Foram apenas seis minutos ruins em um ano e meio. Seis minutos em que a Alemanha fez quatro gols e construiu o massacre de 7 a 1 sobre o Brasil na semifinal da Copa do Mundo. Na visão da comissão técnica da Seleção, todo o resto foi perfeito: o título da Copa das Confederações, o desempenho nos amistosos, o comportamento dos jogadores, o número de treinos, o trabalho de desenvolvimento da CBF nas categorias de base e a classificação final na Copa do Mundo em que, segundo Felipão, “os adversários estavam melhores do que eles imaginavam”.
Felipão na coletiva da comissão técnico do Brasil na Granja Comary (Foto: Heuler Andrey / Mowa Press)
Luiz Felipe Scolari deu entrevista coletiva nesta quarta, na Granja Comary. Só ele e o coordenador Carlos Alberto Parreira falaram, além de pitacos do auxiliar Murtosa e da presença na bancada do preparador de goleiros Carlos Pracidelli, o preparador físico Paulo Paixão, o médico José Luiz Runco e o chefe de delegação Vilson Ribeiro de Andrade. Entre muitas explicações sobre o vexame diante da Alemanha, resumidamente, admitiram que o resultado foi catastrófico, mas defenderam com unhas e dentes o trabalho à frente da Seleção, com destaque para “dona Lúcia”, torcedora que teria enviado um e-mail de agradecimento a Felipão, lido por Parreira nesta tarde.
Munido de papéis com diversos dados que deixou à disposição, como número de treinos e análises do fisiologista, Felipão repetiu por diversas vezes que a derrota por 7 a 1 foi horrível, mas que a vida dele nem dos jogadores irá acabar.
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