domingo, 29 de março de 2015
Renan explode com governo Dilma, diz colunista Presidente do Senado: "O país quebrou. Eles quebraram o país" CADA MINUTO
Agência Senado

A relação entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, está mesmo por um fio.
Pelo menos, é o que revelam algumas reações de parlamentares da base aliada da presidente Dilma nos últimos dias.
Segundo a Coluna Radar, de Lauro Jardim, o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, teria soltado os “cachorros” nesta manhã contra o governo da presidente Dilma, durante reunião com poucos senadores.
A explosão de Renan: “o país quebrou. Eles quebraram o país. É preciso que o governo apresente um plano econômico com começo, meio e fim. Um plano que faça cortes na máquina do governo e não um que aumente impostos. Agora, o Levy tem um fim de semana para elaborar esse plano e nos mostrar”.
Renan, obviamente, falava do PT ao se referir ao “país quebrado”.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participará de reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, na terça-feira, dia 31.
O PMDB quer que o governo faça o ajuste fiscal, cortando na própria carne. A proposta do partido é a redução do número de ministérios de 39 para 20, e de cargos comissionados, atualmente cerca de 20 mil.
Há quem garanta que o PT não deixará a presidente atender à reivindicação do PMDB. A redução de ministérios e cargos comissionados atinge diretamente o aparelhamento petista no governo.
De toda sorte, até agora, no Congresso Nacional, tem sido o PMDB a dar as cartas. E mostrar forças.
Com informações da Coluna Radar, da Veja.
Senador petista adverte: "PT pode levar um chute na bunda" do povo brasileiro. CADA MINUTO
O que disse Paim sobre as medidas que afetam os direitos dos trabalhadores:
“Eu fiquei constrangido e perplexo com as duas medidas provisórias que tiram direito dos trabalhadores. E essa não é uma reação só minha, é de todas as centrais, de todas as confederações, sindicatos, associações de trabalhadores, que não concordam com o que o governo fez. Sou o último dos parlamentares do PT que participou da Constituinte e hoje ainda está em atividade, sempre em uma linha de coerência. Como é que a essa altura do campeonato eu vou votar contra pescador, contra a viúva, contra o trabalhador desempregado? Não tem sentido. Não tem como mexermos nesses direitos trabalhistas”.
FALA SERGIO MORO E ANTÔNIO BOCHENEK -JBF
O PROBLEMA É O PROCESSO
Sérgio Fernando Moro e Antônio Cesar Bochenek
A denominada Operação Lava Jato revelou provas, ainda pendentes de exame definitivo pelo Judiciário, da aparente existência de um esquema criminoso de corrupção e lavagem de dinheiro de dimensões gigantescas. Se confirmados os fatos, tratar-se-á do maior escândalo criminal já descoberto no Brasil. As consequências são assustadoras.
A Petrobrás sofreu danos econômicos severos, ilustrados pelo pagamento de propinas milionárias a antigos dirigentes e pelo superfaturamento bilionário de obras. Além dos danos imediatos, a empresa sofreu grave impacto em sua credibilidade. A própria economia brasileira, carente de investimentos, sofre consequências, com várias empresas fornecedoras da Petrobras envolvidas no esquema criminoso.
Mais preocupante ainda a possibilidade de que o esquema criminoso tenha servido ao financiamento de agentes e partidos políticos, colocando sob suspeição o funcionamento do regime democrático. Embora se acredite que, com o apoio das instituições democráticas e da população em geral, tais problemas restem ao final superados, inclusive com o fortalecimento da democracia e da economia brasileiras, a grande questão a ser colocada é como se chegou a esse ponto de deterioração, no qual a descoberta e a repressão de crimes de corrupção geraram tantos efeitos colaterais negativos?
Uma das respostas é que o sistema de Justiça Criminal, aqui incluído Polícia, Ministério Público e Judiciário, não tem sido suficientemente eficiente contra crimes desta natureza. Como resultado, os problemas tendem a crescer, tornando a sua resolução, pelo acúmulo, cada vez mais custosa.
