Que série gostosa de ver. Que série linda, hã, desabrochando ali em frente aos nossos olhos. Sim, é cafona isso, mas é lindo. Estou amando dr. Masters e Virginia.
Ainda não assisti ao sétimo episódio, mas até o sexto estava tudo só melhorando (tirando uma cena muito ridícula que será comentada mais para baixo para não estragar o clima de amor).
Sim, no momento estou achando que “Masters of Sex” é a melhor série da TV (“Scandal”segue sendo a mais viciante). Nos primeiros três ou quatro episódios, a série estava meio que sendo apresentada para a gente – e já estava muito boa. Mas a primeira impressão era de que os personagens eram um pouco definidinhos demais. O doutor sem charme, reprimido, obcecado com seu estudo sobre o sexo. A secretária supercharmosa e liberada, a esposa submissa e infeliz, a sogra intrometida etc etc. Tudo isso, claro, com o estudo sobre sexo ao fundo, com cenas quase explícitas e meio engraçadas de gente fazendo sexo meio sem jeito, se masturbando (com muito jeito) com um vibrador-câmera, cheio de eletrodos pelo corpo, cenas que dão um charme todo peculiar à série, sem dúvida. Os personagens começam a descobrir sobre o sexo, e a gente descobre sobre gente descobrindo coisas sobre o sexo. É tudo muito bom.
Mas faltava um tchan. Faltava os personagens mostrarem que são pessoas de verdade e“Masters of Sex” ser mais que uma série sobre descobertas sobre sexo. E faltava, claro, a tensão entre dr. Masters e Virginia ganhar espaço na história, acontecer. Demorou (não que alguém aqui tivesse pressa), mas aconteceu. Em uma linda cena que fechou o quinto episódio, a série começou a acontecer. E no finalzinho do sexto começou uma nova fase.
Ainda não é uma “Mad Men” com sexo, eu acho, mesmo com toda a produção caprichadíssima. Mas parece que está no caminho. Já até cortei minha franja Virginia-style, para entrar no clima. E agora quero ir embora para casa para ver o novo episódio. É amor.


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