sábado, 30 de agosto de 2014

Heloísa Helena: "O que mais quero é estar com Marina" Por uma vaga no Senado, Heloísa Helena enfrenta Fernando Collor, que é apoiado por Dilma. Ela diz que pode deixar de lado compromissos partidários para apoiar a amiga do PSB. ÉPOCA

MURILO RAMOS


Heloísa Helena (Foto: Sérgio Amaral / Editora Globo)
Quando vai a Alagoas, Marina Silva (PSB) costuma hospedar-se na casa da vereadora Heloísa Helena (PSOL). Dorme no quarto do filho de Heloísa, que é sua amiga. “Somos irmãs de caminhada”, diz Heloísa. Ela é candidata a voltar ao Senado, de onde saiu em 2006 para tentar a Presidência da República. Seu principal adversário é o senador Fernando Collor (PTB), contra quem protestou nas ruas em 1992, como professora e militante do PT, na campanha pelo impeachment. Heloísa afirma que pode pedir votos para a amiga Marina, apesar de o PSOL ter uma candidata à Presidência,Luciana Genro. “O que eu mais quero é estar envolvida na candidatura de Marina”, diz. 
ÉPOCA – Como a senhora vê a candidatura de sua amiga Marina Silva à Presidência da República?
Heloísa Helena – 
O Brasil merece Marina como presidente da República. Ela é competente, estudiosa, disciplinada e firme. As pessoas duvidam da firmeza dela. Eu não. Ela está comprometida com o Brasil. E Marina merece a oportunidade, principalmente depois de todas as tormentas que enfrentou. É profundamente triste que, para ser candidata, ela tenha tido de vivenciar uma tragédia tão dolorosa, a morte de Eduardo Campos. As pessoas achavam que a candidatura dela à Vice-Presidência tinha sido uma imposição de Eduardo Campos. Nada disso. Ela sempre deixou claro para mim que o lugar dela, na condição em que entrava na chapa, era vice. Ela sempre analisou os gestos de Eduardo Campos com generosidade.
ÉPOCA – A senhora vai pedir votos para Marina?
Heloísa Helena –
 Eu tenho de conversar com as pessoas do meu partido. Todos sabem quanto respeito a Luciana Genro (candidata à Presidência pelo PSOL), a mais importante representante da esquerda socialista, mas o que mais quero é estar envolvida com a candidatura de Marina.
ÉPOCA –  Mas formalmente Marina não pode apoiá-la. O partido dela, o PSB, está coligado com adversários da senhora.
Heloísa Helena – 
Se a lógica fosse essa, eu também não poderia ajudá-la. No sertão existe um ditado que é o seguinte: cada dia com sua agonia. Estou certa de que ela não apoiará meus adversários. Ela já queria ter vindo para Alagoas, só não veio porque a gente não tinha nem panfletos para distribuir. Estamos analisando isso com tranquilidade. Somos irmãs de caminhada.  
ÉPOCA – Como Marina, a senhora já se candidatou à Presidência da República, em 2006. Depois se afastou do cenário político nacional. O que a senhora fez desde então?
Heloísa Helena –
 Fiz a escolha de ficar em Alagoas. Não fui para Miami nem passear pelo mundo. Eu voltei à universidade para dar aula (no curso de enfermagem da Universidade Federal de Alagoas). Depois resolvi, com o meu partido (PSOL), ser candidata a vereadora em Maceió. Essa opção foi motivo de ridicularização por aqui. Mas para mim foi uma experiência importante, porque vivo o dia a dia da cidade, dirijo meu carro, faço trabalho voluntário com adolescentes, entre outras atividades.
ÉPOCA – Se o trabalho é tão gratificante, por que a senhora quer voltar ao Senado?
Heloísa Helena –
 Parece presunçoso dizer isso, mas na representação de Alagoas não há quem defenda o que defendo. Ninguém está lá para defender a educação de qualidade, a inclusão social, a eficácia e dinamização dos serviços de saúde, a geração de emprego e renda nas comunidades pobres, a segurança pública e o alongamento do perfil da dívida de Alagoas. Não estou nem falando da ética na política, porque considero isso uma virtude que deve ser inerente ao político. Acho uma tristeza quando não roubar os cofres públicos passa a ser um atributo. Política não é o que mais gosto de fazer. Mas estou na política para não permitir que o império do banditismo político e da imposição do medo me tenha como um de seus súditos.
ÉPOCA – Seu principal adversário é o senador Fernando Collor de Mello (PTB). Ele prevê gastar até R$ 5 milhões na campanha ante R$ 200 mil da senhora. Como lidar com isso?
Heloísa Helena – 
