Constatei o fato mais uma vez ao longo da hora e tanto de gravação, que juntou também na bancada dos entrevistadores, Jorge Mautner (outro espanto de conservação!), o crítico Antônio Carlos Miguel, e o músico Nicolas Krassik , um raro francês que fala português perfeitamente, com praticamente zero de sotaque, e manda ver no violino.
Foi uma entrevista ótima – não apenas porque o entrevistador rende pano pra manga, como é pessoa que sabe raciocinar, elaborar e, portanto, responder, com a maior clareza, com português bem falado, coisa tão rara hoje em dia. A memória afiadíssima voltou no tempo, ao início da carreira, ao breve período em que acumulou a carreira com cargo executivo na multinacional Gessy Lever.

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