
Outdoor de um clube de prostituição em Valência. / JESÚS CÍSCAR
O Eurostat, o instituto estatístico europeu, está trabalhando para medir uma parte da economia ilegal, como a prostituição, o tráfico de drogas e o contrabando, para incorporá-la ao produto interno bruto (PIB) de cada país da União Europeia. Outros países europeus já o fazem. É o caso da Estônia, Áustria, Eslovênia, Finlândia, Suécia e Noruega, que incluem em suas contas públicas o impacto destes setores ilegais. O Reino Unido, por exemplo, já tem os resultados. Os números indicam que a prostituição, o tráfico de drogas e o contrabando supõem cerca de dez bilhões de libras da riqueza nacional, (37 bilhões de reais), 6% de seu PIB, segundo informou na semana passada a Oficina Nacional de Estatística britânica (ONS). “Há um regulamento da União Europeia (UE) que determina que uma parte da economia ilegal — prostituição, tráfico de drogas e contrabando — deve estar incluída no cálculo do PIB obrigatoriamente antes de 2016”, explica o Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE).
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