Sergio Fernando Moro, juiz federal responsável pela Operação Lava Jato
A ineficiência é ilustrada pela perpetuação na vida pública de agentes que se sucedem nos mais diversos escândalos criminais. Não deveria ser tão difícil condená-los ao ostracismo. Parte da solução passa pelo incremento da eficiência da Justiça criminal. Sem dúvida com o respeito aos direitos fundamentais dos investigados e acusados, mas é necessário um choque para que os bons exemplos de eficiência não fiquem dependentes de voluntariedade e circunstâncias.
Sem embargo de propostas de alterações do Direito Penal, o problema principal é óbvio e reside no processo. Não adianta ter boas leis penais se a sua aplicação é deficiente, morosa e errática. No Brasil, contam-se como exceções processos contra crimes de corrupção e lavagem que alcançaram bons resultados. Em regra, os processos duram décadas para ao final ser reconhecida alguma nulidade arcana ou a prescrição pelo excesso de tempo transcorrido. Nesse contexto, qualquer proposta de mudança deve incluir medida para reparar a demora excessiva do processo penal.
A melhor solução é a de atribuir à sentença condenatória, para crimes graves em concreto, como grandes desvios de dinheiro público, uma eficácia imediata, independente do cabimento de recursos. A proposição não viola a presunção de inocência. Esta, um escudo contra punições prematuras, impede a imposição da prisão, salvo excepcionalmente, antes do julgamento. Mas não é esse o caso da proposta que ora se defende, de que, para crimes graves em concreto, seja imposta a prisão como regra a partir do primeiro julgamento, ainda que cabíveis recursos. Nos Estados Unidos e na República francesa, dois dos berços históricos da presunção de inocência, a regra, após o primeiro julgamento, é a prisão, sendo a liberdade na fase de recurso excepcional.
Antônio Cesar Bochenek, juiz federal, Presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe)
Não se ignora, por evidente, a possibilidade do erro judiciário e de eventual reforma do julgado, motivo pelo qual se propõe igualmente que as Cortes recursais possam, como exceção, suspender a eficácia da condenação criminal quando presente, por exemplo, plausibilidade do recurso. Mas a exceção não invalida a proposição. O problema da legislação atual é o de supor como geral o erro judiciário e, como consequência, retirar toda eficácia da sentença judicial, transformando-a em mera opinião, sem força nem vigor. No Brasil, chegou-se ao extremo de também retirar-se a eficácia imediata do acórdão condenatório dos Tribunais, exigindo-se um trânsito em julgado que, pela generosidade de recursos, constitui muitas vezes uma miragem distante. Na prática, isso estimula recursos, quando não se tem razão, eterniza o processo e gera impunidade.
A AJUFE – Associação dos Juízes Federais do Brasil apresentará, em breve, proposição nesse sentido ao Congresso Nacional. O projeto de lei foi previamente aprovado pela ENCCLA – Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de dinheiro no ano de 2014, em grupo de trabalho que contou com membros dos três Poderes.
Pelo projeto, o recurso contra a condenação por crimes graves em concreto não impedirá, como regra, a prisão. Permite ainda o projeto que o juiz leve em consideração, para a imposição ou não da prisão, fatos relevantes para a sociedade e para a vítima como ter sido ou não recuperado integralmente o produto do crime ou terem sido ou não reparados os danos dele decorrente. Exige-se ainda alguma cautelaridade para a prisão, mas não como antes do julgamento.
Não se trata aqui de competir com as proposições apresentadas pelo Governo Federal ou pelo Ministério Público, mas contribuir, usando a experiência da magistratura, com a apresentação de projeto que pode mudar significativamente, para melhor, a Justiça.
O Brasil vive momento peculiar. A crise decorrente do escândalo criminal assusta. Traz insegurança e ansiedade. Mas ela também oferece a oportunidade de mudança e de superação. Se a crise nos ensina algo, é que ou mudamos de verdade nosso sistema de Justiça Criminal, para romper com sua crônica ineficiência, ou afundaremos cada vez mais em esquemas criminosos que prejudicam a economia, corrompem a democracia e nos envergonham como País.
