quarta-feira, 17 de setembro de 2014

COSTA PER,ANECEU CALADO NA CPI DA PETROBRÁS - UOL


Costa decidiu permanecer calado durante a sessão -- como foi chamado para depor como investigado, o ex-diretor da Petrobras tem o direito de permanecer e silêncio. A sessão durou quase três horas, e o ex-executivo não respondeu a nenhuma pergunta.
"O que eu quero dizer publicamente é que o governo de Lula, Dilma e do PT não aprendeu com o mensalão. O esquema é o mesmo. Lamento que não tenhamos conseguido levar para uma sessão o uso das informações que temos aqui. Estamos diante da continuidade do braço indicado por Roberto Jefferson no mensalão", afirmou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em referência ao delator do mensalão.
Para o parlamentar, Costa é "bandido". Segundo o deputado, todas as testemunhas convocadas por CPIs no Congresso que se recusaram a falar são bandidos. "Não é minha primeira CPI e sempre que bandido veio usou do expediente de não falar. Eu quero dizer que estamos diante de um bandido", completou.
O líder do Solidariedade na Câmara, deputado Fernando Francischini (PR), também associou o ex-diretor da Petrobras ao mensalão.
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17.set.2014 - O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso em Curitiba, foi a Brasília para participar da sessão desta quarta-feira da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista da Petrobras, mas afirmou que ficará em silêncio Leia mais Geraldo Magela/ Agência Senado
"Não tenho dúvida que é o mesmo mensalão. Agora mais longe, pagando ministros e senadores. Antes o operador era Marcos Valério e agora é Paulo Roberto Costa. Acho que ele poderia contribuir muito com nosso país corrigindo erros do passado. É o maior escândalo de corrupção em nosso país", disse Francischini.
O líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR) também tentou associar os escândalos envolvendo a Petrobras a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.
"Estamos vendo que nestes doze anos aqueles que foram nomeados e que se tornaram uma verdadeira quadrilha tiveram o aval da presidente Dilma e do ex-presidente Lula. Nada mais grave que um presidente da República nomear um diretor da Petrobras e depois dizer que não sabia de nada. Eles não aprenderam e continuam com o mesmo sistema", disse Bueno.

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