Alagoas e Sergipe serão os únicos Estados do Brasil a realizar a eleição deste ano com urnas eletrônicas que somente aceitam os votos após o reconhecimento do eleitor por meio de sua impressão digital ou imagem de seu rosto.
O recadastramento dos eleitores para o uso da chamada urna biométrica trouxe uma consequência que pode até ser encarada como negativa pela classe política – mas tem sido interpretada como positiva para as instituições ligadas ao combate à corrupção eleitoral.
O fato é que em 7 de outubro, Alagoas terá 218 mil eleitores a menos que aqueles que estavam aptos a votar na última eleição de 2010. O número representa uma redução de 10,72% do eleitorado alagoano no ano em que foram eleitos deputados estaduais e federais, governadores e presidente.
Em 2010, havia exatos 2.034.326 títulos de eleitores aptos a votar. Mas o número reduziu para 1.816.221, depois do recadastramento biométrico que foi iniciado em 2010, em 11 municípios alagoanos, e concluído em 9 de maio deste ano, no restante do Estado.

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