ALAGOANO BRILHA - BRASIL GANHA COM GOL DE FIRMINO -GAZETAWEB
A oitava vitória da Seleção Brasileira em oito partidas disputadas desde a demissão de Luiz Felipe Scolari foi uma das menos vistosas. Neste domingo, o técnico Dunga poupou titulares no amistoso contra o Chile e viu a sua equipe ser truculenta e pouco criativa no estádio do Arsenal, em Londres. Ainda assim, Roberto Firmino (que entrou no segundo tempo) garantiu a vitória por 1 a 0.
O jogo foi o último teste do Brasil antes da convocação para a Copa América do meio do ano, que será disputada justamente no Chile. Em seu compromisso anterior, a Seleção havia empolgado com uma vitória por 3 a 1 sobre a França, em Saint-Dennis. Já os chilenos recorreram a uma formação mista e decepcionaram diante do Irã, que ganhou por 2 a 0.
ABRE ESSA MALDITA PORTA - DISSE O PILOTO -G1

O piloto do avião que caiu nos Alpes franceses pediu aos gritos para que o copiloto, que teria derrubado intencionalmente a aeronave, que abrisse "a maldita porta" enquanto tentava derrubá-la, mostraram as gravações da primeira-caixa preta encontrada.
Quando o copiloto, Andreas Lubitz, já teria acionado o sistema de descida, e os controladores aéreos franceses tinham tentado às 10h32 contatar sem sucesso o avião, a gravação registra o sinal de alarme automática de perda de altura, revelou neste domingo (29) o jornal "Bild".
Imediatamente depois se ouve um forte golpe, como se alguém tentasse abrir com um chute a porta da cabine, e a voz do capitão, Patrick Sondenheimer, gritando: "Pelo amor de deus, abre a porta!".
Ao fundo é possível ouvir os gritos dos passageiros.
Às 10h35, quando o avião ainda estava a sete mil metros de altura, a gravação registrou "ruídos metálicos fortes contra a porta da cabina" como se ela estivesse sendo golpeada.
90 segundos depois, a cinco mil metros de altura, um novo alarme é ativado, e é possível ouvir o piloto gritar: "Abra essa maldita porta!".
Às 10h38, ainda a cerca de quatro mil metros de altura, é possível ouvir a respiração do copiloto, que não diz nada.
Às 10h40, o aparelho toca a montanha com a asa direita e de novo são ouvidos gritos dos passageiros, os últimos sons registrados pela caixa-preta.
A hora e meia de gravação resgatada revelou também como o capitão, às 10h27 e a 11.600 metros de altura pede ao copiloto que comece a preparar a aterrissagem em Düsseldorf e ele responde, entre outras palavras, com um "tomara" e um "vamos a ver".
Em entrevista coletiva na quinta-feira, quando foi comunicado que as gravações permitem concluir que o copiloto derrubou intencionalmente a aeronave, que levava 150 pessoas a bordo, o promotor de Marselha qualificou as respostas do copiloto a seu comandante de "lacônicas".
GRUPO "MACEIÓ ANTIGO" - REUNIÃO DIA 1º DE ABRIL
ALGUNS AMANTES DA CIDADE DE MACEIÓ FORMARAM UM GRUPO, "MACEIÓ ANTIGO", ATUALEMENTE É O QUE EXISTE DE INTELIGENTE NO FACEBOOK, COM POSTAGEM DE ANTIGOS PRÉDIOS, FOTOS, COMENTÁRIOS, CRÔNICAS, DISCUSSÃO CALOROSA, SAUDOSA, DIVERTIDA.
