sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Brasileiro está entre os que mais bebem cerveja no mundo; veja o ranking. YAHOO


Que a cerveja é a melhor companhia nos dias mais quentes, poucos contestam. No Brasil, o consumo da bebida por habitante é de 62 litros por ano.
De acordo com uma pesquisa feita pela empresa alemã Bath-Haas Group, o Brasil está entre os vinte maiores consumidores da bebida no mundo. Na 17ª posição, o País é o único da América Latina entre esses vinte.
No levantamento feito com 40 países, a República Checa saiu na frente com 143 litros anuais por habitante. Em seguida, aparece a Áustria com 108 litros por pessoa.
A Alemanha, criadora da Oktoberfest, aparece na terceira posição com 107 litros por habitante.
De copo vazio
Segundo o levantamento, a Nigéria e a Índia são os países com o menor consumo da bebida por habitante. No primeiro país são 9 litros por pessoa, enquanto no outro, são apenas dois litros por habitante ao ano.
Veja o ranking completo dos 40 países e quanto cada habitante bebe de cerveja por ano:
Consumo de cerveja pelo mundo
RankingPaísConsumo anual de litros/hab.
Fonte: Bath-Haas Group
República Checa143
Áustria108
Alemanha107
Irlanda94
Polônia89
Romênia89
Austrália82
Bélgica81
Espanha78
10ºReino Unido77
11ºVenezuela76
12ºEstados Unidos75
13ºRússia75
14ºHolanda73
15ºDinamarca66
16ºCanadá65
17ºBrasil62
18ºHungria62
19ºSérvia61
20ºMéxico61
21ºÁfrica do Sul57
22ºUcrânia56
23ºPortugal56
24ºAngola53
25ºJapão48
26ºPeru48
27ºArgentina45
28ºColômbia42
29ºCoreia do Sul39
30ºEquador39
31ºCamarões37
32ºChina36
33ºVietnã35
34ºTailândia29
35ºFrança29
36ºItália29
37ºFilipinas18
38ºTurquia12
39ºNigéria9
40ºÍndia2

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JB NA HISTÓRIA


2 de agosto de 1936: Começam os Jogos Olímpicos de Berlim

Começam os Jogos Olímpicos de Berlim. Jornal do Brasil: Domingo, 2 de agosto de 1936.

"A Alemanha toda se engalana com a celebração das Olimpíadas em sua esplendida e formosa Capital". Jornal do Brasil
Poster Oficial dos Jogos Olímpicos de Berlim.


Um dia após festa de abertura, começava em Berlim a XI edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Durante duas semanas, contando com a participação de 4.066 atletas de 49 países, foram disputadas 129 competições em 22 modalidades.

A delegação brasileira marcou presença com 95 atletas, seis deles mulheres e foi a última participação do país sem a conquista de medalha.

Outras efemérides de 2 de agosto
1945: Termina a Conferência de Potsdam
1958: Explosão em Deodoro
1973: Quem sequestrou o menino Carlinhos?
1976: Morre Fritz Lang
1989: O Adeus à Luiz Gonzaga
2011: Morre Ítalo Rossi, uma maneira especial de falar

A derrota na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), de onde saiu economicamente falida, geograficamente sucateada, militarmente desmoralizada e diplomaticamente menosprezada, fez com que a Alemanha vislumbrasse um novo horizonte, inspirada nos ideais nazistas, pelo resgate do orgulho nacional devastado.

Sob a administração do Chanceler Hitler, um hábil e determinado líder em ascensão, dono de talento raro e explosivo, orador capaz de inflamar as multidões, a Alemanha que sediou os Jogos Olímpicos de 1936 era um país em franca revitalização, quando seus maiores desafetos eram consumidos por uma brutal depressão econômica. O trabalho de reestruturação nacional nos diversos setores da vida pública e privada do país, orquestrado pelo chanceler em tão curto espaço de tempo foi o principal propulsor de seu sucesso. Prova disso, foram o envolvimento popular durante os preparativos do evento, o recorde de público presente nas competições e sua obediência coreografada. Para o füehrer, em particular, sediar os jogos, receber os convidados estrangeiros e atrair as atenções de todo o mundo ( pela primeira vez, os jogos seriam transmitidos pela tv!) era a oportunidade ideal para colocar em prática a teoria fundamental de seu discurso anti-semita, em defesa do a supremacia da raça ariana. A alta performance de seus atletas seria um importante passo para a hegemonia alemã.

