sábado, 15 de março de 2014

Publicitária vence obesidade mórbida, perde 80kg e vira biatleta Antes de transformação há dois anos, Flor Soares, 34 anos, pesava 148kg. 'Tem que ter peito e, principalmente, saber que a vida tem que mudar'. G1


Flor (Foto: Arquivo Pessoal)Após chegar a quase 150kg, publicitária resolveu fazer mudança radical (Foto: Flavia Soares/Arquivo Pessoal)
O alerta de uma médica foi o pontapé inicial na reestruturação da vida de Flávia Soares, mais conhecida como Flor, de 34 anos, moradora de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que atualmente, além de publicitária, é biatleta: nadadora e corredora profissional. Há dois anos, com 80kg a mais que os atuais 68kg, a endocrinologista Helena Bandeira decretou que Flor poderia até morrer em pouco tempo se não emagrecesse imediatamente. A situação se agravava por conta do hipotiroidismo, que a impedia de perder peso. 
Tive várias transformações, mas minha essência continua a mesma. Estar viva e dar valor a isso por cada segundo é o mais importante. Como diria Oscar Wilde: 'Amar a si mesmo é o início de um amor pra vida inteira.' Isso basta!"
Flávia Soares, a Flor, publicitária e biatleta
''Sempre fiz esportes, mas comecei a engordar muito depois que voltei a morar sozinha no Rio. A obesidade foi progressiva até virar mórbida quando cheguei aos 148kg. O que me levou a tomar uma atitude radical e fazer a operação foi quando minha endocrinologista falou que eu iria morrer logo se não emagrecesse'', disse. 
Uma cirurgia bariátrica e dois anos foram suficientes para uma transformação radical. Mesmo com muito medo, Flávia Soares resolveu fazer a operação, em março de 2012. A jovem conta que depois da cirurgia os dias foram muito difícieis, mas com o tempo ela conseguiu emagrecer cada vez mais.
A jovem conta que depois da cirurgia os dias foram muito difícieis, mas com o tempo ela conseguiu emagrecer cada vez mais.  (Foto: Flavia Soares/Arquivo pessoal)A jovem conta que depois da cirurgia dias foram
muito difícieis (Foto: Flavia Soares/Arquivo pessoal)
''Eu dei entrada no hospital com a certeza que iria mudar radicalmente a minha vida e gritar para o mundo e para mim que eu queria viver bem. Os primeiros dias do pós operatório foram muito difíceis: só era permitido líquido e eu sentia muita dor abdominal por conta da agressividade da cirurgia. Tenho consequências até hoje como enjoos, dupping (alta glicemia se comer doce), concentração extrema durante a alimentação para não engasgar, tomar vitamina para o resto da vida, alimentação balanceada, já que a absorção é bem menor... Fiz um projeto de vida para cuidar de mim'', relatou.
Com a transformação radical veio também a mudança de cidade. Flor largou o trabalho no Rio de Janeiro, alugou o apartamento que tem na capital e foi morar com a mãe em Cabo Frio para poder se adaptar ao novo corpo e à nova vida. A publicitária também contou com a ajuda de uma psicológica. Segundo ela, as terapias eram essenciais para poder reestrutrar a nova vida. 

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