ENTRETANTO, O GRUPO NÃO É SAUDOSISTA VIVENDO SÓ DO PASSADO. NO PRÓXIMO DIA 1º DE ABRIL, QUARTA-FEIRA, A PARTIR DAS 19:30 HAVERÁ UMA REUNIÃO NO BARCANINHA, FAROL, POR TRÁS DA EMBRATEL, PARA DISCUTIR O QUE OS 2.000 PARTICIPANTES DO GRUPO PODEM FAZER PARA PRESERVAR O PASSADO E CONTRIBUIR POR UM FUTURO MELHOR DE NOSSA CIDADE. A REUNIÃO É ABERTA.
Novo ministro da Educação, Renato Janine diz que "sem educar não se avança". JB
"Espero que a educação constitua um destes pontos que permitam unir o País, gente de um lado ou de outro mas que sabe que sem educar não se avança", disse.

"O ministério continua nas mãos competentes do secretário executivo. Tomarei posse no dia 6 de abril e depois disso terei o prazer, e cumprirei o dever, de dar todas as entrevistas que forem necessárias. Só peço compreensão para a necessidade de estudar os dossiês antes de entrar em detalhes sobre eles. Afinal, como pode alguém ir para a Educação se não começar estudando??", indagou Renato.
Conheça John, o investigador particular que É PAGO para fazer sexo com prostitutas na Austrália. YAHOO

Conheça John. Ele prefere não ser identificado, mas diz que é divorciado, tem 60 anos e vive na Austrália. E é tudo que podemos saber deste investigador particular que, pasmem, ganha a vida fazendo sexo com prostitutas em Sydney. Não, você não leu errado: ele recebe dinheiro para isso.
Não duvido que a ala masculina que passar o olho nessa história irá invejá-lo. Seria esse o melhor emprego do mundo? John ‘dá de ombros’, em entrevista ao site Australian News.
“Tenho certeza absoluta que alguns ficariam com inveja de como estou obtendo algum dinheiro de tempos em tempos. Mas estou sendo pago para fazer algo que as pessoas pagam um bom dinheiro para ter. Não é o típico emprego das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. Não há restrições de tempo, e nunca houve um momento em que me senti ameaçado ou preocupado com a minha segurança”.
A explicação sobre a profissão de John é simples: a missão dele é obter evidências sobre prostíbulos ilegais, fazendo-se passar por um cliente qualquer. As vagas foram criadas após o Hornsby Council perder uma batalha judicial de US$ 100 mil contra uma casa de massagem que, na realidade, funcionaria como um bordel. O conselho falhou em apresentar provas.
Foi aí que entrou o ‘caça-prostíbulos’ John (sem trocadilhos) e seus colegas – sim, há mais investigadores nessa mesma área.
UM TEXTO DE FERNANDO GABEIRA - JBF
OS ROBÔS ABANDONAM O BARCO
O documento que vazou do Planalto falando dos robôs usados nas redes sociais me fez lembrar de 2010. Foi a última campanha que fiz no Rio de Janeiro. Na época detectamos a ação de robôs, localizamos sua origem, mas não tínhamos como denunciar.
Ninguém se interessou.
Os robôs eram uma novidade e, além do mais, o adversário não precisou deles para vencer. Tinha a máquina e muito dinheiro: não seriam mensagens traduzidas, grosseiramente, do inglês – contrataram uma empresa americana – que fariam a diferença. Essa campanha de 2010 pertence ao passado e só interessa, hoje, aos investigadores da Operação Lava Jato.
Os robôs abandonaram Dilma Rousseff depois das eleições. E o Palácio dá importância a isso. Blogueiros oficiais também fazem corpo mole em defendê-la, por divergências políticas. Isso confirma minha suposição de que nem todos os blogueiros oficiais são mercenários. Há os que acreditam no que defendem e acham razoável usar dinheiro público para combater o poderio da imprensa.
Vejo três problemas nesse argumento. O primeiro é uma prática que se choca com a democracia. O segundo, o governo já dispõe de verbas para fazer ampla e intensa propaganda. E, finalmente, Dilma tem todo o espaço de que precisa. Basta convocar uma coletiva e centenas de jornalistas vão ao seu encontro. Se Dilma quiser ocupar diariamente cinco minutos do noticiário nacional, pode fazê-lo. O chamado problema de comunicação do governo lembra-me O Castelo, de Kakfa. A porta sempre esteve aberta e o personagem não se dá conta de que a porta está aberta.