Ao final de duas semanas, o seu plano teria triunfado com perfeição, não fosse o velocista negro Jesse Owens...

Encerrada aquela edição, haveria um longo e tortuoso caminho para a humanidade, até o mundo reunir-se novamente numa Olimpíada, o que só aconteceria 12 anos mais tarde, em Londres.

Frases do 1º dia do julgamento. G1


A primeira sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quinta-feira (2), de julgamento da ação penal 470, que reúne os 38 réus do caso do mensalão, é considerado o de maior relevância dos 183 anos de história do tribunal. Veja abaixo frases de destaque nas declarações dos ministros, dos advogados de defesa e do procurador geral da República.
Discussão acalorada entre ministros
Joaquim Barbosa, ministro do STF e relator do processo do mensalão:
"O senhor é revisor. Me causa espécie vê-lo se pronunciar pelo desmembramento quando poderia tê-lo feito há 6 ou 8 meses (...)."
Ricardo Lewandowski, ministro do STF e revisor do processo:
"Eu, como revisor, farei valer o meu direito de manifestar-me sempre que entender que isso seja necessário."
Joaquim Barbosa, ministro do STF e relator do processo do mensalão:“É deslealdade."
Ricardo Lewandowski, ministro do STF e revisor do processo:
"Acho que é um termo um pouco forte o que Vossa Excelência está usando, e já está prenunciando que este julgamento será muito tumultuado.”
Marco Aurélio Mello, ministro do STF
"Não vamos descambar para o lado pessoal."

Ainda discutindo desmembramento do processo, o que acabou sendo rejeitado
thomaz bastos (Foto: Pedro Ladeira/Frame/Folhapress)Thomaz Bastos (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Márcio Thomaz Bastos, advogado do ex-diretor do Banco Rural José Roberto Salgado (ele pediu a palavra e questionou se o STF é competente para julgar todos os réus do caso e pede o desmembramento)
"Embora esse processo tenha andamento sem retardamento e sem demora, garanta àqueles que não têm foro de prerrogativa pelo menos o direito ao duplo grau de jurisdição". 

 ministro Lewandowski (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)Ricardo Lewandowski (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)
Ricardo Lewandowski, ministro do STF e revisor do processo (ele defendeu o desmembramento)
"O Supremo também pode errar, quer na arte de proceder quer na arte de julgar, e, decidindo, não há a quem recorrer."


Ministro Marco Aurélio durante sessão que julga o mensalão (Foto:  Nelson Jr./SCO/STF)Marco Aurélio Mello (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)
Marco Aurélio Mello, ministro do STF
"Esse caso só está chegando a julgamento graças ao modelo de prerrogativa de foro. É bom dizer isso em alto e bom som. Se este processo estivesse por aí, estaria passível de prescrição, com todo o tipo de manobra que possa ser feita."


césar peluzo (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)Cezar Peluso (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)
Cezar Peluso, ministro do STF
"Se nós remetermos agora este processo a outro juiz -é verdade que ele está pronto-, mas só para este juiz começar a ler o processo, ele vai levar pelo menos, se ele for um bom locutor de corrida de cavalo, mais de seis meses para poder entender o que é que se passa."


Outras frases do 1º dia
Joaquim Barbosa, ministro do STF e relator do processo
"Me parece até irresponsável voltar a discutir essa questão."