Estou lutando contra um aparato gigante. Collor tem centenas de candidatos a deputados poderosíssimos. Ele tem o palanque da presidente Dilma, do PMDB e a estrutura de prefeitos. Se analisarmos o mapa do domínio eleitoral de quem o apoia, você poderia dizer que é impossível eu vencer. É um Davi contra centenas de Golias e seus exércitos de mercenários armados até os dentes.
ÉPOCA – Diante desse cenário, quais são suas reais possibilidades?
Heloísa Helena – 
Tenho chances de ganhar a eleição se a maioria do povo alagoano se perguntar qual é a voz que quer: a representada pelo submundo da política e pelos perversos indicadores sociais, ou a voz de alguém que respeita a ética e a justiça social.
ÉPOCA – A senhora vai aceitar dinheiro de empresários em sua campanha?
Heloísa Helena –
 Não, embora alguns ofereçam por generosidade democrática. Para mim, é melhor não receber. Não que alguém fosse ter a ousadia de achar que poderia me comprar com dinheiro de campanha. É apenas por uma compreensão de me sentir mais à vontade para defender a justiça e não ter nenhuma vinculação financeira com nenhum setor. Contribuição de pessoa física é diferente. Eu aceito.
ÉPOCA – Collor recebeu depósitos do doleiro Alberto Youssef. A senhora vai tratar disso na eleição?
Heloísa Helena –
 Posso até tratar disso, mas uma pessoa que tem a história suja que ele tem, ainda conseguir pontuar positivamente numa pesquisa eleitoral... Não sei que efeito prático essa revelação dos depósitos do doleiro teria. Não vou antecipar o que vou trazer na campanha eleitoral, mas se alguém acha que vai me impor medo se engana profundamente. Se tiver baixaria e mexer com minha honra pessoal, pode vir fervendo que eu estou feito lava vulcânica. Ninguém brinque comigo. É melhor todo mundo ter cautela no debate.
ÉPOCA – A senhora se notabilizou em sua passagem anterior no Senado pelos discursos inflamados...
Heloísa Helena –
 Quem me conhece sabe que sou uma pessoa superzen. Gosto de coisas calmas. Se você vive o tempo inteiro agitado ou fazendo discursos inflamados, isso causa até lesões orgânicas. Mas a injustiça é algo que me constrange profundamente. Elevo a voz quando o argumento não convence, quando as regras não são cumpridas, quando os sentimentos mais nobres são jogados no lixo da política. Aí sim eu fico muito brava.
  •  
Se mexer com minha honra,
pode vir fervendo que eu estou feito lava vulcânica"
HELOÍSA HELENA
ÉPOCA – A deputada estadual do Rio de Janeiro Janira Rocha, que é de seu partido (PSOL), foi acusada de corrupção. O que a senhora acha das acusações contra ela?
Heloísa Helena – 
Estou afastada de todas as instâncias partidárias há pelo menos seis anos. Vivi duas tormentas. A primeira foi minha luta contra o aborto; a segunda foi o meu apoio à tentativa de Marina registrar a Rede Sustentabilidade. Como não acompanhei inquérito nem processo administrativo sobre Janira, nem consegui acreditar. Janira sempre foi uma grande liderança de nosso movimento sindical e popular.
ÉPOCA – Em 2008, a senhora disse que processaria o ex-ministro José Dirceu por ele ter insinuado numa entrevista que a senhora tivera um caso com o ex-senador Luiz Estevão – e que, por isso, teria votado contra a cassação dele (em 2000). O que a senhora achou dos comentários de Dirceu?
Heloísa Helena –
 É a maior ofensa que uma mulher digna e honrada, como eu sou, poderia sofrer. Então, eu tinha duas opções: quebrar o septo nasal do indivíduo, que era minha maior vontade, ou processá-lo, como fiz com várias pessoas que insinuaram a mesma coisa. No caso do indivíduo que está preso, nem acompanho mais. Dirceu teve o destino carcerário que nem eu torci para que tivesse. Nem comemorei. Até porque era uma grande liderança da esquerda socialista, e depois se submeteu a se lambuzar no banquete farto do poder da forma mais indigna. Enfim, não tive um caso com Luiz Estevão. Não é o tipo de pessoa que escolheria para me relacionar emocionalmente. Por outros motivos, Dirceu já foi devidamente punido. Mas digo que não existe destino carcerário capaz de apagar a baixeza da calúnia que ele lançou contra mim.
ÉPOCA –  A senhora guarda mágoas do PT por ter sido expulsa em 2003?
Heloísa Helena –
 Não guardo rancor, porque foi a situação mais importante da minha vida. No PT, fui testada entre ter cargos, prestígio e poder e defender aquilo em que eu acreditava. No PT, tenho vários amigos queridos, cujos laços afetivos não foram desfeitos. E vou ter o voto deles. Alguns militantes do PT se submeterão à força do populismo partidário. Mas muitos petistas livres estão me ajudando.

