segunda-feira, 21 de julho de 2014

IDOSOS GANHAM QUALIDADE DE VIDA - GAZETA DE ALAGOAS

Idosos ganham qualidade de vida
Por: MADYSSON WESLLEY - REPÓRTER
Eles já nem são mais tão jovens assim. Experiência de vida têm de sobra. Os idosos de hoje não são como os de antigamente. Eles estão mais independentes, andam de ônibus, fazem compras  no supermercado, saem para se divertir, passear, fazer exercícios e encontrar com os amigos. A melhoria na qualidade de vida, o acesso à informação e os cuidados, principalmente com a saúde, são fatores fundamentais para esta transformação.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que, este ano, a população do país já ultrapassou 200 milhões de pessoas. Somente em Alagoas, já são 3.322.120 habitantes. Destes, cerca de 280 mil já passaram dos 60 anos e são considerados idosos. 

Há algumas décadas, a taxa de natalidade era alta e a expectativa de vida pequena. A maior parte dos alagoanos não atingia 60 anos. Agora, a realidade é outra. Os dados do IBGE apontam que, atualmente, quando um alagoano nasce, ele tem chance de viver, em média, 69,2 anos. Em 2030, a esperança é que a vida no Estado dure ainda mais: 75,7 anos.

O país como um todo está gradativamente envelhecendo. Em Alagoas, o cenário não é diferente. Para compreender esta mudança nas características etárias da população é preciso entender que, ao longo dos anos, houve uma queda nas taxas de natalidade.

O pesquisador do IBGE no Rio de Janeiro, Luciano Gonçalves, afirma que a mudança começou a ocorrer ainda no século passado. “Em 1950, para se ter uma ideia, a maioria das mulheres brasileiras começava a ter filho com 15 anos e tinham seis filhos, em média. Com a chegada dos métodos contraceptivos se percebeu uma queda vertiginosa no número de nascimentos, em meados de 1960”, informa. 

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