"Nós gastamos quase uma tarde inteira a debater essa questão do desmembramento do processo a pedido do réu Marcos Valério. Aguarda-se única e exclusivamente o julgamento. Ora, nós precisamos ter rigor no fazer as coisas neste país. O mais alto tribunal deste país decidiu, não vejo razão, me parece até irresponsável voltar a discutir essa questão.”
Rosa Weber, ministra do STF
"O desmembramento desse processo já foi objeto desse plenário em mais de uma oportunidade."
Ricardo Lewandowski, ministro do STF e revisor do processo"Estamos sim, diante de um aspecto novo, de uma questão inconstitucional ainda não enfrentada pela Corte. O desmembramento foi feito em um julgamento apertado na época. É consenso entre os juristas que a competência pode ser arguida a qualquer tempo.”
Marco Aurélio Mello, ministro do STF"Vossa excelência me atribuiu a paternidade e eu estou excomungando o filho". (sobre sua posição pela competência do tribunal, interrompendo discurso do ministro Luiz Fux)
Dias Toffoli, ministro do STF"Farei a leitura (do voto) para homenagear a cadeira que sento, do sempre ministro Sepúlveda Pertence. Se se verifica que há conexão (entre as causas e os réus), se mantém a causa aqui."
Cezar Peluso, ministro do STF
"Se a matéria está sempre em aberto, não há impossibilidade (de se voltar a discuti-la), de certo enquanto não acabar o julgamento. Assim, vai se passar o resto da vida discutindo a mesma matéria."
Marco Aurélio Mello, ministro do STF"O desmembramento, querido a meu ver, não implicará retrocesso, mas a baixa do processo à Primeira Instância aparelhado para julgamento."
Celso de Mello , ministro do STF"O STF fará um julgamento justo, imparcial, isento e independente."
Gilmar Mendes, ministro do STF
"Havia uma lenda urbana de que o STF não condena. Não condenava porque não julgava. Não condenava porque não tramitava. Isso já está desmistificado aqui."
Ayres Britto, presidente do STF
"Nós temos um longo caminho pela frente."

ELAILA DO FACEBOOK


As vezes precisamos esquecer o que queremos, para poder enxergar o que precisamos.

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Maria Kirilenko, a musa russa do tênis Se dentro das quadras ela não é tão boa quanto Maria Sharapova, fora delas Maria Kirilenko é uma rival de peso. YAHOO


Menores acusados de matar médico são condenados a 3 anos. GAZETAWEB

Os adolescentes acusados de assaltar e depois matar o médico José Alfredo Vasco, crime ocorrido em 26 de maio, no Corredor Vera Arruda, no bairro de Jatiúca, foram condenados a medida socioeducativa de três anos, com reavaliação a cada seis meses. A pena foi estabelecida pela Justiça na tarde desta quinta-feira (02). 

M.S., de 17 anos e W.G.S., de 16, foram julgados durante duas audiências – uma no dia 18 e outra dia 23 – onde foram ouvidas testemunhas de defesa e de acusação que, por mais de quatro horas, falaram em juízo sobre o assassinato do otorrinolaringologista. Os menores vão ficar, neste período de pena, na Unidade de Internação Masculina (UIM).