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Miss Bumbum Goiás: 'Já fiquei com sertanejo famoso e mais novo que eu' Ana Flávia Magalhães revela ainda que recebeu proposta indecente de outro cantor conhecido e que sonha com carreira política, como o pai. vereador.


Quando decidiu participar do Miss Bumbum Brasil 2014, Ana Flávia Magalhães, a representante de Goiás, teve que enfrentar a resistência de seu pai, o vereador goiano Paulo Magalhães. “Ele não gostou muito da minha participação, ficou bravo. Disse 'vai pra fora estudar'. Mas depois acabou me abençoando.", conta ela, que tem 27 anos e 103cm de glúteos. "Tenho o bumbum mais bonito do Brasil”, afirma.

Apesar de estar focada no momento em ganhar a competição, Ana pretende investir em uma carreira política em um futuro próximo. “Penso em entrar na política. Mas quero me preparar. Tenho certeza que meu pai vai me apoiar, sem sentir ciúmes”, acredita ela.

Namoro com sertanejo mais novo
Goiás, estado que Ana Flávia representa, é conhecido por ser o berço de muitos astros sertanejos. Porém, ao apontar o cantor de que ela mais gosta, a candidata ao Miss Bumbum escolheu um "mineirinho". “Tem vários cantores sertanejos no estado de Goiás, mas o que mais acho bonito e sexy é o maravilhoso e abençoado Lucas Lucco”, elogia ela.

A loira revela ainda que já chegou a se envolver com um sertanejo, que não quis dizer o nome, por ser também muito popular e que ela acha estar comprometido. “Já fiquei com um cantor sertanejo famoso, fui até a um jantar romântico na casa dele. Prefiro preservar a imagem dele, pois pode estar comprometido, mas sei que ele faz sucesso no Brasil inteiro. Ele é mais novo que eu”, entrega.

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Marina atrai descontentes com governo, dizem especialistas. O GLOBO


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Marina Silva atrai descontentes com o governo - Fernando Donasci / Agência O Globo
RIO — O avanço de Marina Silva (PSB) na pesquisa de intenções de votos realizada pelo Datafolha, que a coloca empatada com a candidata a reeleição à Presidência Dilma Rousseff (PT), ainda está ligado a superexposição que a ex-senadora teve após a tragédia com Eduardo Campos e mostra uma migração de votos de descontentes com o governo, segundo especialistas.
— A Marina bagunçou o cenário eleitoral. Ela trouxe a votação que teve em 2010, o discurso de um terceira e via e, agora, representa para o eleitor descontente com o governo uma real chance de retirar o PT do governo, o que Aécio (Neves) não conseguiu mostrar — afirma o cientista político Felipe Borba.


Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/marina-atrai-descontentes-com-governo-dizem-especialistas-13778748#ixzz3Bsme1CSG

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Cenas de sexo entre Camilla Camargo e Caio Castro tiram o sono de Zezé. UOL

  • Caio Castro e Camila Camargo terão um caso no filme "Travessia"
    Caio Castro e Camila Camargo terão um caso no filme "Travessia"
  • As cenas de sexo entre Camilla Camargo e Caio Castro no longa "Travessia", do diretor João Gabriel, ainda nem foram exibidas nas telonas, mas já tiram o sono do pai moça, Zezé de Camargo. "Ele avisou que não vai querer ver, que não quer saber do filme, mas ficou muito feliz com a oportunidade que consegui e agarrei", revelou aoUOL a atriz, que confirmou ser a mais grudada dos três filhos do cantor sertanejo

DEU NO JORNAL DA BESTA FUBANA - LUIZ BERTO EDITOR

UM DOSSIÊ ALOPRADÍSSIMO!

Os “lulistas” do Partido dos Trabalhadores já não falam mais em substituir a candidata Dilma Rousseff pelo ex-presidente Lula. E isto por ordem dele, Lula.
É que pesquisa interna, à qual tiveram acesso apenas quatro petistas ilustres, indica que a ascensão deMarina Silva é de tal maneira avassaladora que nem mesmo Lula conseguiria evitar sua vitória.
Análises internas citam até a hipótese de Marina vencer no 1º turno.
A advertência dos analistas do PT é: Marina pode passar à frente e, com o “voto útil” de eleitores de Aécio, vencer no 1º turno.
A ordem de Lula é proclamar confiança em Dilma, dizer que Marina é só “uma onda” e preparar a artilharia.
Estão vasculhando a vida dela.
* * *
Se os marqueteiros acanalhados do PT estão vasculhando a vida pregressa de Marina, e precisam de munição pesada pra bombardeá-la, eu quero informar que tenho muita coisa aqui pra ajudá-los.
São inúmeros os fatos desabonadores, coisa terríveis, de baixíssimo nível, que podem sujar irreversivelmente a imagem de Marina.
É possível montar um dossiê-aloprado pra caluniador nenhum botar defeito.
O primeiro fato desabonador seria citar a vagabundagem-ecológica do começo do carreirismo de Marina, quando ela empatava o progresso e lutava contra o desenvolvimento da agroindústria, o setor da economia que, hoje em dia, é quem sustenta os únicos números positivos do gunverno do PT neste campo. Não fosse o agronegócio, que Marina e seu bando de desocupados queria destruir, o PIB estaria mais baixo ainda.
Vejam esta foto de Marina, feita em 1986, liderando a vagabundagem, a bagunça e a zona no interior do Acre:
Marina_Silva_em_Xapuri
Pra acabar de fuder a reputação de Marina, é importantíssimo destacar que ela foi Ministra do Meio Ambiente de janeiro de 2003 a maio de 2008. Quando era prisidente da República Federativa de Banânia um cabôco apelidado de Lula e codinominado Barba.
Qual a credibilidade, qual a moral, qual a vergonha-na-cara, qual a ética, que pode ter uma pessoa pública que aceita ser ministra de Lula, comandando um gunverno do PT???!!! Hein???
Pronto: bastaria isto pra lascar a candidatura dela e fazê-la desabar nas pesquisas.

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Torcedora é afastada do trabalho no RS após ofensas racistas a jogador Jovem foi flagrada chamando goleiro Aranha de "macaco" na Arena. Ofensa ocorreu durante o jogo entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil.g1


Racismo Arena do Grêmio - NÃO USAR (Foto: Reprodução/ESPN)Torcedora foi flagrada chamando goleiro Aranha de 'macaco' (Foto: Reprodução/ESPN)
A torcedora gremista flagrada pelas câmeras de transmissão de TV chamando o goleiro Aranha de "macaco" durante a partida entre Grêmio e Santos na noite de quinta-feira (29), em Porto Alegre, foi afastada do trabalho no Centro Médico e Odontológico da Brigada Militar. Ela era funcionária de uma empresa terceirizada e prestava serviços de auxiliar de odontologia na clínica da polícia militar gaúcha.
Segundo a assessoria de imprensa da corporação, a torcedora foi identificada ainda na noite de quinta-feira (28). O pedido de afastamento partiu da própria direção do centro médico. De acordo com a Brigada Militar, tanto a clínica quanto o comando da corporação repudiam qualquer ato de violência de qualquer tipo de discriminação.

