O laudo da reprodução simulada da morte do empresário e ex-diretor executivo da Yoki Marcos Kitano Matsunaga foi concluído pelo Instituto de Criminalística (IC) na quinta-feira (16) e será encaminhado nesta semana ao Ministério Público (MP). O documento tem 78 páginas e foi obtido com exclusividade pelo G1
O documento também traz uma descrição do apartamento do casal e exames de DNA de amostras de sangue colhidas no local. Um dos capítulos é dedicado somente às fotografias nas quais Elize mostra o que afirma ter ocorrido na noite de 19 de maio. Ela confessou ter atingido o empresário com um tiro e esquartejado o corpo com uma faca.
O corpo de Marcos Matsunaga foi encontrado, em pedaços, às margens de uma estrada em Cotia, na Grande São Paulo. No início de junho, sua mulher, Elize, confessou o crime à polícia.
A bacharel em direito está presa pelo crime. Ela foi denunciada pelo MP e aguarda a audiência de instrução na Justiça, na qual será decidido se ela irá a júri popular por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O laudo do Insitituto de Criminalística será anexado ao processo. Ele será confrontado durante um eventual julgamento com as demais provas. Ele não será a única fonte de informação para juiz e jurados. Advogados e a promotoria também usarão testemunhos e outros pareceres produzidos pela polícia durante a investigação. O principal é o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), divulgado em 16 de junho, que aponta que Marcos morreu asfixiado e foi decapitado ainda vivo.
O laudo do Insitituto de Criminalística será anexado ao processo. Ele será confrontado durante um eventual julgamento com as demais provas. Ele não será a única fonte de informação para juiz e jurados. Advogados e a promotoria também usarão testemunhos e outros pareceres produzidos pela polícia durante a investigação. O principal é o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), divulgado em 16 de junho, que aponta que Marcos morreu asfixiado e foi decapitado ainda vivo.
Reconstituição do crime
No documento sobre a reconstituição, os peritos afirmam que, segundo a versão de Elize, o tiro que atingiu Marcos ocorreu a 1,94 m de distância. O laudo afirma que essa distância é plausível. Ainda de acordo com o laudo, exames técnicos e de DNA comprovaram que o sangue encontrado no apartamento é mesmo da vítima.
No documento sobre a reconstituição, os peritos afirmam que, segundo a versão de Elize, o tiro que atingiu Marcos ocorreu a 1,94 m de distância. O laudo afirma que essa distância é plausível. Ainda de acordo com o laudo, exames técnicos e de DNA comprovaram que o sangue encontrado no apartamento é mesmo da vítima.
A distância do tiro e o momento da morte de Marcos são pontos divergentes em relação ao laudo do Instituto Médico Legal (IML) que examinou o corpo do empresário.
A reprodução simulada foi feita por peritos do Núcleo de Perícias em Crimes contra a Pessoa do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica em 6 de junho, baseada na versão apresentada por Elize.
A reprodução simulada foi feita por peritos do Núcleo de Perícias em Crimes contra a Pessoa do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica em 6 de junho, baseada na versão apresentada por Elize.
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