Segundo dia do julgamento do mensalão terá acusação aos réus. G1


A segunda sessão do julgamento do processo do mensalão, nesta sexta-feira (3), será preenchida pela acusação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. A leitura da acusação estava prevista para ocorrer nesta quinta (2), mas acabou adiada por causa de uma questão de ordem sobre a competência do Supremo Tribunal Federal para julgar todos os réus, que consumiu três horas e meia da primeira sessão. A previsão é que a leitura da acusação dure cinco horas.
Em sua exposição, Gurgel pedirá a condenação de 36 dos 38 acusados de integrarem o suposto esquema de pagamento de propina a políticos em troca de apoio ao governo no Congresso Nacional entre 2003 e 2004, início do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles respondem pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas.
Nas alegações finais entregues ao Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, o procurador afirmou que não havia provas no processo contra dois réus, o ex-ministro Luiz Gushiken e Antônio Lamas, irmão de outro réu na ação. Quando a ação foi aberta no STF, em 2007, eram 40 réus. Um morreu - José Janene - e outro fez acordo com o Ministério Público - Sílvio Pereira.
No primeiro dia do julgamento do mensalão, na quinta (2), ficou confirmado que todos os 38 réus da ação penal serão julgados pelo Supremo. O tema foi decidido por maioria, 9 votos a 2, após questionamento dos advogados de três réus. A defesa queria que os acusados sem foro privilegiado no STF fossem julgados pela primeira instância da Justiça.
O debate tomou mais de três horas e meia da sessão. Por conta disso, o cronograma inicialmente previsto para o julgamento atrasou. As sustentações orais das defesas de José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério de Souza e Ramon Hollerbach, inicialmente previstas para essa sexta, devem ocorrer agora apenas na próxima segunda-feira (6).
'Deslealdade'A sessão desta quinta durou cerca de cinco horas. No início dos trabalhos, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, advogado do réu José Roberto Salgado, pediu a separação do processo.
Pela Constituição, têm foro privilegiado parlamentares, ministros, presidente e vice, que só podem ser julgados pelo Supremo. Dos 38 réus do mensalão, somente três têm esse tipo de foro: os deputados federais João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto (PR-SP).
O questionamento dos advogados levou à primeira discussão do julgamento do mensalão, quando Ricardo Lewandowski, que foi o revisor do processo, votou a favor de desmembrar a ação. O relator Joaquim Barbosa questionou.
"O senhor é revisor. Me causa espécie vê-lo se pronunciar pelo desmembramento quando poderia tê-lo feito há seis ou oito meses", argumentou Barbosa. "Farei valer o meu direito de manifestar-me sempre que seja necessário", rebateu Lewandowski. "É deslealdade", disse Barbosa em tom alto.
RelatórioApós a definição de que todo o processo continuará no Supremo, Joaquim Barbosa passou a ler o que chamou de "síntese da síntese'' de seu relatório. O ministro afirmou que os acusados, como diz a Procuradoria-Geral da República, fazem parte de uma organização criminosa sofisticada, "dividida em setores de atuação, que se estruturou profissionalmente para a prática de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, gestão fraudulenta, além das mais diversas formas de fraude".
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal relatada por Barbosa, "todos os graves delitos que serão imputados aos denunciados ao longo da presente peça têm início com a vitória eleitoral de 2002 do Partido dos Trabalhadores no plano nacional".
O relatório não traz o posicionamento de Barbosa sobre se os réus devem ou não ser condenados. A decisão dos ministros só será conhecida após o término das sustentações orais dos advogados de defesa, provavelmente no segundo semestre de agosto.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

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NANI - CHARGE ONLINE


É HOJE - O QUE HÁ DE MELHOR NA CULTURA NORDESTINA

Por favor divulguem e compareçam, vamos valorizar a genuína cultura alagoana. Teatro de Arena (anexo ao Teatro Deodoro), quinta-feira dia 02 de agosto às 19h30min.


A flor silvestre perfumada e amarela
por certo a flor mais bela
que eu já te ofereci
(Demis Santana).

Com o show "Eu, Jacinto, Gonzaga no Arena", Demis Santana e os órfãos do cangaço revisitam músicas que fazem parte da cultura nordestina, a partir das produções de Jacinto Silva e Luiz Gonzaga, em novos arranjos, que reinventam músicas bem conhecidas, como é o caso de Légua tirana, de Luiz Gonzaga. O show também dá um lugar de destaque ao alagoano Jacinto Silva, com seus cocos sincopados, e apresenta composições do próprio Demis Santana.

No palco, estarão presentes o poeta-ator Demis Santana, a doce flauta transversa de Gama Jr., o inconfundível violão de Jaques Setton, o jazzístico baixo de Ykson Nascimento, a melodiosa viola de arco de Kaw Lima, os mil batuques da percuteria de Roberi Rei e a presença festiva de convidados como Pica-pau e Micael, do grupo Cumbuca, Railtinho e Lelo Macena, do grupo Xique Baratinho, Fagner Dubrown e Rogério Dias, do grupo Poesia Musicada no Pandeiro, Kadu Ávila (coletivo AfroCaeté) e Diogo Nego (Arco da Velha), ambos ex-integrantes do grupo Arca da Cultura Popular e do mestre da cultura popular, o cordelista Jorge Calheiros.