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Estudante comemora autorização para usar remédio à base de maconha Pela 1ª vez Anvisa, vai liberar importação de remédio com 45% de THC. Uso é para única paciente que sofre dores crônicas e já tentou até morfina. G1


“Já faço uso de maconha há muito tempo e acho que salvou minha vida. Recebo com muita alegria esta decisão, porque sei que isso vai abrir porta para muita gente”, comemora a estudante Juliana de Paolinelli, de 35 anos, que obteve da Justiça a primeira autorização para importar um remédio com maior concentração de tetraidrocanabinol, o THC, de uso e comercialização proibidos no país. A substância, que gera os efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como “barato” da planta, é usada para fins terapêuticos no exterior.

CHAPA MARINISA

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA: ONTEM À NOITE DURANTE O LANÇAMENTO DO LIVRO DE GERALDO DE MAJELLA, SOBRE DÊNIS AGRA, UM GRUPO DE BOÊMIOS LANÇOU A CHAPA "MARINISA" - MARINA PRESIDENTE, HELOÍSA SENADORA. VAI DAR O QUE FALAR.

COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO

PODER SEM PUDOR
INTIMIDADE PROVADA
Um bispo vivia falando mal do interventor no Rio Grande do Sul, Flores da Cunha. Acusava-o de ser boêmio e elitista esnobe, que não dava intimidades nem mesmo aos seus próprios aliados.
Quando soube disso, o general resolveu calar o bispo de uma forma curiosa: chamou-o para uma conversa às 6h da manhã, recebendo-o nos seus aposentos, ainda na cama. Vestia apenas cuecas:
- Vossa Reverendíssima desculpe, mas como é de minha total intimidade, posso recebê-lo a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer jeito.



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AMARILDO E A GREMISTA GRITANDO MACACO PARA O GOLEIRO ARANHA DO SANTOS


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UM TEXTO DE RONALD MENDONÇA

DE VOLTA AO MAR DE LAMA
RONALD MENDONÇA
MÉDICO E MEMBRO DA AAL



O amor dos comunistas a Getúlio Vargas poderá ser compreendido a partir da Síndrome de Estocolmo. Segundo a doutrina que tenta explicar a “Sindrome” (paixão que o humilhado desenvolve pelo opressor) seria um mecanismo psicológico complicadíssimo que envolveria temor, submissão e, finalmente, identificação/empatia com o elemento agressor.
Todos sabem que foi durante a ditadura Vargas que pessoas do quilate de Graciliano Ramos, Sebastião da Hora, dentre outros, sofreram irreconciliáveis humilhações com encarceramentos, torturas psicológicas e outros que tais. A outros cidadãos, mesmo estrangeiros, o aparato policial-repressivo liderado por Filinto Muller, foi reservado tratamento brutal somente repetido nas mais ferozes ditaduras. Inclusive na ditadura militar que se instalou no Brasil a partir de 1964.
Muller tinha uma diferença pessoal com Carlos Prestes, o grande líder comunista da época. Estranhavam-se. Trocavam farpas que variavam de roubo a homossexualismo. Quer parecer ingênuo afirmar que Vargas ignorava o que se passava nos porões de sua ditadura. O “Pai dos Pobres” e a “Mãe dos Ricos” era combatido pelas esquerdas e pelos movimentos de direita. Mesmo assim ficou no poder 15 anos.
Carlos Prestes encenaria um episódio de beija-mão público com Getúlio Vargas que as pessoas normais têm dificuldades de entender. Sobretudo, depois de escorraçado e de ter sua companheira, a judia-alemã Olga Benário, entregue de bandeja aos nazistas de Hitler. Olga estava grávida, supostamente do próprio Prestes, o que torna o ato mais abominável. Benário era uma terrorista caçada pelos alemães. Vargas flertava com Hitler. Aliás, outros líderes também flertavam com o bigodinho alemão, inclusive o bigodudo ditador russo Stalin.
Diferentemente de Dilma Rousseff, que não pode ir a lugar nenhuma que recebe vaias (“da elite branca”), Getúlio Dornelles Vargas era amado. Tanto que, cinco anos após ser defenestrado, voltaria glorioso nos braços do povo. O “Velho”, como era carinhosamente tratado, era carismático. Em 24 de agosto de 1954, o gesto extremo do suicídio o purificaria de todos os excessos cometidos.
É querer torcer a história afirmar-se que quem matou Getúlio foi a UDN, Carlos Lacerda e outros “comparsas”. Com efeito, no mandato presidencial regularmente eleito, as vagabundagens governamentais eram denunciadas. O “Mar de Lama” que cercava o presidente era simbolizado por Gregório, seu guarda-costas, e pela família. O envolvimento do próprio filho cobriria o velho estancieiro de incoercível vergonha.