O problema central é que Dilma não sabe tocar esse instrumento. Todos os presidentes da era democrática sabiam. Lembro-me apenas do marechal Dutra, no pós-guerra, mas era muito criança. Falava mal, porém fez carreira militar, era um marechal, que comprou muita matéria plástica. Mas era um outro Brasil comparado com o avanço democrático e a onipresença do meios de comunicação.
Os robôs que abandonaram o barco não me preocupam. Esta semana parei um pouco para pensar na terra arrasada que o PT deixará para uma esquerda democrática no País. Não só pelo cinismo e pela corrupção, pelas teses furadas, mas também pela maneira equivocada de defender teses corretas. Ao excluir dissidentes cubanos, policiais brasileiros, opositores iranianos da rede de proteção, afirmam o contrário dos direitos humanos: a parcialidade contra a universalidade.
Algo semelhante acontece com a política sobre os direitos dos gays, que apoio desde que voltei do exílio, ainda no tempo do jornal Lampião.
Ao tentar transformar as teses do movimento numa política de Estado, chega-se muito rapidamente à desconfiança da maioria, que aceita defesa de direitos, mas não o proselitismo. Tudo isso terá de ser reconstruído em outra atmosfera. Será preciso uma reeducação da esquerda para não confundir seus projetos com o interesse nacional.
Isso se aprende até nas ruas, vendo o desfile de milhares de bandeiras verdes e amarelas. Na sexta-feira 13 houve um desfile de bandeiras vermelhas. Essa tensão entre o vermelho e o verde-amarelo é expressão pictórica da crise política.
Se analisamos a política externa do período, vemos que o Brasil atuou lá fora como se sua bandeira fosse vermelha. Ignora a repressão em Cuba e na Venezuela, numa fantasia bolivariana rejeitada pela maioria do País.
Discordo de uma afirmação no documento vazado do Planalto: o Brasil vive um caos político. Dois milhões pessoas protestam nas ruas sem um incidente digno de registro. Existe maturidade para superar a crise, sem violência.
Bem ou mal, o Congresso Nacional funciona. O caos não é político. É um estado de espírito num governo e num partido que ainda não compreenderam seu fim. Nada mais cândido que a sugestão do documento: intensificar a propaganda em São Paulo.
Com mais propaganda, mais negação da realidade, o governo contribui para aumentar o som do panelaço. E exige muita maturidade da maioria esmagadora que o rejeita.
Li nos jornais a história de um deputado no PT reclamando de ter sido hostilizado em alguns lugares públicos. Se projetasse o que virá no futuro, teria razões para se preocupar.
A crise econômica ainda vai apresentar seus efeitos mais duros. Um deles é o racionamento de energia. Sem isso, acreditam os técnicos, não há retomada do crescimento em 2016. Como crescer sem dispor de mais energia?
As investigações da Lava Jato concentram-se no PT. Muitos depoimentos convergem para inculpar o tesoureiro João Vaccari Neto.
Li que uma das saídas do partido seria culpar o tesoureiro, uma versão petista de culpar o mordomo.
Um governo que recusa a realidade, crise econômica que caminha para um desconforto maior e o foco da investigação da Lava Jato no PT são algumas das três variáveis de peso que conduzem a uma nova fase.
Diante desse quadro, não me surpreende que os robôs estejam pulando do barco do governo. Apenas confirmam minha suspeita de que se tornam cada vez mais inteligentes.
Eles continuam à venda no mercado internacional. O secretário da Comunicação recomendou ao governo dar munição a seus soldados na internet, Lula ameaçar com o exército de Stédile. Um novo exército de robôs seria recebido com uma gargalhada nas redes sociais.
