O exame clínico feito pelo IML (Instituto Médico Legal) constatou que o universitário Alex Siwek, 21, estava embriagado quando atropelou o ciclista David Santos Souza, 21, na av. Paulista, anteontem.
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A casa noturna Josephine, no Itaim Bibi (zona oeste), onde Siwek esteve antes do atropelamento, também confirmou ontem à Polícia Civil que na comanda do estudante constam três doses de vodca e uma lata de energético -o valor total da conta foi de R$ 96.
| Editoria de Arte/Folhapress |
David foi atingindo quando pedalava na ciclofaixa, que ainda estava sendo montada. Ele teve o braço direito decepado.
O membro caiu dentro do carro e, segundo a defesa de Siwek, foi atirado pelo jovem no córrego do Ipiranga, na av. Ricardo Jafet (zona sul).
O ciclista deixou ontem a UTI, mas continua internado, sem risco de morrer. Ele deve depor à polícia hoje.
O exame para confirmar a embriaguez do estudante foi realizado a pedido da polícia após a recusa de Siwek de ser submetido aos testes de bafômetro e de sangue.
LEI SECA
Os testes clínicos são uma das inovações da nova lei seca como prova do crime de embriaguez ao volante. Neles são analisados sinais externos, como olhos vermelhos e odor de álcool no hálito.
A recusa ao bafômetro era um dos principais entraves à fiscalização porque a lei antiga definia como crime índice acima de 0,6 gramas de álcool por litro de sangue. Assim, o motorista que recusava o bafômetro estava praticamente livre do crime porque não havia como prová-lo.
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