UM TEXTO DE CRISTIANA LOBO - G1

Vendaval de votos para Marina


Em 12 dias, quase 18 milhões de brasileiros manifestaram intenção de votar em Marina Silva. Um verdadeiro vendaval de votos que deixou tucanos atônitos e agora começa a tirar o sono dos petistas. O empate de Marina Silva com a até aqui favorita na disputa, a presidente Dilma Rousseff, vai levar a ajustes nas campanhas de PT e PSDB. A pergunta é: quem vai bater em Marina e qual brecha há para isso?
Marina Silva segue seu roteiro com real perspectiva de vitória. Segundo pesquisa DATAFOLHA, ela abre vantagem de dez por pontos sobre Dilma na simulação de segundo turno. Essa velocidade do crescimento provoca no PSB duas reações antagônicas. Uma, positiva, que é a possibilidade de se pensar em vitória no primeiro turno. A segunda, que causa preocupação, é que o crescimento rápido faltando mais de 30 dias para a eleição pode provocar reações fortes dos adversários. Segundo articuladores do PSB, em vez de usar números e propostas, Marina vai continuar falando ao sentimento dos eleitores. Para ela, o que está movendo sua campanha é a expectativa de mudar a política, mais do que propostas mirabolantes. É nesta tecla que ela vai continuar batendo. Sempre considerando que, daqui em diante, a perspectiva de governar o Brasil é real. Por isso, precisa olhar também para o dia de amanhã: a governabilidade. De uma coisa os socialistas estão certos. Se vencer, Marina não vai buscar maioria na forma clássica, atraindo partidos para cargos no governo. Ela terá de fazer maiorias em torno dos projetos

DATA FOLHA DÁ EMPATA NO PRIMEIRO TURNO E VITÓRIA DE MARINA NO SEGUNDO TURNO - G1


Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.
No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.
Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):
Dilma Rousseff (PT): 34%
Marina Silva (PSB): 34%
Aécio Neves (PSDB): 15%
Pastor Everaldo (PSC): 2%
José Maria (PSTU): 0% *
Eduardo Jorge (PV): 0% *
Luciana Genro (PSOL): 0% *
Rui Costa Pimenta (PCO): 0% *
Eymael (PSDC): 0% *
Levy Fidelix (PRTB): 0% *
Mauro Iasi (PCB): 0% *
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 7%
(*) Os candidatos indicados com 0% são os que não atingiram 1% das intenções de voto; somados, os sete têm 1%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:
- Dilma Rousseff: 27%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Não sabe: 32%
Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:
- Marina Silva: 50%
- Dilma Rousseff: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 3%
- Dilma Roussef: 48%
- Aécio Neves: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 4%
O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.
Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.
- Dilma Roussef: 35%
- Pastor Everaldo: 23%
- Aécio Neves: 22%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 17%
- Levy Fidelix: 17%
- Rui Costa Pimenta: 16%
- Luciana Genro: 15%
- Marina Silva: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 14%