendo-me imaginar que o grande triunfo de sua vida, ocorreria, se ela desenvolvesse algum tipo de amor ao próximo.

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DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA - UM TEXTO DE NELSON MOTA

PAU E CIRCO

Nelson Motta
LulaRicardoTexeira
Ricardo Teixeira e Lula: a dupla que trouxe a Copa do Mundo
“Macaco que muito mexe quer chumbo” é um velho e sábio ditado mineiro sobre os perigos da superexposição e do exibicionismo, mas certamente nem passou pela cabeça de Lula e Ricardo Teixeira quando fizeram o diabo para trazer a Copa do Mundo para o Brasil, imaginando os benefícios políticos e comerciais e esquecendo os riscos e consequências de se colocar no centro das atenções do mundo como sede de um evento dessa grandeza. E veio chumbo grosso.
Recebidas como ofensas ao país, as críticas internacionais foram respondidas com bravatas grandiosas e apelos ao patriotismo paranoico, como se os estrangeiros só revelassem as mazelas e precariedades que estamos cansados de conhecer por maldade, inveja e má-fé, ou talvez por tenebrosas conspirações para atrapalhar a nossa Copa. É reserva de mercado: só nós podemos nos esculachar.
Mas, depois de sete anos, das 167 intervenções urbanas prometidas, só 68 estão prontas e 88 atrasadas, e Lula explicou tudo: “Vai levar alguns séculos para a gente virar uma Alemanha.”
O complexo de vira-latas também se caracteriza pela incapacidade de reconhecer erros, de responder a críticas e de tentar disfarçar o sentimento de inveja e inferioridade com a força bruta de hipérboles, bravatas e rosnados.
Quando Nelson Rodrigues disse que a vitória na Copa de 1958 nos livrou do complexo de vira-latas, ao contrário de Dilma, não entendi que havíamos nos tornado cão de raça ou mesmo cachorro grande, mas que nos livrávamos do complexo porque nos assumíamos como vira-latas bons de bola.
Sim, a vira-latice étnica e cultural é uma de nossas características mais fortes, para o bem e para o mal, e isso não há Copa nem metáfora genial que mude. Nesse sentido, ninguém é mais vira-latas do que os americanos, que também são os cachorros grandes do mundo.
Outra expressão atual da vira-latice é a ostentação, como o novo estilo de funk que celebra a riqueza e o exibicionismo, com orgulho e sem vergonha. É a trilha sonora perfeita para o Brasil ostentação da propaganda oficial que nos mostra no melhor dos mundos e fazendo a Copa das Copas.
Macaco que muito mexe…

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Polícia prende moradores suspeitos de matar zelador de prédio em SP Corpo teria sido escondido em mala e levado para Praia Grande, no litoral. Segundo policiais, publicitário afirmou que tinha desavenças com a vítima.G1


Policiais civis prenderam um publicitário de 47 anos e a mulher dele, uma advogada de 42, por suspeita de matar o zelador Jezi Lopes de Souza, de 63 anos. Segundo o Radar SP, da TV Globo, o casal morava no prédio onde Souza trabalhava, na Zona Norte de São Paulo. De acordo com policiais envolvidos na prisão, Eduardo Tadeu Pinto Martins matou o zelador, colocou o corpo dele em uma mala e fugiu para Praia Grande, no litoral paulista. De acordo com policiais, o publicitário confessou nesta segunda-feira (2) o crime e acrescentou que a motivação foram desavenças que tinha com a vítima. A Justiça decretou a prisão temporária, por 30 dias, do casal.
Publicitário suspeito de matar zelador chega ao 13º DP (Foto: Caio Prestes/G1)Publicitário suspeito de matar zelador chega ao
13º DP (Foto: Caio Prestes/G1)
A família do zelador desconfiava que o publicitário e sua mulher estavam envolvidos no seu desaparecimento, ocorrido na sexta-feira (31). A vítima, que trabalhava no prédio havia cinco anos, teria se desentendido com o casal.
O corpo do zelador foi encontrado esquartejado na casa situada na Avenida César Rodrigues Reis, no bairro Balneário Maracanã, em Praia Grande. No local, policiais civis prenderam o publicitário. Ele e a mulher foram levados para o 13º Distrito Policial de São Paulo, na Zona Norte. O casal chegou por volta das 18h e não falou com a imprensa.
Imagens do desaparecido
Jezi foi visto pela última vez às 15h35 de sexta saindo do elevador do edifício residencial onde trabalhava, na Rua Zanzibar, bairro da Casa Verde. Imagens de câmeras de segurança do condomínio, exibidas nesta segunda pelo Bom Dia São Paulo, mostram o momento em que ele deixa o elevador num dos andares levando cartas que seriam entregues aos moradores. Depois disso, o circuito interno não mostra mais Jezi retornando ao elevador.

ZOÉ SCHIMDHT - MUSA DA COPA - SUIÇA



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AULAS DE INGLÊS PARA FACILITAR O TRABALHO DAS PROSTITUTAS NA COPA - UOL

Prostitutas que vão trabalhar na Copa aprendem inglês com brinquedos eróticos e camisinha

Imagem 1/12: A prostituta Laura Maria do Espírito Santo, membro da Associação das Prostitutas de Minas Gerais, segura pacotes de preservativos durante aula de inglês em Belo Horizonte. Um grupo de profissionais do sexo está tendo aulas de inglês uma vez por semana, em preparação para a Copa do Mundo. Elas esperam que essas lições as ajudem a se comunicar melhor com os fãs de futebol que vêm para o Brasil. Durante as aulas, elas não só aprendem o vocabulário básico, mas também palavras e expressões sexuais que elas usam no trabalho