Juntamente com os robôs, Cid Gomes saltou do barco. Ao contrário dos robôs, seu cálculo é político. Superou em 100 a marca de Lula sobre os picaretas no Congresso. Preservou-se com os futuros eleitores.
Mas, e aquela história da educação como o carro-chefe do projeto de Dilma? Confusão entre os estudantes que não recebem ajuda e o ministro contando picaretas no Congresso.
É tudo muito grotesco. Os partidos querem ver Dilma sangrando. Além de ser muito sangue o que nos espera pela frente, é preciso levar em conta que, de certa maneira, o Brasil sangra com Dilma. Arrisca-se a morrer exangue.
Monumentos de Maceió ficam no escuro durante a 'Hora do Planeta' Capital alagoana participou da ação promovida pela Rede WWF neste sábado. GAZETAWEB
Um ato simbólico deixou alguns monumentos situados em Maceió no escuro na noite desse sábado (28). Junto com outras centenas de cidades do país, a capital alagoana participou da Hora do Planeta, promovida pela Rede WWF, e que tem como objetivo demonstrar preocupação com o meio ambiente e o aquecimento global. Por 60 minutos, a partir das 20h30, as luzes da Associação Comercial de Maceió, do Memorial Teotônio Vilela e do Memorial à República tiveram as luzes externas apagadas.
Fundada em 1961, a WWF (World Wildlife Fund) em português, Fundo Mundial da Natureza, defende a preservação do meio ambiente e a harmonização entre o homem e a biodiversidade, com foco no uso racional dos recursos naturais em benefício da população. Os 60+, como é conhecida a campanha da Hora do Planeta, foi realizada este ano pela primeira vez em Maceió por meio da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma).
NELSON DA RABECA NO CINEMA - GAZETA DE ALAGOAS
MÚSICA ALAGOANA. Depois de passar por Alagoas, projeto que une Nelson da Rabeca ao músico suíço Thomas Rohrer vai a São Paulo, levando a virtuose alagoana para os palcos do Sudeste
“COMO É BONITO VER NELSON DA RABECA TOCAR”

Um dos rabequeiros mais conceituados do mundo, seu Nelson faz música que emociona e é agora tema de filme
Foto: DIVULGAÇÃO
Por: LARISSA BASTOS - REPÓRTER
Basta um acorde, uma nota que ressoa pelo teatro. Uma passada do arco pelas cordas da rabeca de seu Nelson – em cima do palco ou pelas ruas de sua cidade histórica, em qualquer lugar, a qualquer hora – e o sorriso toma conta, se abre, invade. Aquele sorriso genuíno, sincero, que escapa do amante da boa música diante do simpático velhinho morador de Marechal Deodoro.
A música do rabequeiro emociona mesmo. Seja com risos ou com lágrimas (e é verdade, essa que vos fala já viu – e sentiu), os sons extraídos por ele tocam quem está na plateia. Do alto de seus 86 anos e numa relação cúmplice e honesta com seu instrumento, do qual se tornou luthier depois de uma vida de cortador de cana, o artista tardio traduz em notas a riqueza da música local. E, acima de tudo, a de coração.
A música do rabequeiro emociona mesmo. Seja com risos ou com lágrimas (e é verdade, essa que vos fala já viu – e sentiu), os sons extraídos por ele tocam quem está na plateia. Do alto de seus 86 anos e numa relação cúmplice e honesta com seu instrumento, do qual se tornou luthier depois de uma vida de cortador de cana, o artista tardio traduz em notas a riqueza da música local. E, acima de tudo, a de coração.
Fotos de padre nu vazam na internet e ele é afastado do sacerdócio. G1

(Foto: Reprodução/WhatsApp)
Os moradores da pequena cidade de Miracema, no Noroeste Fluminense, foram surpeendidos nesta semana, quando fotos do antigo padre da cidade vazaram através do WhatsApp, aplicativo de troca de mensagens pela internet. O que chocou a população foi o fato do sacerdote, de cerca de 40 anos, estar posando nu nas "selfies".