A produção do show também acredita na necessidade de formação de novas plateias e investe no acesso de pessoas de baixa renda aos espaços onde circulam a arte, a cultura, o entretenimento, por isso "adotou" alunos/as da Escola Estadual Theonilo Gama, Jacintinho, proporcionando-lhes uma noite de contato com a boa música alagoana/nordestina/brasileira.

Junte sua alegria à nossa! Apareça e divulgue.

Elaine Rapôso.

UM TEXTO DE LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO


Caiu muita coisa do céu no espetáculo de inauguração da Olimpíada de Londres: as argolas olímpicas incandescentes, várias Mary Poppins - e a rainha, de paraquedas. Está certo, não era a rainha e sim um fac-símile razoável, mas Elizabeth se prestou a participar da encenação e só cedeu seu papel a um dublê na hora do salto, apesar da insistência do príncipe Charles para que ela mesmo se atirasse. De qualquer jeito, foi admirável ver a rainha incluída numa seleção de ícones britânicos - Shakespeare, Beatles, 007 - feita sem distinção entre o pop e o solene. Tudo que era solidamente inglês se integrava no espetáculo, fosse a rainha ou o Mr. Bean.
Imagino que a primeira decisão de quem organiza uma festa como a da inauguração da Olimpíada, ou de evento similar como uma Copa do Mundo, deva ser entre celebrar o país que faz a festa ou o chamado espírito olímpico, de congraçamento entre os povos acima de fronteiras e identidades nacionais, etc, etc. Os ingleses decidiram ser ingleses ao ponto de ostentação. Nada de espírito olímpico, o festejado, e bem festejado, foi o espírito nacional. Mas não foi uma celebração acrítica. Mostraram a revolução industrial que começou na Inglaterra e mudou o mundo, e ao mesmo tempo - com aquelas espantosas chaminés brotando do chão para espalhar a fuligem por campos outrora verdes e pastorais -, as consequências das sombrias usinas satânicas, as "dark satanic mills" do poema de William Blake, na vida das pessoas.
E não deixou de haver política na apresentação. Não havia muita razão para aquele longo segmento dedicado ao serviço nacional de saúde, o plano de assistência médica universal posto em prática pelos trabalhistas que nenhum governo conservador ousou tocar, a não ser como um recado para o atual governo conservador. Como medida de austeridade para enfrentar a crise, o governo Cameron está cortando benefícios sociais com um entusiasmo inédito desde os tempos da sra. Thatcher e sua machadinha impiedosa. O show das enfermeiras dançantes e das crianças bem tratadas foi para lembrar que o National Health Service é uma instituição inglesa tão digna de ser celebrada quanto as outras - e quem se atrever a mudá-la terá que se entender com a Mary Poppins.

