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quinta-feira, 7 de abril de 2011

POLÍTICA Políticos riem da cara do povo em AL, diz historiador


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/ Foto: Amanda Farias
O coronel tradicional, dono da fazenda, que fazia do município seu quintal político e do voto do cabresto a sua prática, já não existe mais no estado de Alagoas. Uma espécie de coronel moderno, no entanto, ainda perpetua na política de um dos estados mais pobres do Brasil. A análise é do professor doutor em história Alberto Saldanha, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). “A condição tradicional de pouco desenvolvimento econômico e social do estado alimenta toda essa reprodução de famílias na política”, considera.

Um dos principais estudiosos da política local, Saldanha avalia que os praticantes do “coronelismo moderno” mantêm práticas políticas semelhantes às adotadas no passado pelas velhas oligarquias e fazem da tradição familiar uma maneira de não perder privilégios. Em entrevista ao Congresso em Foco, o historiador diz que o modelo clientelista e o nepotismo estão impregnados nas diversas instâncias da política local. ( ALAGOAS EM TEMPO)

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