De acordo com o Bispado da Diocese de Campos dos Goytacazes, as fotos teriam sido divulgadas por uma mulher que se relacionava com o padre pelas redes sociais.
O Bispado informou, na tarde deste sábado (28), o afastamento do padre. Ainda de acordo com o Bispado, o padre disse que chegou a manter relação com uma mulher e declarou que o contato aconteceu de três a cinco vezes, apenas, através de redes sociais. Segundo o depoimento do padre aos seus superiores, o vazamento da foto teria sido uma armadilha para manchar sua imagem.
Os fatos ainda estão sendo apurados pela Diocese mas a suspensão do serviço do padre é certa. "Estamos investigando a gravidade do assunto, mas apenas o ato dele ter tirado a foto já é matéria contra o mandamento da Igreja Católica, constitui crime e exige punição", esclareceu o Bispado em entrevista ao G1, mencionando que a mulher não se manifestou e as provas são, até o momento, a foto que circula nas redes sociais, além do depoimento do padre.
Pai do copiloto está 'completamente arrasado', diz prefeito francês Bernard Bartolini disse que pai sente "toda a responsabilidade do drama". Copiloto supostamente derrubou de forma proposital avião na França. G1

O pai de Andreas Lubitz, o copiloto da Germanwings que supostamente derrubou de forma proposital o Airbus A30 nos Alpes franceses com 150 pessoas a bordo, está "completamente arrasado", contou neste sábado (28) o prefeito da cidade francesa de Prads-Haute-Bléone, Bernard Bartolini.
O conteúdo da única caixa-preta encontrada indicou, como revelou esta semana a Promotoria francesa, que Andreas Lubitz teria provocado a queda do aparelho nas montanhas, após aproveitar uma ausência do comandante da cabine.
"Ele sente sobre ele toda a responsabilidade do drama e atravessa uma angústia incrível", disse o prefeito em declarações à emissora francesa "BFM TV".

Conforme relatou, eles se encontraram na quinta-feira (26), na cerimônia de homenagem realizada na cidade de Le Vernet, na França, que se transformou em lugar de peregrinação dos familiares das vítimas.
O pai do copiloto participou do ato com alguns membros da tripulação, sem se misturar aos parentes dos passageiros. Segundo Bartolini, "não há palavras para expressar" o estado em que ele estava.
Copiloto procurou tratamento para problema de visão

Copiloto conhecia região do acidente; veja no vídeo acima do 'Jornal Nacional'
O copiloto do avião da Germanwingsprocurou tratamento para problemas de visão que podem ter prejudicado sua habilidade de trabalhar como piloto, informaram dois oficiais com conhecimento das investigações ao jornal “New York Times” neste sábado.
A revelação de um possível problema com seus olhos adiciona um novo elemento na montagem do perfil do piloto de 27 anos, que segundo as autoridades também passava por tratamento para problemas psicológicos e havia escondido estas informações de seu empregador.
Queria ser lembrado
Andreas Lubitz disse a sua ex-noiva que estava em tratamento psiquiátrico e que planejava um grande gesto do qual todos se lembrariam, publicou o jornal alemão “Bild” neste sábado.
Andreas Lubitz disse a sua ex-noiva que estava em tratamento psiquiátrico e que planejava um grande gesto do qual todos se lembrariam, publicou o jornal alemão “Bild” neste sábado.
O jornal apresentou uma entrevista com a mulher que disse ter mantido um relacionamento em 2014 com Andreas Lubitz.
“Quando soube do acidente, eu lembrei de uma frase que ele disse”, contou a mulher, uma comissária de bordo de 26 anos identificada apenas como Maria W. “Um dia eu farei algo que vai mudar o sistema, e então todos saberão meu nome e se lembrarão dele.”
Ela disse que não entendia o que ele queria dizer, mas que agora fez sentido. “Ele fez isso porque percebeu que, devido a seus problemas de saúde, seu grande sonho de trabalhar na Lufthansa, de ter o cargo de piloto em voos de longa distância, era praticamente impossível.”
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