Apartamento mais caro dos EUA está à venda em NY por US$ 100 milhões. G1


Seis quartos e nove banheiros divididos pelos três últimos andares de um arranha-céu de Manhattan, com uma vista impressionante do Central Park, são alguns dos atrativos do apartamento mais caro dos Estados Unidos, que acaba de entrar no mercado nova-iorquino por US$ 100 milhões.
"Este troféu é a joia da coroa no topo do famoso edifício de apartamentos City Spire, desenhado pelo reconhecido Juan Pablo Molyneux", começa a descrição do apartamento, como pode ser visto no site da agência imobiliária Prudential Douglas Elliman.
Foto divulgada pela imobiliária Prudential Douglas Elliman mostra o interior do luxuoso apartamento em formato octogonal (Foto: AP)Foto divulgada pela imobiliária Prudential Douglas Elliman mostra o interior do luxuoso apartamento em formato octogonal (Foto: AP)
O encarregado de encontrar um comprador para o apartamento mais caro dos Estados Unidos é o filho do ator Robert De Niro, Michael De Niro, que descreve o imóvel como uma "jóia única em seu gênero localizado entre as casas mais ricas" do país.
O topo do prédio em Manhattan cujos três últimos andares são ocupados pelo apartamento de US$ 100 milhões (Foto: AP)O topo do prédio em Manhattan cujos três últimos
andares são ocupados pelo apartamento de US$
100 milhões (Foto: AP)
De forma octogonal e ocupando os andares 73, 74 e 75 de um arranha-céu de luxo no número 150 da rua 56, em pleno coração de Manhattan, o apartamento tem mais de mil metros quadrados e um amplo terraço.
O preço de US$ 100 milhões pedido pelo atual proprietário, o investidor imobiliário Steven Klar, contrasta com os US$ 4,5 milhões que ele pagou ao se mudar, em 1993, para esse enorme apartamento. Klar gastou mais de US$ 5 milhões para que Molyneaux deixasse o imóvel no "estilo clássico" que buscava.
O apartamento conta com sua própria adega, com "ampla capacidade para garrafas", e um apartamento totalmente separado, o apartamento 72, dedicado aos empregados ou às visitas. Os três andares estão conectados por uma grande escada de mogno e um elevador privativo.

Brasileiro cria página no Facebook dedicada a decotes femininos, TECHTUDO


Um usuário brasileiro do Facebook criou uma página com um tema um tanto quanto curioso na rede social: decotes femininos. Com o nome de “Faceboobs”, a comunidade já conta com 874 "curtidas" e o seu principal objetivo é reunir as melhores imagens de seios da web.
Faceboobs está fazendo sucesso no Facebook (Foto: Reprodução)Faceboobs está fazendo sucesso no Facebook (Foto: Reprodução)
A página não tem imagens de nudez, mas sim fotografias sensuais tanto de usuárias que podem enviar suas fotos quanto de anônimas da rede ou modelos conhecidas. Famosas como a cantora Avril Lavigne, Fergie, do Black Eyed Peas, e a atriz Jennifer Aniston, marcam presença no “Faceboobs”.

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Defesa de réu do mensalão pedirá desmembramento do processo - YAHOO


BRASÍLIA, 1 Ago (Reuters) - A defesa do ex-executivo do Banco Rural José Roberto Salgado pedirá na quinta-feira, na sessão de abertura do julgamento do chamado mensalão, que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheça a inconstitucionalidade de julgá-lo, permitindo que retorne à primeira instância, e pedirá o desmembramento do processo.

O argumento do advogado Márcio Thomaz Bastos mencionará a jurisprudência do STF que, segundo a defesa, é favorável ao direito dos réus comuns, e o fato de que, no julgamento do processo do chamado mensalão mineiro, o pedido de desmembramento foi acolhido para os réus comuns.
Thomaz Bastos pedirá que o STF "analise e reconheça a inconstitucionalidade da competência dessa Corte para processar e julgar seu cliente... que não detém prerrogativa de foro, determinando-se o desmembramento do processo", segundo nota divulgada por sua assessoria nesta quarta-feira.
"A tese arguida pelo defensor sustenta que a decisão priva os réus comuns de dois direitos fundamentais do cidadão: o de ser julgado por seu juiz natural e o de poder recorrer das decisões, ou seja, a garantia do chamado 'duplo grau de jurisdição'", disse a nota.
Com isso, a defesa tentará que o processo retorne à primeira instância "para imediato julgamento dos acusados comuns".
A defesa argumentará que a proposta de desmembramento do processo não chegou a ser examinada anteriormente em relação à inconstitucionalidade da extensão da competência do foro privilegiado a réus comuns.
O STF iniciará na quinta-feira o julgamento do mensalão, suposto esquema no qual parlamentares receberiam dinheiro em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso.
São 38 réus do processo, incluindo diversos integrantes do então governo Lula. A expectativa é de que o julgamento dure pelo menos um mês.
(Reportagem de Hugo Bachega)